Filosofia & Filosofices

Pr Deputado Federal Marco Feliciano_ThumbQue ele é homofóbico e racista confesso (não gosta de gays, negros e índios), todos já sabem, pois o próprio pastor evidencia isso nos cultos de suas igrejas e no seu Twitter, basta pesquisar e constatar. O que talvez muitos não saibam é como ele engana suas ovelhas, como lhes arranca dinheiro, como quebra (na Cãmara dos Deputados) o tal “decoro parlamentar” e como age em sua vida particular, o que será mostrado rapidamente abaixo, em 4 curtos capítulos.


I – Flagrantes da “eleição”, em meio a protestos de manifestantes

Pois bem, com todo esse currículo e a despeito de também estar sofrendo processo por estelionato, no STF, a despeito dos abaixo-assinados e protestos de políticos contrários e manifestantes que o conhecem, ele foi nomeado presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, numa tumultuada seção que ocorreu a portas fechadas. Cuspiram na cara do povo brasileiro e ignoraram os protestos (vejam o vídeo).

II – O que são as “comissões permanentes” e como são nomeados os membros?

As eleições para as comissões permanentes (tanto na Câmara, como no Senado) são uma partilha de bolo, em que os tamanhos das fatias são determinados por acordões entre os partidos. Ao partido social Cristão (PSC) coube escolher o presidente da Comissão, nome quee teria de sair dos quadros do partido e ter também o apoio da famigerada “bancada evangélica”, composta por vários partidos. Como Marco Feliciano, apesar de desqualificado, é integrante da bancada evangélica e pastor-presidente de igreja com numerosos membros, que só para ele carrearam mais de 200.000 votos, foi o escolhido. Quem tem voto, não importa de que qualidade, tem força.

Pelo seu perfil, é certo que o que menos defenderá serão os direitos humanos das minorias. Mas isto, em política, é o que menos importa. O que importa é a representatividade do cargo e as oportunidades que ele oferece. Finalidade, objetivos, programas, cumprimentro de metas? Detalhes, meros detalhes, ninguém vai fiscalizar mesmo.

III – Como age o pastor na sua igreja e como faz seu “pé-de-meia”

Este outro vídeo dispensa comentários (cuidado para não vomitar!):

Simplesmente re-vol-tan-te, mas os paralamentares agora e em meio de mandato, não estão muito preocupados com a opinião pública.

IV – O que diz a mídia:

Abaixo, um excerto da matéria publicada no Correio Braziliense, fazendo um breve apanhado das atividades paralamentares do deputado-pastor:

Marco Feliciano usa mandato em benefício de suas empresas e igreja

Marco Feliciano utiliza a cota parlamentar em atividades ligadas às suas empresas e emprega pastores da congregação dele

Helena Mader

Publicação: 09/03/2013 06:09Atualização:

O deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP), que esta semana assumiu a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) em meio a uma saraivada de críticas, usou o mandato parlamentar em benefício de suas empresas e das atividades de sua igreja. Além de destinar verbas públicas para seus negócios particulares, ele paga salário a um funcionário fantasma, que na verdade trabalha em um escritório de advocacia de Guarulhos. Essa firma recebeu R$ 35 mil da cota parlamentar do deputado desde que ele tomou posse. Feliciano também repassou recursos públicos ao escritório de outro advogado, que o defendeu em um processo eleitoral às vésperas do pleito. O gabinete 254, no Anexo 4 da Câmara, é quase uma filial da Assembleia de Deus Catedral do Avivamento: o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias emprega cinco pastores da congregação que ele preside, e ainda cantores de música gospel que trabalharam na gravação de seu CD. Além de deputado, pastor e empresário, Feliciano também é músico.
Personalidade de sucesso no mundo gospel, e requisitado para palestras e pregações em todo o país, o parlamentar é dono de dois negócios: a Marco Feliciano Empreendimentos Culturais e Eventos Ltda. e a Tempo de Avivamento Empreendimentos Ltda. Em 2008, a primeira empresa foi contratada pela Nettus Criação de Eventos, uma firma gaúcha, para que o pastor se apresentasse em São Gabriel, no Rio Grande do Sul. Ele seria a grande estrela da festa, que reuniu ainda cantores e outros pastores evangélicos. A empresa contratante repassou o dinheiro a Feliciano, mas ele não compareceu. Os representantes da Nettus recorreram à Justiça e o processo se arrasta até hoje na 2ª Vara Cível da Comarca de São Gabriel. Os donos da empresa lesada pedem R$ 950 mil de indenização.

É isto. Que o povo avalie e proteste!

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