(Nota da Administração: Esta é uma publicação feita a pedido do autor, Sr. Kleber Ramírez, não representando a opinião oficial da Administração deste blog. Sendo este um espaço de debates, deve permitir que se expressem democraticamente quaisquer pessoas que participem das nossas discussões, desde que preencham os requisitos mínimos e independentemente de as suas opiniões serem contrárias ou não às dos administradores e demais colaboradores do blog. Todos esses requisitos foram preenchidos. Aqui, ateus. agnósticos, céticos e cristãos ou espíritas, todos são bem-vindos. Portanto, segue abaixo a matéria, que esperamos possa provocar muitas controvérsias):

——————————————————————————–

A TIMIDEZ E A OMISSÃO DA CIÊNCIA EM INVESTIGAR A INTELIGÊNCIA DE CRISTO

1 – A promessa da ciência e a frustração gerada

No século XIX e principalmente no XX a ciência teve um desenvolvimento explosivo. Paralelamente, o ATEÍSMO floresceu como nunca. A ciência tanto progredia quanto prometia muito. Alicerçados na ciência, os seres humanos se tornaram ousados em seus sonhos de progresso e modernidade. Milhões deles, inclusive muitos intelectuais, baniram Deus de suas vidas, de suas histórias, substituindo-o pela ciência. Ela prometia leva-los a dar um salto nos amplos aspectos da prosperidade biológica, psicológica e social. A solidariedade cresceria, a cidadania floresceria, o humanismo embalaria as relações sociais, a riqueza material se expandiria e englobaria todos os seres humanos, a miséria social seria extinta e a qualidade de vida atingiria um patamar brilhante. As guerras, as discriminações e as demais violações dos direitos humanos seriam lembradas como manchas das gerações passadas. BELO SONHO.

A ciência oferecia uma grande esperança, que, apesar de não ser expressa em palavras, era forte e arrebatadora. Havia uma promessa sentida a cada momento em que se dava um salto espetacular na engenharia civil, na mecânica, na eletrônica, na medicina, na genética, na química, na física, etc. A expansão do conhecimento era incontrolável. Cada ciência se multiplicava em outras novas. […]Cada viela do conhecimento se expandia, tornando-se um bairro inteiro de informações. Encontrava-se um microcosmo dentro das células. Descobriam-se um mundo dentro dos átomos. Compreendia-se um mundo com bilhões de galáxias que pulsavam no espaço. Produzia-se um universo de possibilidades nas memórias dos computadores. A ciência desenvolveu-se intensamente, mas frustrou a humanidade. De um lado, fez e continua fazendo muito. Causou uma revolução tecnológica no mundo extrapsíquico e mesmo no organismo humano, por meio dos exames laboratoriais e das técnicas de medicina. Revolucionou o mundo extrapsíquico, o MUNDO EXTERIOR DAS PESSOAS, mas não o mundo intrapsíquico, o MUNDO INTERIOR. Guiou o ser humano na descoberta do imenso espaço e do pequeno átomo, mas não o levou a explorar seu próprio mundo interior. Produziu veículos automotores, mas não veículos psíquicos capazes de conduzir as pessoas nas trajetórias do seu próprio ser. Fabricou máquinas para arar a terra e garantir mantimentos para saciar a fome física, mas não gerou princípios psicológicos e sociológicos para "arar" a rigidez intelectual, o individualismo e nutri-lo com a cidadania, a tolerância, a preocupação com o outro. Forneceu informações e multiplicou as universidades, mas não resolveu a crise de pensadores.

A ciência não causou a tão sonhada revolução do humanismo, da solidariedade, da preservação dos direitos humanos. Não cumpriu as promessas mais básicas de expandir a qualidade de vida psicossocial do mundo moderno. Homens e mulheres do final do século XX se sentiram traídos pela ciência e os do terceiro milênio se sentem hoje frustrados, perdidos, confusos, sem âncora intelectual para se segurar.

2 – O conhecimento e as misérias psicossociais

Milhões de pessoas conseguem definir as partículas dos átomos que nunca viram, mas não conseguem compreender que a cor da pele branca ou negra, tão perceptível aos olhos, não serve de parâmetro para distinguir duas pessoas da mesma espécie que possuem o mesmo espetáculo da construção de pensamentos. Somos, a cada geração, uma espécie mais feliz, humanista, solidária, complacente, tolerante e menos doente psiquicamente? INFELIZMENTE, NÃO!

O conhecimento abriu novas e impensáveis perspectivas. As escolas se multiplicaram. As informações nunca foram tão democratizadas, tão acessíveis. Estamos na era da educação virtual. Milhões de pessoas cursarão universidades sem sair de suas casas. Eu pergunto:

– Onde estão os pensadores que deixam de ser espectadores passivos e se tornam agentes modificadores da sua história existencial e social? – Onde estão os engenheiros de idéias criativas, capazes de superar as ditaduras do preconceito e dos focos de tensão? – Onde estão os poetas da inteligência que desenvolveram a arte de pensar? – Onde estão os humanistas que não almejam que o mundo gravite em torno deles, que superam a paranóia do individualismo, que transcendem a paranóia da competição predatória e sabem se doar socialmente?

Os seres humanos nunca usaram tanto a ciência. Entretanto, nunca desconfiaram tanto dela. Eles sabem que a ciência não resolveu os problemas básicos da humanidade. Qual a conseqüência disso? É que a forte corrente do ATEÍSMO que se iniciou no século XIX e que perdurou durante boa parte do século XX foi rompida. A ciência, como disse, tanto progredia quanto prometia muito. Sob os alicerces da ciência, homens e mulheres ganharam status de deuses, pois acreditavam serem capazes de extirpar completamente as suas próprias misérias. Assim, durante muitas décadas, o ATEÍSMO floresceu como um canteiro vivo. Todavia, com a frustração da ciência, o ATEÍSMO ruiu como um jogo de cartas de baralho, implodiu, e o MISTICISMO floresceu. Fomos de um extremo a outro.

Percebendo as misérias sociais ao seu redor e observando as notícias de cunho negativo saltando todos os dias das manchetes dos jornais, as pessoas começaram a procurar DEUS. Elas, que não acreditavam em nada, passaram a CRER EM TUDO. Elas que eram tão CÉTICAS, passaram a ser tão CRÉDULAS. É respeitável todo tipo de crença, porém é igualmente respeitável exercer o direito de PENSAR ANTES DE CRER, e CRER COM MATURIDADE e CONSCIÊNCIA CRÍTICA. O direito de pensar com consciência crítica é NOBILÍSSIMO.

3 – A ciência e a complexidade da inteligência de Cristo

A ciência foi tímida e omissa em pesquisar algumas áreas importantíssimas do conhecimento. Uma delas se relaciona aos limites entre a psique (alma) e o cérebro. Temos viajado pelo imenso espaço e penetrado nas entranhas do pequeno átomo, mas a natureza intrínseca da energia psíquica, que nos torna seres que pensam e sentem emoções, permanece um enigma.

Outra atitude tímida e omissa da ciência ao longo dos séculos está ligada à investigação de um homem chamado JESUS CRISTO. A ciência o considerou complexo demais. Sim, ele o é, mas ela foi tímida em pesquisar a inteligência e atitudes dele. Será que aquele que dividiu a história da humanidade não merecia ser bem mais investigado? A ciência o considerou inatingível distante de qualquer análise. Deixou essa tarefa exclusivamente para a esfera TEOLÓGICA. Foi aí que cometeu-se outro grande erro: A RELIGIÃO, ou melhor, a RELIGIOSIDADE. (Abordarei noutro dia, se Deus permitir, é claro, sobre este tema).

Há pelo menos duas maneiras de uma pessoa ser deixada de lado: 1 – Quando é considerada sem nenhum valor; 2 – Ou, quando é tão valorizada que se torna inatingível.

CRISTO foi rejeitado por diversos "intelectuais" de sua época por ser considerado um perturbador da ordem social e religiosa. Hoje, ao contrário, é tão valorizado que muitos o consideram intocável, distante de qualquer investigação. Todavia, ele gostava de ser investigado com inteligência.

A omissão e a timidez da ciência permitiram que Cristo fosse banido das discussões acadêmicas, não sendo estudado nas salas de aula. Sua complexa inteligência não é objeto de pesquisa das teses de pós-graduação. Embora a inteligência de Jesus possua princípios intelectuais sofisticados, capazes de estimular o processo de INTERIORIZAÇÃO e o desenvolvimento das funções mais importantes da inteligência, ela realmente foi banida dos currículos escolares.

É muito raro alguém comentar que a inteligência de Cristo era perturbadora, que ele rompia o cárcere intelectual das pessoas, que abria as janelas da mente delas. Todos admitem que ele foi um exemplo vivo de mansidão e humildade, mas ninguém comenta que era insuperável na arte de pensar.

Que Deus ilumine os olhos do vosso entendimento.

Um abraço.

Kleber Ramírez

Blogger PostBookmark/FavoritesDiggEmailFacebookGoogle GmailGoogle+LinkedInPrintFriendlyTwitterYahoo MaildiHITTShare

7 Comentários

  • Como prometi, está aí atendido o seu pedido, Kleber. E vou ser eu mesmo, embora que rapidamente, o primeiro a comentar esta matéria.

    Não concordo quando diz que a Ciência foi negligente e injusta com relação à historicidade de Cristo. Ela simplesmente foi até onde pôde e não conseguiu comprovar nada de concreto e realmente incontestável com relação a Cristo. A Ciência trabalha com a dúvida e as experimentações para chegar à certeza. Quado não pode provar, deixa a questão em aberto, até que alguém prove. Não fica nos “achismos”. E isto me parece ser uma atitude sensata. Mais sensata que a dos fanáticos religiosos “que afirmam ter certeza de que Cristo existiu e até fala com eles”. Com base em quê? Na Bíblia, nos Evangelhos e naquilo que dizem sentir (a presença de Deus e Cristo)? É muita vontade e necessidade de, como o próprio artigo diz, “ter uma âncora para se segurar“. Mas esta âncora precisa ser de papel?

    As investigações ainda não terminaram de todo e ainda vão prosseguir por muitas e muitas décadas, creio. Apenas, no que a Ciência conseguiu avançar até aqui, foi no sentido de quebrar alguns mitos, como os do “Santo Sudário” e o do “Santo Graal”. Que poderia ela fazer? Imventar para satisfazer aos crentes? Não, isto a Ciência não faz. E quando algum cientista mal-intencionado o faz, logo é descoberto e repudiado pela comunidade. De falsos santos e milagres (como o de Lourdes) e de personagens duvidosos e contraditórios, as religiões estão cheias.

    Quanto aos pensadores e humanistas, eles estão por aí sim, mas são uma gritante minoria, que pouco pode fazer contra a grande massa de fanáticos religiosos. Convém às religiões manter o povo assim, chegando a iludir até uns poucos intelectuais mais ingênuos.

    Quanto aos ateus, eles jamais foram maioria, porque sempre foram discriminados e nunca houve “onda de ateísmo” ao que eu saiba, até porque a maioria dos ateus, temendo a discriminação, sempre ficou trancada em seus armários.

    Para encerrar este comentário, peço que vá à barra lateral direita deste blog, seção de Vídeos Recomendados e clique no item Vídeos em Jukebox. Lá você terá uma coleção de 10 vídeos, dos quais 4, se ajustam perfeitamente a este artigo. Descubra-os para complementar este comentário.

    Apesar de não concordar, seu artigo está muito bem escrito e é uma opinião razoavelmente argumentada, mas com conclusões falsas. É como se você partisse de um silogismo em que a premissa maior fosse falsa, com impressão de verdadeira. Isto levaria a uma conclusão errada mas que pareceria estar certa e de acordo com a lógica.

    No que se refere ao comportamento dos crentes em relação à fé e ao mito Jesus, o que a Ciência e a própriia religião não explicam, a Filosofia e a História Comparada explicam.

    Aguardo a opinião dos outros colegas!
    Bação!

  • ivancarlos disse:

    Kleber,

    Desta vez, concordamos em algum ponto. Também entendo como verdade quando você diz em sua matéria que a religião é um erro. Já a religiosidade… vamos deixar pra sua próxima matéria.

    Nos demais pontos, “só pra variar”, continuamos discordando.
    Você questiona: Onde estão os pensadores… os engenheiros… os poetas… e os humanistas… ? De começo, te respondo com uma outra pergunta: onde estão as igrejas de Cristo? Você deixa no ar as respostas aos seus questionamentos, certamente, para provocar nossa reflexão. Entretanto, eu vou responder a minha própria pergunta.
    As igrejas do “Cristo”, Kleber, estão por aí. Espalhadas pelo mundo inteiro e exercendo cada uma a seu modo, sua “religiosidade”. Pregando “cristos” tão diferentes que nos leva a uma certeza, cada vez mais certa, que nenhum “deles” poderia ter existido, devido às incoerências daquelas pregações.
    Sinceramente, Kleber, não sei se com a unidade da igreja ver-se-ía o cristianismo de uma forma mais eficaz mas, certamente, mais coerente. As divisões provocadas na igreja ao longo da história resultaram num enfraquecimento da fé religiosa. Criando um espaço maior e mais confortável para o agnosticismo, ceticismo e o ateísmo. Tudo aquilo que ela, a igreja, hoje condena veementemente.
    Para a crítica ideológica do magistério da igreja, acrescento.
    A fé, como absoluto no próprio cristianismo, relativiza sua teologia e a faz perguntar-se continuamente, se seus pensamentos e conclusões apóiam ou não sua fundamental obediência a Deus, expressa em sua opção pelo oprimido. No decorrer da história foram sendo destruídas teologias que, brotando de uma situação de dominação-opressão, não conscientemente assumida (?), se convertem em ideologias que reforçam os sistemas de exploração, lançando um véu sobre a situação global para analisar somente a consciência individual ou enfatizando a necessidade de as coisas continuarem como estão ou jogando a solução para outra vida. A fé religiosa, compromisso real com o oprimido, porque Deus se comprometeu com ele, leva-nos a deixar tais ideologias de lado e abrir caminhos para outras novas, mais de acordo com a verdadeira humanização de todos.
    Esta diferenciação liberta os homens da obediência a teologias e doutrinas institucionais que não correspondam às exigências da fé, segundo se entendam estas exigências a partir da situação concreta em que é preciso viver esta fé. A teologia se converte em crítica ideológica desde a perspectiva da fé. A “verdade” das teologias é julgada agora desde a situação concreta da práxis da fé, práxis do próprio cristão. A teologia se converte em processo de prática-reflexão. Em outras palavras, o critério de verdade, que se usa para julgar a “verdadeira” fé religiosa se usa agora para julgar a “verdadeira” teologia.
    Como você pode perceber, estudamos sim, não existe nada de tão complexo no conteúdo bíblico que não se possa entender. Pelo menos para nós agnósticos. E é, justamente, esse entendimento que nos afasta mais e mais de toda e qualquer igreja.
    Parodiando você: Que Deus ilumine os olhos do seu entendimento.
    Um forte abraço.

  • Claudia disse:

    Muito bom. O historiador Will Durant comentou não só sobre a genialidade do pensamento de Cristo, foi mais longe. Disse que Ele criou metáforas, como Olhai os lírios do campo… atire a primeira pedra etc que qualquer escritor de gênio assinaria com prazer. Está no terceiro volume de sua coleção de História chamado “César e Cristo”.

  • KLEBER RAMÍREZ disse:

    A ciência, senhores, não conseguiu andar mais, por que na esfera de atingir aquilo que o ser humano pode fazer, se resume em uma decisão particular de cada um.
    Então ´aonde entra a ESCOLHA.
    Já pensou se formos manipulados, chegariamos a um caos total, bem certo que vejo na sociedade, é um sistema corrompido, onde os homens são amantes de si mesmo, egoístas, detratores, infiéis nos contratos, desobidientes aos pais e as mães, maliciosos, etc.
    Mas chegou a hora de decidir. Se eu ficaria neste sistema ou tomaria uma decisão de mudar o curso da minha vida. Então tive a coragem de decidir amar aquele que me criou.
    Leiam o meu testemunho de vida, já uma vez publicado neste blog no post “o marketing religioso nas religiões evangélicas”.
    Um abraço.
    Kleber Ramírez

  • ivancarlos disse:

    KLEBER,

    Quase concordamos de novo em algum ponto. Apenas discordamos no tempo verbal quando você diz:

    “Já pensou se FORMOS manipulados, chegariamos a um caos total, bem certo que vejo na sociedade, é um sistema corrompido, onde os homens são amantes de si mesmo, egoístas, detratores, infiéis nos contratos, desobidientes aos pais e as mães, maliciosos, etc”.

    Nós FOMOS manipulados, Kleber, e estamos a caminho do caos total, irreversivelmente!
    E graças a quem? Pasme: à própria religião.
    Da mesma forma que você faz referência a um tópico deste blog, peço-lhe também que LEIA (mesmo sabendo de antemão que não o fará), o primeiro comentário no tópico “A evangelização traz a salvação moral?” que fiz em 06/01/09. Ali apresento meus argumentos para embasar a afirmação acima.
    Se discordar, rebata lá mesmo, ok?

    Um forte abraço!

  • KLEBER RAMÍREZ disse:

    Eu sei Ivan e até concordo com você em parte.
    O problema rapaz está com quem dirige a religião, a política, etc.
    Se essas pessoas não forem transformadas de fato e verdade, Ivan, difícil será haver alguma mudança, estou falando em vários setores da sociedade.
    Amigo, nunca ví tanto problema pelo mundo afora. Observe as guerras, as fomes, o fanatismo religioso. É por isso que existe esse blog, senão, não seria necessário existir.
    Só digo uma coisa, meus amigos: Se o homem não tiver de fato aquela transformação no seu ser, assim como Cristo nos ensinou, não haverá mudança e nem solução.
    Mas cada um, individualmente, deve fazer uma escolha:
    1 – Mudar a nossa forma de ver as coisas. Mudar o nosso ser.
    2 – Ou, permanecer da mesma forma, e colhendo em si mesmo as consequências de tais atos.
    Quanto ao post “a evangelização traz a salvação moral” já estive lá e estou preparando um comentário. Observei o seu e até gostei, mas irei acrescentar alguma coisa. Aguardem.
    Um grande abraço também.
    Kleber Ramírez

  • Priscila disse:

    Este texto do Augusto Cury, como todos os outros textos dele nos deixa totalmente clara a existencia de Cristo. Pois um Ser assim tão perfeito, tão sublime não poderia ter nascido no pensamento humano. Nenhum ser humano seria capaz de inventar uma personagem tão cheia de emoção, fortemente carregada de amor pelo seu próximo, “Ele não cabe no imaginário humano” , disse Cury em uma entravista. Pois mesmo no momento em que foi traido por Judas ele reagiu com autruísmo, nunca se soube de pessoas que tenham sido tão dignas com seus traidores. Não sei muita coisa, apenas me intresso pelo assunto e pesquiso um pouco, e decidi apresentar minha opinião, espero ter ajudado em algo.

Deixe uma resposta

Previous Post
«