Por estar em consonância com um dos objetivos deste blog, no que se refere à categoria "Religião", transcrevemos abaixo o post hoje publicado em nosso site coirmão "Irreligiosos":

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"Onde a Religião TerminaComo já tivemos oportunidade de comentar aqui, recomendamos fortemente aos nossos leitores-membros irreligiosos (e aos religiosos também) o livro "Onde a Religião Termina", do teólogo e hoje ex-padre católico Marcelo da Luz, que durante 20 anos (10 de estudos e 20 de sacerdócio) militou no meio católico. O livro foi lançado em fevereiro passado e já pode ser adquirido no site oficial da editora, ao preço de R$ 68,00 que pode, inclusive, ser parcelado em até seis vezes, no cartão Visa ou ainda pago através de boleto bancário.

 Os porquês de nossa indicação:

 Entendemos que indicar livros sobre religião (pró ou contra), ateísmo e ceticismo, requer um cuidado maior porque o assunto em si já é de natureza controversa (quem poderá, em sã consciência, afirmar que os fundamentos das religiões não são objeto de controvérsias?). E quando o foco é a antirreligião e o ceticismo, fatalmente será alvo de muitas críticas, que começarão (sempre) por tentar desmerecer o autor, por mais preparado que ele seja. Tal, porém, não é o caso de Marcelo da Luz, que além da formação em Teologia e dos seus 10 anos de estudo, traz consigo a vivência no meio católico, estribada em outros dez anos de sacerdócio, fatores determinantes para ele concluir que não só o catolicismo, como a maioria das religiões, são uma falácia.

Por outro lado, há que se destacar também – e isso é explicado no livro – o drama que vivem os sacerdotes católicos tendo que pregar, sem terem eles próprios liberdade de opinião. Não podem falar sobre o que querem, sem se afastar da programação e dos cânones católicos, que os obrigam a pregar para uma plateia passiva que, por sua vez, só pode ouvir, mas não manifestar-se ou inquirir. Suas dúvidas e discordâncias aos textos bíblicos ou em relação àquilo que são obrigados a repassar para os fiéis, não podem jamais ser externadas publicamente. O entendimento e as conseqüências desse processo tornam-se bastante claros no livro, onde ele vai mais além, demonstrando que isso ocorre não só no catolicismo, mas em outras religiões cristãs, principalmente as ditas evangélicas, em que pastores podem dizer o que quiserem e os fiéis só se manifestam quando incitados pelo próprios pastores (geralmente para deixar depoimentos de cura ou para tornarem público o drama que os aflige, que o pastor certamente resolverá, é claro).

 O Cristo Bíblico não existiu e os evangelhos são uma coleção de mentiras intencionais

 Os 4 evangelhos sinóticos foram analisados e comentados, como também alguns dos apócrifos, análise da qual ressumbram as contradições, as mentiras e os mitos, demonstrando que o Cristo bíblico não existiu, sendo uma montagem intencional, trabalhada e retocada pouco a pouco. Dos textos evangélicos ele declara que apenas 18% do que lá se encontra pode ser considerado verdadeiro, de acordo com um conceituado grupo de estudos teológicos americanos. E a confusão aumenta quando esse grupo declara existirem 33.800 seitas cristãs (números de 2006), com interpretações diferentes dos evangelhos.

Entrevista com Marcelo da LuzQuanto ao Jesus histórico, mesmo este sem grandes evidências comprováveis, ele admite a possibilidade de sua existência, mas apenas como um mortal comum, sem nenhum caráter divino, e que revelava muitas falhas de caráter, tendo exercido um papel em nada condizente com os Evangelhos. Brinca dizendo que Jesus Cristo era uma "história de pescador" (os seus seguidores), um líder de pescadores.

 O autor e a obra:

 Para falar do autor, ninguém melhor do que ele próprio, o que o faz num vídeo (vide link na citação de fontes ou em nossa página de vídeos), sem cortes, com aproximadamente uma hora de duração, hoje publicado aqui no Irreligiosos.

O vídeo se refere a uma entrevista por ele concedida a um canal de TV que divulga a "consciencienciologia" e nele são explicados, não só os motivos que  levaram o auotor a abandonar o sacerdócio, mas também, na segunda metade, fala sobre a "desmistificação do Cristo bíblico". Mesmo considerando que o que ele diz é exatamente tudo aquilo que vimos afirmando aqui no Irreligiosos, vale a pena assistir, pois além de reforçar nossas assertivas, a entrevista é muito esclarecedora e revela a segurança e a seriedade de Marcelo da Luz. 

E mais não digo, meus caríssimos. A dica está aí. O resto é com vocês."

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Fontes: 1 – Livro citado; 2 – Vídeo "Desconstrução do Mito de Jesus Cristo" ( http://irreligiosos.ning.com/video/desconstrucao-do-mito-de-jesus ); 3 – Site da Editora Editares (http://www.editares.org/onde-termina-a-religiao.html)

 

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26 Comentários

  • Como teólogo e pastor, mas antes de mais nada teólogo, vou falar estritamente como estudioso, sem levar em consideração minhas convicções religiosas.

    Descredibilizar e desmerecer o Cristo, tanto bilbico como histórico, tem sido refutado por anos tanto por religiosos como por céticos, quando falamos de ex-sacerdotes, temos que levar em consideração que o fato de se pertencer a uma denominação religiosa por si, ja é um transtorno, pois a livre interpretação, por parte dos romanistas, não existe, e dos protestantes e suas derivações é controversa, ou seja é livre desde que não fira o pensamento da sua denominação.

    Desconstruir Cristo é remontar a historia levando em consideração que Flavio Josefo, contemporaneo dos apostolos e historiador romano, escreveu uma das mais detalhadas historias do povo hebreu, dando uma enfase exacerbada na historia de Yeshua, o jovem carpinteiro de Nazaré.

    Temos sim que levar me consideração que os sinóticos não foram escritos por por apostolos, Marcos transcreve o que aprendeu com Pedro, Lucas um medico do circulo de Paulo escreve para um amigo grego e Mateus foi escrito por discipulos do ap. Mateus, portanto tem as interpretações dos seus autores originais, mas o evangelho de João foi escrito pelo punho do apostolo…

    Alguns sinótico são tão fantasiosos que não podem nem ser levados a sério, portanto a fonte de pesquisa tem que ser revista e analisada.

    Apesar de não haver indicios de um tumulo e de um corpo enterrado de Yeshua, (não levando em consideração o fato/hipotese da ressureição) o Cristo histórico não é mais contestado nos circulos academicos sérios.

    Não sou contra os céticos, agnosticos e ateus, pois estes me fazem estudar mas, levar em consideração autores frustados em sua fé sem uma reflexão coerente de sua escrita (neste caso falo estritamente do Cristo historico), citado como dubio no 5°§, é estritamente infantil e ilógica, gastemos nosso tempo no debate da divindade da pessoa de Cristo Jesus ai sim temos como delongar um debate saudavel e edificante para todas as partes.

    Desculpas se fui muito longo em minha analise.

    No amor d’Aquele que pode todas as coisa, até fazer céticos e religiosos debaterem de forma saudavele inteligente.

    Léo Godinho
    Pastor e professor de teologia

  • Roberto Copeti disse:

    “Religião” é, com certeza, um dos temas mais discutidos pela humanidade em toda a sua existência.
    As pessoas vivem falando sobre as religiões, sobre os deuses, sobre o céu e o inferno…
    Mas a verdadeira questão não é a religião – ou Deus.
    A real preocupação de todos está no que acontece DEPOIS DA MORTE!
    A morte é a questão central. As pessoas querem mesmo é saber o que irão encontrar DEPOIS.
    Então, vamos eliminar a morte desta equação.
    Qual seria a sua preocupação se soubesse que não morreria, que é imortal?
    Nenhuma – é óbvio!
    Por que se preocupar com Deus se ele não tiver poder sobre a alma?
    Se ele não pudesse lhe “mandar” para o céu ou para o inferno?
    O que ele cobraria de você se você não pudesse morrer?
    Assim, a morte torna-se a questão essencial.
    Pois como conseguir viver acreditando que tudo que você conquistou até hoje é seu, se esta vida vai acabar na morte? Desta forma, a vida não teria sentido, seria apenas casualidade.
    Mas é assim que acontece com a vida: quando menos espera, você morre e acaba tudo.
    A visão cristã sobre a vida após a morte envolve, geralmente, a crença no céu e no inferno. Os cristãos acreditam que a fé em Jesus Cristo proporciona aos seres humanos a salvação e a vida eterna. Alguns crêem que precisam cumprir certas obras para obter a salvação (salvação por obras). Outros crêem que a fé só pode ser demonstrada se a pessoa agir de acordo com aquilo que crê (salvação pela fé no sacrifício), embora o que salve seja a fé. Mas salvo sempre APÓS A MORTE.
    Não existe promessa de salvação DURANTE a vida!
    Não há como negar, a religião existe por causa da morte!
    E assim, sem a morte não haveria religião ou deuses…
    E – no final das contas – descobre-se que a religião nada mais é que uma desesperada e patética tentativa de fuga para a imortalidade.

  • Claudia Visconcelli disse:

    Sofismos à parte, o colega Roberto faz uma análise genérica acerca da religião ou religiões, explico.
    Mudando o que há de ser mudado e guardadas as devidas proporções, se o leitor substituir no comentário o termo religião por popstar teremos os praticamente os mesmos resultados, o homem busca imortalidade e isso não é patético é fato, incas, maias, egipcios, todos querem um “up-grade” existencial, o ateu que escreve pensa tão somente no agora ? ou quer deixar uma obra legatária que ultrapassa gerações, ora, quantas vezes Richard Dawking assevera a proeminência da posteridade ?
    Não estou em defesa de uma ou outra religião, ou do padre Americano em questão, aliás, tenho medo de padres americanos, entretanto, imputa-se tão somente à religião o crack existencial desta nossa pós-modernidade, afinal de contas, por que não dizer também que o sistema nos robotizou para bebermos Coca-Cola, fumarmos Marlboro e comermor um Big-Mac. Ora ! Qual a crença de um ateu que pula as sete ondinhas no “ano-novo” ? Enfim, Deus existe ! Os ateus o criaram !

  • Trolador disse:

    Vá pastar Claudia… vai pular suas ondinha, se Deus existe é para ser odiado !

  • Claudia Visconcelli disse:

    Pequeno onanista, volte para seu Xbox, please, infelizmente você confirma um triste fato, o ateísmo ruiu, transformando num antiteísmo !

  • juliohcf disse:

    Claudia você começa seu comentário fazendo uma critica ao primeiro dizendo que está generalizando as religiões,e logo em seguida generaliza novamente,oh grande hipocrisia.Se existem ateus que pulam ondinhas no ano novo e os criacionistas que seguem somente uma coisa e ela esta exposta num conto de fadas de vários capitulos que eles sempre colocam debaixo do braço e nunca chegam a ler.Você mesmo não deve ter lido a matéria pra fazer um comentário destes,Aliás onanistas são as pessoas que você deve ouvir quando vai a igreja,prefiro ir para um xbox pelo menos ele não vai tentar me roubar e enfiar coisas na minha mente…

  • Claudia Visconcelli disse:

    Maravilha num mundo de analistas de Bagé temos um vencedor ! little troll (juliohcf)

  • Al-Tar Ïr disse:

    Sou muçulmano, e sigo apenas um Deus. Não três.

    Quem segue a Deus ama o próximo? Nem sempre.

    Mas quem ama o próximo sempre amará a Deus. É, meus bons ateus, vejo vocês no Paraíso!

  • GARANHÃO ITALIANO disse:

    quando entra dinheiro na religiao é muito triste.
    padres com enriquecimento. tvs,jornais e radios deus nao precisa de dinheiro e sim pastores e etc.
    a comunhao é bonita, mais da dinheiro para fazer sua fe valer.
    é foda e digno de cadeia perpetua.

  • Paulo Luiz Mendonça. disse:

    Roberto Copeti, o texto abaixo vem complementar o seu. Temos os mesmos pensamentos. Se não fosse a morte, adeus religião.

    Manifestação religiosa.

    A manifestação religiosa, ou seja, a busca de um Deus exercida pelos seres humanos, dizem os entendidos que esta manifestação se dá porque existe dentro de nós uma chama flamejante e divina a qual nos impulsiona a crer em um ser superior e criador do universo como um todo.
    Eu particularmente não acredito em nenhuma chama flamejante interna nos levando para esta manifestação.
    Em primeiro lugar se o ser humano fosse eterno não houvesse a morte, ou seja, o fim da vida, esta manifestação, esta chama flamejante nem faria parte do nosso vocabulário, também não faria parte do nosso intimo. O que acontece na verdade é que o ser humano morre de medo só de pensar na morte, e como será alem dela. Todos nós sabemos que ela é impossível de ser evitada. Diante desta preocupação com o alem túmulo e que leva os seres humanos a buscarem alguma coisa na sua imaginação, ou ainda nos ensinamentos vindo de pessoas que professam religiões, mesmo que estes ensinamentos não sejam verdadeiramente provados, eles acreditam para aliviar um pouco as suas preocupações com o futuro incerto. Sendo assim eles se contentam com uma fantasia qualquer para aliviar suas duvidas e amenizar o medo mórbido da morte.
    A maioria das pessoas irão se arrepiar com esta crônica, irão dizer que é uma escabrosa heresia, mas estou tranqüilo porque, ela está baseada em raciocínio lógico e coerente, é só analisá-lo friamente sem a interferência de dogmas religiosos.
    O que leva a maioria dos seres humanos a buscarem as religiões não é nada mais do que buscar ajuda para problemas de saúde, de dificuldades financeiras, ou por problemas de foro intimo. Observem buscar ajuda: Ninguém se preocupa em levar ajuda para ninguém, pensam somente em angariar vantagens, isso é próprio do nosso egoísmo
    Pessoas, sem os problemas relacionados acima, dificilmente são freqüentadoras assíduas de templos religiosos. Elas freqüentam bem moderadamente sem muito fanatismo, muitas vezes, somente para fazerem se passar por pessoas cheias de moral, para mostrarem que são tementes a Deus, mas o egoísmo, maledicência, orgulho, arrogância e o individualismo continuam intactos na consciência sem nenhum progresso.
    O progresso tecnológico executada pela mente humana caminha rapidamente para um futuro promissor, continua avançando a passos largos, mas infelizmente a moral humana continua caminhando para traz, sempre retrocedendo. Continuando assim a moral humana que dizem ser a essência de Deus estará voltando lá para a idade da pedra.
    Paulo Luiz Mendonça, autor do livro Crônicas Indagações e Teorias. Editora Scortecci.

  • Ricardo disse:

    Jesus biblico existiu sim , e ele é a salvação para os homens , ele uniu os filhos de Deus afastados do senhor , e vem um ser insignificante dizer que jesus biblico nunca existiu , vivo a tanto tempo que posso dizer que Jesus realmente existiu , e ele é a razão de ainda não termos destruido esse mundo maldito .

  • Monogo disse:

    Ricardo

    Se brincar, Jesus(Religiao) sera o motivo da nossa destruição

    Isso seria bem irônico

    Pra min Jesus pode ter existido, mas vejo ele como um Che Guevara da vida, causou rebuliço e foi calado, mas nada de poderes sobrenaturais

    E hj temos essa historia sem pe nem cabeca, e o pior e que muita gente a ver como legitima

  • André Sena disse:

    para o Ricardo ai em cima:”Não se pode usar argumentos racionais com pessoas religiosas,se pudesse,não haveriam pessoas religiosas”.

  • ave cesar disse:

    parabens andre sena,

    você resumiu tudo em três linhas, e para a Sr, claudia visconcelli falou tanto com palavras bonicas e o que vemos é contradições e analfabetismo religioso, ateus que pulam ondinhas? desconheço este ritual feitos por reais ateus, talvez ela não conhece o que são ateus.

    paz a todos.

  • Ezek disse:

    Olha só… quanta gente revoltada reunida! Uns falando que Deus deve ser odiado… outros falando que esse cara aí que diz que era padre está certo…

    Digam o que quiserem, vocês têm traumas e revoltasafetivas, ou não tiveram um pai ou foram abusados por alguém e hoje usam essa revolta conciente e inconciente pra dizer que Deus não existe e blá blá blá…

    Dá até pena… do jeito que falam, até dá pra pensar que os milhões de “religiosos” e prinicpalmente cristãos do mundo todo estão sofrendo! Oh! Que triste não?

    E são os ateus e racionalistas (leia-se revoltados com traumas) que vão abrir os olhos desses milhões pelo mundo que “são enganados”???

    Que piada!

  • Ezek:
    Se não forem os ateus, racionalistas, agnósticos, filósofos, cientistas ou livres-pensadores, quem será? E por que você generaliza, dizendo que os ateus e racionalistas são pessoas “revoltadas e com traumas”? Será que você pensa isso mesmo ou eu não entendi o que pretendeu dizer?

    E outra coisa “o cara que diz que era padre” foi padre mesmo, e hoje é um livre-pensador que estudou, conheceu o catolicismo por dentro, concluiu que as religiões são uma falácia, pulou fora e se libertou. Você acha isso pouco? Seria capaz, você, de fazer algo semelhante? Acho que não. Pensar e estudar é muito trabalhoso, não é?

  • Elson De Angelis disse:

    Religião é assunto que começa a ser discutido hoje,mas sem data para terminar.Entre hoje e a data indefinida,lê e ouve-se de tudo : desde opiniões bem elaboradas e expostas,até opiniões sem que e nem para que.
    Fosse sempre assim,até que daria gosto ir debatendo esse assunto.O problema é quando os pretensos intelectuais usam seus joguinhos de palavras para atacar e contra-atacar um que tenha opinião diversa da sua.
    Basta um cutucão daqui,e lá vem revide de grosso calibre dali!A confusão está armada no boteco do seo Chico : é valentão bêbado atacando daqui,é valentão bêbado contra-atacando dali,e no final,os valentões esquecem-se de defender seus pontos de vista ! Resultado : ninguém ajuda ninguém a se instruir melhor,para optar livremente por caminho que julgar seja o mais correto.

    Valentões,valentonas,pretensos e pretensas intelectuais : abandonem essa postura ridícula de tentar impor goela alheia abaixo sua opinião.
    Antes,cuidem de defender suas convicções religiosas,usando apenas sua crença : razão lhe será dada na exata medida do uso correto dos argumentos em que se apóia sua crença.

    Ao que se sabe,até hoje não nasceu nenhum mortal que provasse a existência ou inexistência de Deus.Duvido que vocês,usando dessa postura ridícula que usam,consigam ao menos o respeito de serem tidos como pessoas sérias!

  • De fato, Elson, pelo menos numa coisa você tem razão: até hoje ninguém provou a existência ou inexistência de Deus. e é justamente por isso que o assunto tem de ser discutido, mormente quando as religiões afirmam (sem provas, mas com tanta convicção) que Deus existe e quer que seus “filhos” façam isso ou aquilo, não façam determinadas coisas sob pena de serem castigados e que devem contribuir com as igrejas.

    Mesmo que ficasse provado que deus existe, quem deu procuração a padres, pastores, gurus, etc., para falar em nome Dele? E quem autorizou a essas mesmas pessoas a explorar a fé alheia utilizando o nome Dele?

    É isso o que se discute, porque alguma coisa está errada. E o fato de não se saber se Deus existe ou não, dá razão aos que se manifestam contra as religiões, porque líderes religiosos estão falando em nome de alguém (de qual Deus, se supõe-se existir milhares?) de quem nem se tem certeza se existe e, se existe, se é o Deus certo. Se todas as religiões consideram o seu “deus” como o verdadeiro, os outros então são falsos. Mas qual é o verdadeiro? Mesmo que apenas um o fosse, todos os outros seriam falsos.

    Pense nisso!

  • Elson De Angelis disse:

    Caro Sr. Ivo,

    Pensarei no que me disse.Adiante,te dou resposta.Por ora,quero postar um comentário sobre o Sr. Marcelo da Luz,autor do livro Onde a religião termina?

    Sobre ele e seu trabalho,vale dizer que não é o primeiro,e provavelmente,não será o último a tentar negar a Bíblia Sagrada.

    A situação dele,ex-aluno,creio que estudioso dos ensinamentos recebidos,não significa que ele esteja numa posição de superioridade intelectual/acadêmica sobre os demais mortais que discutem o assunto religiosidade.Demais,como é sabido,ele vem de uma igreja prostituída da cabeça aos pés.Antes de qualquer ataque,chamo a atenção que mencionei igreja,E NÃO A FÉ CATÓLICA ! Portanto,vejo que o Sr. Marcelo da Luz que vem de uma igreja,onde se ensina a lançar um “te absolvo dos pecados todos”,mas acoberta o coito entre padres e fiéis mulheres,que vão se confessar no cubículo,transformado em local de perdição,e que também acoberta o coito anal e a felação entre padres e coroinhas nas dependências da sacristia,não está,ao meu ver,apto a negar,e muito menos,firmar coisa alguma.Não estou dizendo que ele tenha praticado nada dessas coisas,apenas estou dizendo que ele vem dum ambiente,onde impera a imundície dissimulada de coisa santa.

    Quanto ao que me cabe,apesar de apreciar o debate religioso,não vou perder tempo em ler a teoria dele e nem assistir ao seu vídeo.

    Antes que os ataques/gozações venham,deixo claro que nunca pisei num confessionário,e muito menos,estive em visita acompanhado de um padre,ao interior duma sacristia.Portanto,poupem-me de provocações chulas.

  • Elson De Angelis disse:

    Postei um comentário que não entrou.Vou tentar postar novamente.Agora,só testando.

  • Elson:
    Você provavelmente deve ter cancelado o seu comentário acidentalmente, porque ele não figura na lista de spam.
    Se o aí de cima entrou, o outro também deveria ter entrado, a menos que contivesse mais de 3 links, caso em que o sistema manda para a lista de spams, para ser liberado. Como não foi o caso, você deve ter feito alguma coisa errada.
    Recoloque o seu comentário. Teremos prazer em acolhê-lo!

  • Elson disse:

    Vamos ver se agora entra.

    Sobre o Sr. Marcelo da Luz,autor do livro Onde termina a religião?,gostaria de comentar o seguinte : Vale lembrar que esse autor não é o primeiro,e provavelmente,infelizmente,não será o último a tentar negar a Bíblia Sagrada.
    Digo que,sendo ele um ex-aluno,creio que estudioso dos ensinamentos católicos recebidos,não significa que está numa posição de superioridade intelectual/acadêmica sobre os outros mortais que discutem o assunto religiosidade.Demais,como é sabido,ele vem de uma igreja prostituída da cabeça aos pés.Antes que me ataquem,chamo a atenção que disse igreja,e não A FÉ CATÓLICA!Portanto,vejo que o Sr. Marcelo da Luz que vem de uma igreja,onde se ensina a lançar um “te absolvo dos pecados todos”,
    mas que acoberta o coito entre padres e fiéis mulheres que vão se confessar no cubículo,transformado em confessionário das paixões carnais proibidas, e que também acoberta o coito anal e a felação entre padres e coroinhas nas dependências da sacristia,não está,ao meu ver,apto a negar,e muito menos ,firmar coisa alguma!
    Não estou dizendo que ele tenha praticado nenhum desses atos,apenas estou dizendo que ele recebeu educação religiosa num ambiente,onde impera a imundície dissumulada de coisa santa.
    Quanto ao que me cabe,apesar de apreciar o debate dos assuntos religiosos,não vou perder tempo em ler a teoria dele e nem assistir ao seu vídeo.

    Antes que os ataques/gozações venham,deixo claro que nunca pisei num confessionário,bem como nunca estive em visita acompanhado de um padre ao interior de uma sacristia.Portanto,poupem-me de provocações chulas.

  • Elson disse:

    Ao Sr. Ivo,
    Acabei de postar um comentário(o mesmo que não havia entrado).
    Aqui aparece a seguinte mensagem :Seu comentário está aguardando moderação.Se não entrar desta vez,creio que não sou eu que estou cancelando acidentalmente o comentário.Ok?

  • Aí está o seu comentário, Elson. Não sei a causa certa, mas talvez ele tenha ficado retido (apenas suposição), em função da palavra “anal” em seu texto. Este blog está automaticamente configurado para reter comentários com palavrões (não é o seu caso) e determinadas expressões. Você já reparou que aqui os crentes só conseguem xingar quando usam outras palavras que não palavrões?

    Quanto ao ex-padre, concordo com você, em parte. O fato de ele ter pertencido a uma igreja corrompida e cheia de vícios não o torna superior a qualquer um que estude esses mesmos aspectos das religiões. Mas se a podridão existe na Igreja Católica ( e existe mesmo), existe também entre as evangélicas – talvez até mais – e em outras denominações, umas mais outras menos, concorda?

    No meu outro site, o Irreligiosos temos também os depoimentos de um ex-pastor evangélico, que se tornou irreligioso pelos mesmos motivos. Por isso, acho que devemos sim, ouvir o que estas pessoas têm a dizer, porque viveram lá dentro e sabem como as coisas funcionam. Se você quiser visitar o site Irreligiosos, clique no banner no rodapé desta página.

    Finalizando, não tenha receios de dizer o que pensa e nem de ser pessoalmente ofendido ou xingado com palavrões porque aqui, isso não ocorre. O máximo que se chega é permitir umas xingadinhas de crentes (eles adoram xingar e chamar-nos de “filhos de Satanás”), desde que não contenham palavrões e ofensas pessoais graves a qq. pessoa.

    Fique à vontade e volte sempre! Seus comentários foram úteis ao debate.

  • Elson disse:

    Quanto ao que disse o Sr. Ivo,de não ser só na igreja católica a existir a podridão,isso é ponto que,creio eu,todos nós concordamos.
    Não vou perder tempo escrevendo sobre os Edir Macedo,Romildo Rodrigues Soares,o famoso RR Soares,Claudemiro,Malafaia,etc da vida.
    A questão Sr. Ivo,talvez não tenha ficado muito claro,é que eu defendo que um sujeito que tem a ousadia de dizer que “Cristo tinha muitas falhas de caráter e exerceu papel nada condizente com os Evangelhos”,sendo que esse mesmo sujeito é fruto de uma escola,onde se pratica a imundície dissumulada de coisa santa, e que deve ter presenciado muita coisa errada no meio em que viveu,mas que calou-se/cala,não tem,ao meu ver,condição alguma de negar a Bíblia Sagrada.
    Ao meu ver,quem tem/teve falhas de caráter é justamente o autor do livro.
    Devo lembrar que quem cala concorda.Ora,se ele sabia/sabe da podridão do meio em que foi educado(religião) e não denuncia/denunciou,então ele deveria ter ganho tempo e ficado calado.Volto a repetir : não estou afirmando que o Sr. Marcelo da Luz tenha praticado podridão alguma.
    Não sei se é o caso,mas se ele também critica as religiões dos Edir Macedo da vida,que ganham rios de dinheiro,ele não deveria se esquecer que também está faturando com os direitos autorais do livro.Tanto Edir e cia limitada,como Marcelo da Luz,estão faturando com a religião.

    Por último,queria perguntar a quem sabe mais do que eu : a Bíblia Sagrada,vira e mexe,é contestada,é negada,etc e tal.Sabe alguém me dizer se também Talmude e Alcorão sofrem esse mesmo tipo de contestação?

  • Livros sagrados como o Talmude, Torah, Alcorão, Vedas, etc. também são contestados por pensadores irreligiosos, agnósticos, humanistas seculares e pela comunidade ateísta, em nível mundial. Se você procurar em sites de língua inglesa, alemã e outras (já em menor escala) poderá confirmar isso.

    No Brasil, isto não fica muito evidente porque aqui, mais de 80% da população é cristã e as outras religiões, pulverizadas, são minorias. Caso contrário, você veria as mesmas críticas.

    O que os antirreligiosos combatem, de uma maneira geral, é o domínio que as religiões exercem sobre as pessoas, calcado em seus falsos “livros sagrados”. Isto é o que se denuncia.

    Quanto às falhas de caráter de Cristo a que o Dr. Marcelo da Luz se referiu, não são propriamente do personagem Jesus Cristo, mas de quem escreveu e traduziu os Evangelhos que, consciente ou inconscienteemente introduziu no texto seus próprios defeitos de personalidade, atribuindo-os a JC. Foi isso o que eu entendi e também que ele separa o Jesus Cristo histórico do Cristo bíblico, que ele considera completamente falso, como eu também.

    Para finalizar, ele diz que um congresso mundial de exegetas bíblicos concluiu que de tudo que existe nesse livro, apenas cerca de 18% pode ser considerado verdade, sendo o restante uma coleção de lendas e mitos adaptados.

    Pesquise e confira!

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