Gripe suina fabricada

05/12/2009
by mgomide3


Na análise de qualquer assunto, a primeira atitude a tomar é fazer uma concentração mental e colocar nossa consciência num pedestal de isenção tão absoluta quanto possível. Caso contrário, vamos raciocinar guiados pelas forças pré-estabelecidas pelos genes de nossa espécie animal. Vamos externar posições tendenciosas naturais. E a tendenciosidade natural – inconsciente –  é uma das maiores influências prejudiciais à boa e correta apreciação de um problema ou situação. Mesmo assim, diz-nos o bom senso que devemos ficar abertos à recepção de ponderações ou argumentações de terceiros para que sejam ajustadas ou enriquecidas as conclusões próprias. Tudo isso objetivando encontrar a posição mais próxima da verdade, posto que toda verdade é relativa.

Fazemos essa introdução para expor nossa opinião sobre as notícias atinentes às declarações da ex-ministra da saúde finlandesa, Dra. Rauni Kild (acesse o vídeo). Endereço:

 http://www.youtube.com/watch?v=JpOB4xkpjgQ

 A versão apontada pela ex-ministra já tinha sido exposta por renomadas autoridades científicas quanto ao enfoque de que o vírus suíno fora fabricado pela indústria farmacêutica com objetivos comerciais. Agora, fica-se sabendo – o que é mais grave – que o objetivo  foi o de alterar a densidade humana, inspirado naturalmente pela conscientização de que o excesso populacional é gerador de todo o desequilíbrio ambiental.

   Meditando sobre a matéria e considerando que contamos apenas com informações deduzidas,  notamos que o assunto, por ora, deve ser analisado sob duas perspectivas completamente diferentes. Para melhor esclarecimento, vamos ocupar essas duas posições e fornecer os argumentos gerados pelo raciocínio.

 1ª.  Perspectiva – Visão genética – A elaboração e disseminação proposital de um agente contagioso e mortal para os humanos são ações que atentam contra todas as normas sociais existentes nas diversas civilizações, desde as mais primitivas até as mais adiantadas. Nada justifica atitudes tão insanas, pois os efeitos são imprevisíveis e indiscriminados, podendo provocar um súbito descontrole não previsto pelos laboratórios. Segundo deduções, o objetivo seria a realização de expressivos lucros com a fabricação de remédios e vacinas. A diminuição populacional não seria o fim, mas o meio de alcançar aquele desiderato. Dessa forma, acrescentaram tal ação, conceituada como “evolução de marketing”, recurso válido para a vivência e manutenção da estrutura econômica vigente, no qual estão inseridos, mas criminoso por ser considerado genocídio. 

Naturalmente que as intenções da indústria farmacêutica, no caso, são hipotéticas – produto de deduções – pois um projeto dessa ordem, elaborado sob os mais rígidos controles de segredo, têm 99% de possibilidade de não serem revelados. Contudo, sob esse aspecto,  entendemos que os cérebros que idearam essa estratégia são, sem a menor dúvida, torpes, desvairados, insanos, sem respeito às leis naturais, princípios religiosos e a ética.

Aos que cedem às imposições genéticas do instinto da espécie humana, tais atitudes são condenáveis.

2ª. Perspectiva – Visão administrativa – Parece-nos que procedem as deduções das veladas intenções da indústria farmacêutica. Se as revelações agora trazidas a público se confirmarem, indicaria que as corporações econômicas mundiais se deram conta de que os perigos ambientais são reais e que estão equacionando a melhor forma de conjurar seus efeitos arrasadores. Elas, que têm o recurso da técnica avançada para manipular vírus e bactérias, estão fazendo o que têm que fazer: defenderem-se como puderem, preservando seu poder de ganho. Suas atitudes são coerentes com sua existência. Nesse caso, a diminuição populacional seria o verdadeiro objetivo, ao tempo em que se preserva a finalidade existencial da corporação: o lucro.

 As corporações, tendo como linha de frente a indústria farmacêutica, estão agindo e se adiantando ao que faria um governo global, que deveria ser formado para atender com urgência as necessidades ambientais. Os cérebros que planejaram tais propósitos mostraram-se extremamente inteligentes, intentando diminuir o peso destrutivo do principal agente na problemática ambiental. Nota-se que enxergaram a urgência de medidas concretas nesse sentido, e que seria contraproducente aguardar decisões burocráticas de ordem governamental. Enxergaram a ética na plenitude de seu significado que é o da conveniência social. A ética começou quando um homem primitivo propôs ao seu vizinho: “eu não roubo sua mulher, e você não rouba a minha”. Daí em diante, tudo o mais é produto de conveniências. 

 Os objetivos das corporações farmacêuticas são, na sua essência, altamente vantajosos para a humanidade. As reações da Natureza, face ao aumento populacional e à conseqüente degradação ambiental, prometem trazer mortes e destruições muitas vezes mais trágicas para os seres vivos, abalando ou destruindo as estruturas econômicas e sociais. Ante um mal maior, é preferível um mal menor.

Aos que se rebelam contra os instintos genéticos da espécie humana, tais atitudes são coerentes com a situação ambiental.

Há, dessa forma, duas vertentes de um mesmo fato. Ambas são válidas, dentro das condicionantes postuladas. Cabe a cada um discernir a que mais se harmoniza com suas visões.

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4 Comentários

  • VEJA O VÍDEO ANTES DE EMITIR SEU PARECER.

    Defendemos a retração do consumo supérfluo, o que levará à redução da emissão de óxidos de carbono na atmosfera, e assim estabilizar o desequilíbrio ambiental. Paralelamente, praticar o exercício de controle para restringir, gradualmente, a natalidade, e a sua seletividade, para que tenhamos gerações mais saudáveis e produtivas no futuro. Repudiamos a hipótese da provocação de uma hecatombe mundial por interesses econômicos dos poderes dominantes.

  • Caro Gomide:

    Como vc sabe, possuo muitos amigos e colaboradores em outros blogs e outros tantos que me enviam, por email, notícias e sugestões para posts. Já tinha recebido o vídeo da Dra. Rauni Kild. A denúncia é seria e já está correndo pela internet. Só não estou surpreso porque as suspeitas já vinham sendo levantadas há algum tempo, inclusive naquele vídeo que lhe enviei , o “Zeitgest”. Agora foi só a confirmação.

    E esteja certo, Gomide: não foi e nem será a primeira nem a última vez em que isso ocorreu na humanidade. Já estamos sob o famoso “governo mundial”, mas não aquele que queremos e que defendemos e sim um governo secreto, das elites, dos verdadeiros “donos do mundo” (descobriu-se, afinal, que o mundo possui sim seus donos). Uma elite de cerca de 120 pessoas composta por banqueiros, representantes das famílias mais ricas do mundo, políticos e governantes que detêm a posse e o gerenciamento de 2/3 do capital mundial são que nos governam e ditam as regras do jogo. Eles decidem sobre a guerra e a paz, sobre a economia, sobre a saúde, sobre a ecologia e até sobre quantos devem viver ou morrer, seja por guerra, envenenamentos ou pandemias e doenças
    fabricadas. A redução da população que defendemos é pelo controle da natalidade e não pelo extermínio, seja ele seletivo ou não.

    Mas já se sabe, de há muito. o nome desse poderoso grupo: são os Bilderberg, que se reúnem secretamente, uma vez por ano, em cidades e países diferentes, para decidir os destinos da humanidade. Eles são a força oculta por trás dos governos, aquele poder invisível que decide quem fica ou sai das posições estratégicas e que influencia nas decisões governamentais nos 5 continentes do mundo, meio à lá mafia: se serve e obdedece, fica; se não serve nem obedece, sai. Até o nosso ex-presidente FHC já se sujeitou aos desejos desse grupo.

    Só não sei explicar por que ainda não se conseguiu desmanchar ou anular as ações desse grupo, que assim se rege desde 1954, ficando cada vez mais ousado. Quem souber, por favor explique.

  • mgomide3 disse:

    Caro Ivo,
    Você abordou um aspecto que confere inteiramente com o meu ponto de vista. E o que você relata sobre os donos do mundo é pura verdade. Só assim se explicam essas ações brutais contra inocentes de diversos paises. A guerra do Chaco foi decidida numa mesa americana e isso não ficou em suposições. Sei e lhe adianto que FHC era um informante secreto de assuntos econômicos para o grupo Rochfeler. Naturalmente, que o controle populacional deva ser executado por meio da natalidade; pelo menos em tese. Mas, se o caos se implantar no futuro próximo… caos é caos. Por isso, é que lutamos para que a situação não chegue àquele ponto. Na minha análise, fiz um raciocínio filosófico lógico. Tentei interpretar os dois lados da moeda, sem expor meu pensamento pessoal. Em qualquer disputa, os dois lados têm sempre suas razões. Lembra-se das razões dos liliputianos em sua guerra? Algumas pessoas abominam o governo mundial, porque visto sob esse aspecto que você relatou e que é real. Afinal, o mundo e tudo o mais é resultante de um jogo de forças. Estamos assistindo a luta do lucro contra a vida. Qual vencerá?

  • Entende agora porque essas “conferências ecológicas mundiais” não produzem os resultados esperados? Quantos desses representantes dos “donos do mundo” estarão infiltrados lá? Por que os Estados Unidos se recusam sistematicamente em colaborar? (foi assim em Kyoto e será assim agora). E o que dizer do plano de expansão sionista? A maioria do capital do grupo pertence aos judeus. É só raciocinar e concluir.

    Portanto, os ambientalistas e homens sérios de todas as camadas, envolvidos com os problemas ecológicos, têm de lutar também contra essas forças. Denunciar a imprensa vendida, os cienti$ta$ comprados, a propaganda enganosa e as religiões comprometidas com as causas escusas.

    Não é facil companheiro, não é fácil. Seria preciso um grande livro, escrito a muitas mãos e de importância igual ou maior do que a Bíblia, para denunciar tudo. Quem o escreverá?

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