A matéria que será exibida abaixo é uma compilação de cerca de uma dúzia de diferentes fontes que, depois de analisadas e comparadas, recebeu nossa apreciação crítica e gerou este texto, já resumido e interpretado para os nossos leitores, segundo a visão que tivemos do assunto. Se você tiver coragem e sangue frio para ler a matéria até o fim, divulgue-a por toda a internet e onde mais puder, não esquecendo de citar a fonte. A humanidade e as instituições de defesa do meio ambiente e da vida animal precisam saber disto ou, se já sabem, serem mais enérgicas e cobrar providência a quem de direito:

Golfinho CalderonPior do que as touradas, pior do que a farra do boi, pior do que os rodeios, tão cruel quanto o sacrifício de antigos cristãos nas arenas romanas é o crime que se comete anualmente  nas Ilhas  Faroe, na Dinamarca, um país dito "civilizado", em nome de um rito de passagem de tradição viking: a matança de golfinhos da espécie calderon e de baleias bicudas, brutalmente dizimados às centenas, sob os olhares curiosos do povo, que  participa dos rituais e parece apoiar e se divertir com o macabro espetáculo. As fotos (cerca de 15) estão aí na internet, para quem quiser ver. Os vídeos, bem estes foram mais difíceis e tive de garimpar muito para selecionar o melhor e mais realista. E não vi nenhum melhor do que este que vocês irão ver (se tiverem estômago).

Apesar de ser uma antiga tradição que se repete há muitos anos, é de se estranhar que nenhum organismo de proteção ambiental e da vida animal tenha conseguido interromper essa prática ignóbil. Que poder há por trás disso? Isso se justificaria apenas em nome da "preservação de uma tradição popular"? Note-se que no caso e segundo explicações oficiais, as razões não são de ordem econômica, social ou de segurança ou equilíbrio da fauna marinha. Não há nenhuma  justicativa plausível, senão a manutenção de um costume milenar: os jovens, ao passar da adolescência para a fase adulta, tal qual alguns ritos indígenas (entre estes é com a caça de animais selvagens) devem atrair e matar o maior número possível de golfinhos calderon e baleias bicudas, para "provar" que estão prontos para entrar na idade adulta, O pior é que os golfinhos sacrificados são exatamente aqueles mais dóceis (os calderon), que se aproximam do ser humano apenas para brincar e se exibir com as suas habilidades.

A dizimação dos animais é uma verdadeira carnificina, com requintes de crueldade, já que a morte não é instantânea. Os golfinhos recebem pancadas na cabeça e são perfurados e cortados, morrendo lentamente, agonizando, gritando com um som semelhante ao choro de uma criança e ficam esvaindo-se em sangue, debatendo-se por longo tempo, até morrer. As águas da praia para onde são atraídos se tingem de vermelho e nas areias os animais mortos enfileiram-se como troféus. Se coisas semelhantes acontecessem no Brasil por certo já  teriam ganho o noticiárto internacional (vide as queimadas, o desmatamento na Amazônia e a biopirataria de animais e plantas silvestres)(*** – Ver nota de rodapé). Será que os países da união européia e outros do dito "primeiro mundo" inspiram mais temor àqueles que se aventuram a denunciar suas mazelas?

Este é o mais cruel massacre de animais marinhos de que se tem notícia, Matança de golfinhos - Japãomas não é o único. Isso, embora em menor escala e com menos requintes de crueldade,  também acontece anualmente, no início do 9º mês, na baia de Taiji, na ilha japonesa de Honshu. Só que lá, os motivos da matança são outros: os pescadores acreditam que os golfinhos atrapalham a pescaria porque comem os cardumes de peixes que eles, os pescadores cobiçam. Onde existem golfinhos há sinal de águas límpidas, com abundância de peixes, território em que o golfinho é visto como "concorrente" e, por isso, tem de ser morto, "para não atrapalhar", embora este se encontre em seu habitat natural e o intruso seja o homem.  E como japonês aproveita tudo, a carne dos golfinhos é utilizada  para consumo dos próprios pescadores   e o sobressalente é revendido para entrepostos pesqueiros.

Vídeo premiado "The Cove", mostra a dificuldade de se documentar as atrocidades do massacre de golfinhos, no Japão

No Japão, tanto as atividades de matança de golfinhos, como a de pesca e matança de baleias são de difícil documentação porque as autoridades japonesas proibem e/ou dificultam ao máximo a entrada da imprensa, bem como fotos e filmagens, como é mostrado no vídeo premiado  "The Cove" (A Enseada). Não querem que o mundo conheça esta outra face do país. Se você desejar ver esse vídeo, clique no link, no rodapé deste artigo ( Horror e Indignação: Japão e Dinamarca Promovem Massacre de Golfinhos )

Como nosso enfoque nesta matéria foi para os golfinhos, não vamos falar de uma outra matança que ocorre na Namíbia, na África do Sul, onde cerca de 90 mil focas são abatidas anualmente,  a pauladas, sendo 85 mil destas apenas filhotes. Tal como no  Japão, por lá as fotos e filmagens dessas matanças também são proibidas. Para onde vai a humanidade?

O vídeo do horror – matança de golfinhos e baleias bicudas, na Dinamarca

( Este vídeo contém cenas chocantes e não é recomendável para pessoas sensíveis e crianças menores de 14 anos)

Será que a barbárie desse povo vem dos ancestrais vikings, que dominavam os países

nórdicos entre os séculos VIII e XI? Noruegueseses e suecos agiriam também assim?

Se o homem, por ganância ou motivos fúteis, procede assim com os seres vivos, como esperar que ele tenha uma consciência planetária e preserve a natureza? Teria escrúpulos, respeito à humanidade e consciência ecológica suficientes para não derrubar árvores, queimar florestas e poluir os ares, os mares e os rios? Quando a superpopulação planetária acarretar a fome poderemos chegar ao canibalismo?

Pelo bem da vida e do planeta, divulgue esta matéria!

(***) – Em tempo e apenas para ser correto e justo: Isto também já ocorreu no Brasil: matança de golfinhos no litoral Norte do Brasil, em julho de 2007 – Num só barco pesqueiro, no Amapá, foram encontrados 83 golfinhos mortos, presos  por redes dos pescadores. Depois, sua carne era vendida para servir de isca, na pesca de tubarão. Mas as autoridades brasileiras apontaram isso como "um caso isolado" e os proprietários dos 2 barcos envolvidos foram processados e condenados a pagar uma multa de R$ 425.000,00 (5.000 reais por golfinho abatido). Muito provavelmente a  a maioria dos brasileiros desconhece o fato ou já nem se lembra mais. Por isso, esta nota. Em outra matéria. abordarei o assunto, com comentários, o vídeo e os desfechos.

Fontes: International Fund for Animal Welfare; Seal Alert South Africa; Jornal Britânico Daily Mail (foto-Japão); ANDA – Agência de Notícias dos Direitos Animais; Pravda; Youtube (no vídeo); intelectual; vidavegetariana ; diversas (internet); Jornal Correio dos Açores (Portugal)

Veja também o artigo correlato "Horror e indignação: Japão e Dinamarca promovem massacre de golfinhos", no blog coirmão "Formou? Disseca e Publica!"

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29 Comentários

  • Até quando veremos cenas como esta, absurdos inexplicáveis, barbárias que são cometidas diariamente pelo que se diz” ser humano”.
    Abraços forte

  • Maria Souza disse:

    Ivo, não sou uma pessoa preparada para ver essas filmagens.
    Acho-me fraca para visualizar tanta barbárie.

    No entanto, lí com atenção tua explanação e me parece que, universalmente, os seres humanos tem duas caras: uma é o cartão de visitas sem manchas, sem qualquer vestígio de violência ou afins.

    A outra, bem …essa pertence há poucos felizmente: um lugar no cérebro que emite egocentrismo, maldade sem limites, ataque para engrandecer não sei o que a sua personalidade perante outrens.

    Assim, por essa razão, muito embora existam milhares de Instituições que busquem a vivência com sabedoria para preservação até mesmo de sua geração familiar, surge esses malignos, doentes mentais que, muito dificilmente deixarão de perseguir o mal porque são, verdadeiramente, maus.

    Com carinho,

    Maria Souza – Porto Alegre – RS

    obs.: como pedes a divulgação, vou copiar tua matéria e enviar ao meu amigo e tradicional Jornalista de nossa Zero Hora para consideração.

  • De fato, Maria, as cenas são muito fortes e impactantes. Por isso eu fiz a recomendação para os leitores. E agora me pergunto: quando eles mesmos (os protagonistas) vêm essas cenas, será que não se chocam?

    Quanto à sua sugestão de enviar a matéria para a Zero Hora, seria muito útil e desde já agradeço. Coisas como essas precisam ser divulgadas, exaustivamente. Abraços!

  • Cris disse:

    Não entendo o porque dessas ações medievais. Um ser capaz de fazer isso com um animal indefeso, não é humano. Infinitamente superior são os animais não humanos.

    Beijocas

  • Darcy Mendes disse:

    Como o homem pode ser tão bárbaro desse jeito?
    É inadmissível matar por esporte!
    São verdadeiros monstros sem alma e sem razão!

  • mgomide3 disse:

    As cenas mostram homens maduros e idosos participando dessa crueldade inaudita, verdadeiro festim cavernoso do inferno dantesco. Isso indica que há um aleijume mental-cultural naquele país. Seria interessante que alguém fizesse uma autopsia no cérebro dessas pessoas, para investigar cientificamente o que há ali dentro. A Dinamarca é o país que tem o mais alto índice de renda “per capita” na Europa, o que leva tais indivíduos ao retorno civilizacional dos Wikings, como exaltação aos seus ganhos materiais. Isso os torna conscîentes de sua autossuficiência existencial, não necessitando da alma. Deve ser isso. Não encontro outra explicação. Fico é vergonha de ter nascido humano, sinceramente. As ações nazistas de há poucos anos foram angélicas ante tais covardias dinamarquesas.
    Um pensador escreveu: “se Deus for justo, temo pela espécie humana.”
    Está ai um documento da nossa época, dessa civilização degradada, desnatuada e auto-suicida. Como bem diz o articulista, se fazem o que fazem, como ter consciência ecológica?
    É melhor parar por aqui…

  • mgomide3 disse:

    As cenas mostram homens maduros e idosos participando dessa crueldade inaudita, verdadeiro festim cavernoso do inferno dantesco. Isso indica que há um aleijão mental-cultural naquele país. Seria interessante que alguém fizesse uma autopsia no cérebro dessas pessoas, para investigar cientificamente o que há ali dentro. A Dinamarca é o país que tem o mais alto índice de renda “per capita” na Europa, o que leva tais indivíduos ao retorno civilizacional dos Wikings, como exaltação aos seus ganhos materiais. Isso os torna conscientes de sua auto-suficiência existencial, não necessitando da alma. Deve ser isso. Não encontro outra explicação. Fico é vergonha de ter nascido humano, sinceramente. As ações nazistas de há poucos anos foram angélicas ante tais covardias dinamarquesas.
    Um pensador escreveu: “se Deus for justo, temo pela espécie humana.”
    Está ai um documento da nossa época, dessa civilização degradada, desnaturada e auto-suicida. Como bem diz o articulista, se fazem o que fazem, como ter consciência ecológica?
    É melhor parar por aqui…

  • LISON disse:

    Saudações!
    Amigo Ivo,
    Uma excelente matéria!
    Já conhecia um pouco dessa barbárie praticada pelos dinamarqueses, por sinal, muito bem fundamentada em seu artigo.
    É isto que chamo de verdadeira bestialidade, ou a bestialidade humana manifestada com todos os seus requintes de frieza.
    A história desse povo se arrasta ao longo das eras. Foram invasores e bárbaros de dezenas de países, é o que a história registra, praticaram estupros, empalaram seres humanos, pintaram e bordaram que seus feitos sanguinários ganharam fama mundo a fora.
    A carnificina tem o apoio velado das próprias instituições governamentais locais, assim, se sentem acima das espécies racionais e irracionais.
    Para eles qual é a diferença de uma barata, um golfinho ou um ser humano. Penso que nenhuma!
    Razão maior do patrocínio deslavado e inescrupuloso e acima de tudo sanguinário…
    Isso que vemos agora, em vídeo é fichinha. Diz o grande pensador, Edson Steel, – meu amigo-, que nem Hitler, conseguiu dar corretivos nos dinamarqueses em 1940.
    É importante ressaltar que essa prática se dá em quase todas as centenas de ilhas, e jamais, houve qualquer providencia no sentido de frear tais crueldades.
    E registre-se, não é somente na Dinamarca que tais atrocidades acontecem, em muitos vilarejos de outros países vizinhos, é o que amigos me relataram.
    Tenho uma irmã que mora no país vizinho, me relatou. Faz tempo.
    Tenho um amigo –grande produtor de calçados com fábricas em vários países e na China- que mora bem ao lado, certa noite não consegui dormir ouvindo tantas histórias verídicas. Isso o que você está se referindo é a matança dos dóceis golfinhos, mas a sua grande maioria naquela região praticam a caça –clandestina de animais- são verdadeiros clubes fechados- uma carnificina macabra.
    Por vezes me questiono…
    Que primeiro mundo é este?
    Mas, não posso generalizar- há grande maioria daqueles povos são decentes- e isso é perigoso.
    Países desenvolvidos que matam Presidentes da República a Bala?
    Que exterminaram suas florestas, e as espécies?
    Que se quer sabem tratar o lixo que produzem?(Carlos Minc)
    É melhor eu continuar morando aqui pela Serra Ykamiaba, na minha amada Nhamundá!
    O retrato que você pincelou com a pena da verdade, é a autenticidade da BESTIALIDADE HUMANA.

    Meu amigo, parabéns pela matéria, um Post excelente!
    Abraços!
    LISON.

  • Meus amigos que aqui comentaram:

    Primeiramente, obrigado por terem acolhido ao chamamento para opinar. Ainda que virtualmente, conheço quase todos vocês e tinha certeza de que com as suas sensibilidades não iriam se furtar a manifestar suas indignações.

    Se eu dissesse que não me sinto envaidecido com os seus comentários, estaria mentindo, usando de falsa modéstia, eis que todos temos um pouco de vaidade. Mas confesso que não escrevo visando aos elogios e o que me moveu a publicar tal artigo – que inicialmente até me recusei a acreditar fosse verdade -foi a mesma indignação e revolta que vocês sentiram.

    Embora já maduro, sou homem, espadão mesmo, e gosto muito, muito mesmo do sexo oposto. Mas em determinadas circunstâncias, sou tão sensível quanto a mais meiga e frágil das mulheres, talvez até capaz de chorar. E é assim que me sinto neste momento. marejam-me os olhos.

    Como disse o sábio Gomide, há certas horas em que sentimos vergonha de pertencer à espécie humana e vendo tais atos chegamos a duvidar que sejamos desta mesma espécie. Será que a ciência ainda tem algo a descobrir sobre essa diversidade de comportamentos entre os “humanos”?

  • EM TEMPO: GOMIDE, VOCÊ TEM RAZÃO; TAMBÉM NOTEI A PRESENÇA DE VÁRIAS PESSOAS IDOSAS, JÁ DE CABELOS BRANCOS, NUMA MATANÇA QUE DEVERIA SER FEITA SOMENTE PELOS JOVENS, SEGUNDO A “TRADIÇÃO”.

    Vai ver que acharam a “farra do golfinho” tão boa que não resistiram e entraram na brincadeira. Mas o pior são as crianças assitindo a essa cenas, significando que a “tradição” passará de pai para filho. Será que aqueles merdas nãop pensam nisso? Que esperar de uma geração criada com esses costumes bárbaros?

  • Olá, Ivo!

    É extremamente revoltante ver tanta crueldade, falta de caráter, consideração e respeito com os seres vivos como o que as fotos mostram. É totalmente incomsebível que um ser humano seja capaz de praticar tamanha crueldade, convardia e insanidade em viventes. Que castigo essas pessoas merecem?

    Abraços

    Francisco Castro

  • um absurdo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  • Cláudio Cerejo disse:

    Sr Francisco:

    Não seria nem necessário “castigo”, pois seria até impossível, impraticável, punir toda uma população. Bastaria que se proibisse a matança e daí para frente, aí sim, se estabelecesse penas severas para quem fosse apanhado usando tais práticas.

    Só não sei e nem entendo por que ainda não fizeram isso.

  • Gilberto disse:

    Olá Ivo e Leitores do Blog,
    Na realidade não podemos julgar este povo individualmente, pois o ser humano como um todo é ruim, para sí e para o planeta.
    Enquanto aqueles que são indicados na matéria acima estão matando golfinhos indefesos, os japoneses estão matando baleias, os estadunidenses estão contaminando o planeta com urânio e césio, os brasileiros, que estão entre os povos mais mal educados do globo, não sabem nem usar uma lata de lixo, não tem respeito pelo seu semelhante e não conseguem nem administrar suas famílias.
    O crime verdadeiro é a passividade, pois enquanto alguns poucos estão a decadas falando sobre o aquecimento global, sobre a poluição das águas, esta que pode comprometer o abastecimento mundial, as queimadas que podem tornar o cultivo de alimentos insuficiente para alimentar a população, a grande maioria das pessoas está mais interessada em cultivar futilidades e , como os vírus, destruir tudo o que estiver ao alcance.
    Estes dias, enquanto muitos problemas teriam que estar sendo resolvidos e enquanto a população deveria estar pressionando o governo para prover soluções, o povo estava na praia comemorando os milhões que o governo gastará com as olimpíadas, sendo que nem o dinheiro para a restituição do imposto de renda o governo diz que tem.
    O povo, não só daqui, não só de lá, mas a população do planeta é futil, insensata e manipulável, não podemos julgar nossos semelhantes sem antes julgarmos nossos próprios atos.
    Um grande abraço a todos
    Giba

  • mgomide3 disse:

    O governo australiano autorizou a caça (assassinato) ao canguru até o limite de 20.000 animais, tendo em vista que há no país excesso desses marsupiais. Nas considerações feitas pelas autoridades, a medida é justificada pelo fato de que, por falta ou escassez de alimento, centenas de cangurus estão morrendo de fome. Há, no país, uma população da espécie considerada excessiva. E, já que os cangurus estão morrendo de fome, deve-se matá-los em quantidade compatível para que os demais tenham as mínimas condições de sobrevivência no pastoreio. Conclusão extremamente racional. Esse governo australiano é inteligentíssimo. Demonstrou amor aos animais e espírito caridoso.
    A Rússia liberou a caça (matança) do urso siberiano para os esportistas americanos ricos que, montados em helicópteros, os procura e abate, também por existirem em grande quantidade. Excesso de ursos.
    Os países africanos autorizaram a caça (morticínio) aos elefantes por se terem reproduzido muito, o que vem ocasionando destruição das lavouras dos homens. É excessiva a população dos elefantes; mais de duas mil cabeças! A carnificina dos bebês-foca se dá pelo mesmo motivo, excesso.
    Reconhecemos que todas as medidas governamentais são extremamente inteligentes e racionais. Caridosas, até. Somente não entendemos porque o mesmo raciocínio não é empregado com relação ao imenso excesso gritante e excessivamente excedido (pleonasmo proposital) de animais humanos, cuja população mundial ultrapassa os 6.700.000.000 (seis bilhões e setecetos milhões).
    Quando não se consegue entender esses tipos de situações, sente-se uma angústia agonizante, essa sensação de um NADA no complexo existencial.

  • Júlio de Sanctis Gonçalves disse:

    Muito interessante o seu raciocínio, Sr. Gomide. Se pararmos para pensar bem, se a mesma lógica fosse aplicada aos humanos, teriam que ser mortos alguns milhões deles para manter-se o equilíbrio populacional. Mas como se julgam seres “superiores””… para os humanos, não pode. Então, matem-se os animais em excesso, mas conserve-se o ser humano, mesmo em excesso. Quem mandou as espécies inferiores não “evoluirem” como o homem?

    Ah, se um dia houvesse uma revolução dos bichos e se eles utilizassem este mesmo raciocínio… Adivinhem para quem eu ia torcer?

  • Paizes desenvolvidos ? Povos civilizados ? O que esperar

    dos menos desenvolvidos e menos civilizados ?

    A Terra está certa em devorar a humanidade, através de seus

    cataclismas.

  • edilene disse:

    muito triste
    num consigo nem ver nem comentar
    ):

  • “O QUE OS OLHOS NÃO VÊEM, O CORAÇÃO NÃO PADECE”. Diz o velho provérbio.
    A violência contra seres vegetais e animais pelos seres humanos, começou como forma de autoafirmação desde quando passaram da condição de “caçados à de caçadores”. Como forma de defesa para suas habitações, as florestas do entorno tinham que ser eliminadas a fim de expor a aproximação traiçoeira de animais predadores. Com a evolução dos tempos, florestas passaram a ser vistas como sinônimo de atraso e de pobreza. Passaram a ser destruídas para satisfação visual e, ainda hoje, para transformar seus espaços em pastagens. Vemos crianças e adultos, com a maior naturalidade, massacrando plantas ornamentais ou matando muitos insetos inofensivos, ou pequenos animais predadores deles que mantêm o equilíbrio populacional. Tudo de forma inconsciente quanto à realidade ecológica. Primitivamente, do mesmo modo com que festejamos o início de safras agrícolas, seres animados eram caçados, ou pescados, em rituais festivos, como abertura de temporada ou celebração de algum evento social, como o registrado no vídeo. Assim, também é a “farra do boi”, a “corrida de São Firmino” , as touradas, a caça à raposa, pela nobreza européia e à perdiz nos tabuleiros das Américas. Semelhante ao caso dos golfinhos, porém com menor sensibilidade, são as pescarias com rede de arrasto no nosso litoral e a pesca com dinamite na costa baiana, quando milhões de seres de várias espécies são aniquilados para que o pescador recolha os poucos que lhes interessa. A consciência de massacre inútil e antiético é bloqueada pela ilusão dos heroísmos primitivos, ou dos campeonatos atuais. Em nível mais elevado reflitamos sobre as guerras atuais entre povos, insuflados por líderes insensatos para assegurarem hegemonia, ou para dominar fontes de recursos naturais, nos quais promovem as maiores atrocidades contra seres humanos inocentes e indefesos, quer seja entre os cultos europeus que dizimaram os povos nativos das Américas e da África por questões econômicas, assim como, atualmente, entre si por causas religiosas ou étnicas. Citemos os massacres étnicos na Bósnia, as atrocidades entre religiosos das duas Irlandas, os atos terroristas dos separatistas bascos na Espanha e, tantos outros, em várias partes do mundo. Inclua-se os frequentes massacres na África. A violência dos mais fortes contra os indefesos sempre existiu e continuará existindo enquanto oculto dos olhares mais sensíveis dos povos. O que vem ocorrendo é que as facilidades tecnológicas das captações e divulgação de imagens comprometedoras, como no caso do vídeo aqui divulgado a nível mundial, expondo estas chagas tradicionais e injustificáveis, submetendo-as a um crivo ético mais amplo, e incentivando a semeadura de uma nova consciência ambiental e ecológica. Não nos esqueçamos, porém, que a violência é parte do processo seletivo para evolução e sobrevivência das espécies, tanto vegetais como animais. OS NOSSOS CORAÇÕES ESTÃO PADECENDO MAIS PORQUE OS NOSSOS OLHOS ESTÃO VENDO MAIS.

  • Brilhante comentário, Antídio. É duro, realista, mas não é totalmente pessimista. Você levanta uma hipótese que é uma esperança: “ com o advento dos avanços tecnológicos nas áreas de informação e comunicação, estamos enxergando mais o que antes não víamos. E isso abre uma possibilidade de que, em passando a ser divulgadas essas atrocidades, a opinião pública mundial as condene“.

    É uma esperança. Remota, mas é. O que é necessário é a humanidade trabalhar para fazê-la acontecer logo, antes que seja tarde.

  • Luiz Eduardo disse:

    Este artigo e diversos outros documentários é mais uma prova da faceta macabra e monstruosa da maldade do homem. Pertubar criaturas tão belas em seu habitat, seres que nunca interferiram na vida do homem, apenas positivamente com a sua beleza, e serem vítimas de tal massacre. É revoltante! Eu respeito a natureza e respeito a vida, independente de que espécie. Não sou de desejar mal a ninguém, mas se existir justiça no mundo esses vilarejos deveriam sertir a força natureza em toda a sua fúria.

  • mgomide3 disse:

    Tivemos uma aula esclarecedora do digno ambientalista Antídio. Concordo com tudo o que foi explicado. Faço apenas um pequeno reparo. Violência é uma ação histórica e fator de evolução, mas não a confundamos com a maldade, geralmente praticada gratuitamente, com a única intenção de proporcionar ao agente a satisfação de prazer de mentes insanas.

  • Cláudio Cerejo disse:

    Horripilante! Pergunto aos debatedores: essas matanças também existem no Brasil? E além da divulgação em blogs existe uma forma mais direta de protestar?

  • IVO/GOMIDE – Obrigado pelo Incentivo.
    GOMIDE/ JÚLIO DE SANCTIS GONÇALVES – Gomide em seu comentário de nº 15, ironiza o fato de alguns governos promoverem o massacre de parte da população de alguns animais silvestres para garantir a sobrevivência de outra. – JÚLIO (nº 16)compara a mesma lógica aplicada aos humanos, hipoteticamente. Não meus amigos; isso não é hipótese. É uma realidade que está ocorrendo em muitos países capitalistas. Seus governos já não cumprem suas finalidades sociais básicas de distribuir boa parte do PIB através de serviços essenciais para a maioria empobrecida pelo desemprego crescente em todo o mundo. Estas, depois de perderem suas fontes de rendimento para os donatários dos processos tecnológicos, são condenadas a uma morte lenta e sofrida pelas deficiências alimentar, de assistência médica, de educação, segurança habitacional, morando em locais insalubres sujeitos a enchentes, deslizamentos de terra, em favelas que, frequentemente, são destruídas por violentos incêndios, sem direitos, sem razão, sem moral, e classificados pelos “bem sucedidos” como preguiçosos e vagabundos. É o massacre de uma parte da humanidade, para que a outra possa viver melhor. Concordam?

  • mgomide3 disse:

    Caro Antídio,
    Sua visão é coerente e retrata a realidade sociial. Dito de outro modo, os “donos do poder” estão eliminando parte da populaçao mundial; a que não tem capacidade (alimentícia, organizacional, educacional, mental) de se inserir no sistema econômico. Os capitalistas consideram que essa população não lhes dá retorno e, por isso, a ignoram. Na prática, isso corresponde a matá-los lentamente, pelo simples ato do abandono; e ainda os acusam de incapazes. Seria menos cruel eliminá-los com os poderosos recursos bélicos de que dispoem. Pelo menos ficariam caracterizados os autores e as vítimas. Mas, caro Antidio, a realidade em nossos comentários está em que o mundo está pequeno para nos caber a todos. E uma espécie animal está grande demais e é intensamente predadora no geral. Não é preciso dizer que é a espécie humana, ora, ora.

  • Miguel Dias disse:

    Muito bom fazer a divulgação, quantos mais melhor para nos unir uma só voz e fazer parar de uma vez por todas o genocídio ambiental, que vem a ser praticado há séculos por erros e ignorância do ser humano.

    Agora no séc. XXI será que ainda somos analfabetos, para permitir e suportar tais actos?

  • leandro prata disse:

    é inconcebível que esse fato continue se repetindo ao longo dos anos, pois, nenhum ritual ou tradição que seja pode ter mais importância que a dadiva maior que nos foi dado(a todos os animais) a vida. pesso a todos que continuem denunciando tais fatos.

  • Thiago disse:

    Olha eu ja fico revoltado a vontade que tenho no fundo do coraçao é judiar desses seres humanos ai tambem e se um deles questionar por que faço isso iria dizer: ” você gosta de matar golfinhos eu gosto de judiar de pessoas como você que gosta de infligir dor” porem nao estarei sendo melhor que eles mas Deus sabe o que faz

  • Dudu disse:

    Bando de covardes, queria ver eles tentando fazer isso com tubarões…assassinos e covardes. Alguém precisa fazer alguma coisa contra isso, não é possível…

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