O que alguns cientistas, filósofos e pessoas incomuns pensam sobre a burrice:

  • "Só sei que nada sei. E o fato de ter consciência disso já me coloca em vantagem sobre aqueles que acham que sabem alguma coisa." (Sócrates, filósofo grego, por alguns reconhecido como "o mais sábio dos homens")
  • "Duas coisas são infinitas: o universo e a burrice humana. Mas a respeito do universo ainda tenho dúvidas." (Albert Einstein)
  • "Contra a burrice até os deuses lutam em vão" (Schiller, poeta, dramaturgo, filósofo e historiador alemão)
  • "Toda unanimidade é burra." (Nelson Rodrigues, dramaturgo, escritor, teatrólogo e jornalista) (*) Ver nota ao final das citações.
  • "A estupidez humana é a única coisa que dá uma idéia do infinito" (Ernest Renan, filósofo francês)
  • "A estupidez coloca-se na primeira fila, para ser vista; a inteligência, coloca-se na retaguarda, para ver." (Bertrand Russell, filósofo, matemático, escritor, professor e pacifista inglês)
  • "A burrice no Brasil tem um passado glorioso e um futuro promissor" (Roberto Campos, economista e ex-senador)
  • "Ao contrário da inteligência, que não é contagiosa, burrice pega." (San Tiago Dantas, jornalista, professor, ex-Ministro da Fazenda e das Relações Exteriores do Governo João Goulart)
  • "Há tantos burros mandando em homens de inteligência que, às vezes, fico pensando que burrice é uma ciência" (Ruy Barbosa)

(*) Nelson Rodrigues usava indiferentemente e alternadamente as expressões: "Toda a maioria é burra" e "Toda unanimidade é burra". A crítica e a mídia tornaram mais conhecida a segunda expressão (unanimidade). Por isso, embora achando mais verdadeira a primeira, divulguei a segunda. E que não se diga que significam a mesma coisa, só porque a unanimidade contém a maioria. Há diferenças de conotações.

E eu, você , outras pessoas comuns e a mídia? Como vemos a burrice?

QSerrandoArvore_L270.jpguanto a mim, três tipos de pessoas me irritam profundamente: o covarde, o prepotente e o presunçoso. O covarde, por não ter coragem, bravura e determinação suficientes para encarar determinadas situações ou por associar-se a outras pessoas para fazer aquilo que não consegue fazer sozinho; o prepotente, por usar do seu verdadeiro ou pseudo poder para oprimir aos outros e o presunçoso por querer humilhar os seus semelhantes com a sua jactância decomedida. Mas pior do que todos esses defeitos de personalidade é o da burrice. Descobri que pessoas burras têm o poder de me deixar muito mais irritado ainda e louco por lhes dizer umas verdades que mereceriam ouvir, mesmo sabendo que não adianta, porque é impossível convencê-las apenas com argumentos lógicos. Essas pessoas só aceitam o que passa pelo seu crivo interno, que funciona de uma maneira estranha, só compreensível por elas. Não sendo assim, funciona também a ilusão, tal qual se faz com uma criança, para que coma, durma ou obedeça.

[…]Sempre desejei escrever sobre isso, quando lá pelos meus 14 ou 15 anos, comecei a sentir os primeiros efeitos da convivência com algumas dessas pessoas. Tentava compreender por que existem as pessoas burras (e até se eu mesmo não seria também uma delas, sem saber, já que tinham tantas à minha volta). Sentia que me deixavam irritado e que o convívio com elas muitas vezes me impedia de realizar coisas que, de outra forma, eu poderia ter realizado com êxito e ainda com rapidez e perfeição. Começava a suspeitar que essas pessoas, mesmo involuntariamente, eram nocivas. Mas como dizer isso a elas e por que culpá-las dos fracassos alheios e expor a minha ranzinzice? Não, eu não poderia fazer isso. Minha autocrítica e meus princípios morais não permitiam (ah, se não fossem eles!…). Ademais, eu ainda não tinha certeza absoluta se a burrice era uma doença ou uma negligência educacional ou defeito de caráter. Como negligência educacional ou defeito de caráter, eu poderia criticar. Mas se fosse doença…

Finalmente hoje, criei a tão esperada coragem porque tive a consciência de que estava praticando uma das coisas que eu abominava: a covardia. Tudo bem que neste caso, a causa era nobre e justificativa da atitude – não ofender nem ser injusto com pessoas que não tinham culpa de serem como são. Mas, ainda assim, era uma covardia. Se eu tinha vontade de falar e abordar a questão, por que não fazê-lo? Não iria citar nomes nem xingar ninguém de burro. Só iria falar genericamente sobre a burrice e suas conseqüências para quem assim é e para quem convive com essas pessoas. Além desse já citado motivo, outros me levaram a tomar essa decisão: 1 – Ver que o assunto já está sendo debatido abertamente pela mídia e também nos círculos médicos e acadêmicos; 2 – A reportagem "O Poder da Burrice", da Revista Planeta, Ed, 432, pags, 32-37, que aborda o assunto magistralmente, expondo pontos-de-vistas semelhantes aos que eu mesmo já tinha, mas não tive coragem de expor.

Burrice_furalingua_L300.jpgParticularmente, sempre desconfiei que a burrice fosse uma doença e também contagiosa, quando disseminada entre multidões ou mesmo no convívio em pequenos grupos sociais. E, de fato, o que eu supunha, agora é uma certeza, depois que minhas pesquisas me levaram a concluir que burrice é uma doença que não só é contagiosa, como pode ser genética. Resumindo, existem três tipos de burrice: a de nascença ou por doença; a adquirida por contágio na convivência e a por negligência ou defeito de personalidade por inércia. Qualquer que seja o caso, ela é extremamente nociva para os que sofrem do mal e para os que convivem com o acometido. O curioso nisso tudo é que a pessoa que sofre de burrice não tem consciência de que possui essa anomalia e, por isso, não procura mudar. Continua, assim, a espargir os efeitos do seu comportamento, como se fosse um vírus. Ocasionalmente, algumas dessas pessoas chegam ao poder (sim, os burrinhos também têm sorte, protetores e seguidores). Uma vez lá, tornam-se mais perigosas ainda, porque com o poder do comando e não censurados pelos bajuladores, podem causar estragos terríveis (como uma guerra do Iraque, por exemplo), achando que estão agindo corretamente. Nem a crítica dos opositores as abalam, porque os interesseiros e bajuladores se encarregam de dizer que tudo é inveja, despeito ou "intriga da oposição".

Vamos então ver, agora, por que hoje se diz que "burrice é uma doença", para uns, curável; para outros, ainda sem cura: Vejam a reportagem abaixo, divulgada no jornal virtual "Paraná Online", referindo-se às recentes conclusões do cientista James Watson, 75 anos, Prêmio Nobel de Medicina em 1962, quando discorria sobre a burrice, num documentário da TV Britânica "Channel 4", no ano de 2003:

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"Burrice é doença e tem cura, diz cientista

Redação O Estado do Paraná

Londres – A burrice é uma doença genética que deveria ser curada, segundo James watson, 75 anos e um dos dois cientistas que descobriram a estrutura do DNA há 50 anos, uma conquista que lhe valeu o prêmio Nobel de Medicina em 1962. A declaração foi dada pelo cientista num documentário da TV britânica "Channel 4", que será transmitida neste sábado para comemorar o 50º aniversário da chamada "descoberta do século" e foi divulgado ontem, no Reino Unido. Watson defende que as pessoas burras ou com coeficiente intelectual baixo que não têm um transtorno mental diagnosticado, sofrem de uma desordem que é transmitida de forma hereditária pelos genes, como acontece com doenças. "Se alguém é realmente burro, chamaria isso de doença", diz o renomado professor, grande impulsor do Projeto Genoma Humano, a iniciativa internacional para decifrar o chamado "mapa da vida". Watson considera um erro associar a lentidão na aprendizagem a uma situação de pobreza ou a problemas familiares, "como diria muita gente", já que é mais provável que exista causa genética que pode e deve ser corrigida."

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Sei não, sei não. A despeito de crer que isto seja possível, no futuro, filio-me àqueles que pensam que, por enquanto, a doença é incurável. Já quanto às outras formas de burrice (a adquirida por contágio e a por defeito de personalidade por inércia), estas acho que até poderiam ser curadas ou minimizadas, se houvesse interesse e vontade. O problema é que, além da preguiça mental, as pessoas não admitem que são burras, preferem continuar como estão e ofendem-se se alguém lhes aconselhar a mudar de comportamento. E por que se formam essas falsas convicções? Por uma razão muito simples: costuma-se confundir cultura com inteligência e falta de cultura com burrice. Nada mais falso. Existem pessoas cultas, mas burras e existem pessoas incultas, extremamente inteligentes. Exemplos com gente famosa? George W. Busch (culto, à força(*), mas muito burro) e Lula (inculto, mas inteligente). Ah, dirão uns: "Se o Bush fosse burro, ele não seria o Presidente dos Estados Unidos". Isso também é um outro equívoco. Tanto é possível, que ele está lá. Bush é o típico exemplo do "perigo da burrice no poder" a que me referi. Passem o seu governo a limpo e vejam o que ele fez, mesmo contando com capacitados assessores. Estes, quando servem a pessoas como Bush, só fazem dizer amém à vontade final do líder burro e prepotente, encobrindo ou minimizando os seus erros, porque sabem que a máquina da instituição "Estado", funciona sozinha, independente de quem seja o presidente. A isto se chama subserviência consciente. Acatam para agradar, mas também por saber que haverá alguém para corrigir as trapalhadas feitas. Mas, se o presidente for teimoso e insistir em usar suas prerrogativas, pode causar até uma terceira guerra mundial ou uma crise econômica universal ou ate uma destruição de grande parte do planeta. Por isso, a burrice é perigosa. Mormente quando o burro está no poder.

Vamos então, comentar e extrair alguns excertos da bem documentada reportagem " O Poder da Burrice ", da Revista Planeta. Segundo a reportagem, "o perigo da burrice é que até mesmo os mais inteligentes tendem a desvalorizar os riscos inerentes à burrice. E ela é mais perigosa que a crueldade: esta, tendo uma lógica compreensível, pode pelo menos ser prevista e enfrentada "(pág. 34). Mais adiante, este trecho que destaco:

"A burrice tem três características fundamentais:

  1. Ela é inconsciente e recidiva: o burro não sabe que é burro e tende a repetir várias vezes o mesmo erro. Tais características contribuem para dar mais força e eficácia à ação devastadora da burrice. A pessoa estúpida não reconhece os próprios limites, fica fossilizada em suas convicções particulares e não sabe mudar. Por isso, como diz o psicólogo italiano Luigi Annoli ' no âmbito clínico, a burrice é a pior doença, por ser incurável '(grifo meu). O estúpido é levado a repetir os mesmos comportamentos porque não é capaz de entender o estrago que faz e, portanto, não consegue se corrigir.
  2. A burrice é contagiosa. As multidões são muito mais estúpidas que as pessoas que as compõem. […] ' O contágio emotivo próprio do grupo diminui a capacidade crítica', explica Anolli. 'Percebe-se a polarização na tomada de decisão: escolhe-se a solução mais simples, que na maioria das vezes é a menos inteligente.'
  3. Além da coletividade, há um outro fator que amplifica a burrice: estar numa posição de comando. 'O poder emburrece', afirmava o filósofo alemão Friedrich Nietzsche. Por quê? Quando estão no poder as pessoas muitas vezes são induzidas a pensar que, justamente por ocuparem aquele posto, são melhores, mais capazes, mais inteligentes e mais sábias que o resto da humanidade. […]

O poder, seja ele político, econômico ou burocrático – aumenta o potencial nocivo de uma pessoa buBush_A235df.jpgrra.

" Prossegue a reportagem citando alguns exemplos clássicos e/ou históricos, da burrice de líderes: […] o mesmo obtuso e burro senso de invencibilidade fez o general George Custer supervalorizar suas forças e atacar os índios em Montana (EUA), EM 1876. Resultado: centenas de soldados do Exército norte-americano foram massacrados pelos índis sioux e cheyennes no riacho Little Big Horn. Adiante, mais um outro exemplo histórico clássico, bastante conhecido: […] levou Napoleão a atacar a Rússia em pleno inverno de 1812: o Exército francês foi dizimado pelo frio e pela exaustão. Sem contar as previsíveis tragédias das guerras do Vietnã e do Iraque, de hoje.

Todos nós estamos prontos a admitir que somos um pouco loucos, mas burros, jamais. Fuçando na literatura científica, é possível descobrir que somos um pouco burros, cada qual de um jeito diferente; mas o cérebro funciona de forma a nos esconder essa realidade.

A GUERRA DO IRAQUE, TODOS SABEM, FOI OBRA DESTA APARENTE "INOFENSIVA" FIGUR Aí DE CIMA —————————————————-^

A reportagem de 5 páginas prossegue citando inúmeros outros exemplos e considerações que, infelizmente, terão de ser omitidos, dada a sua extensão. Permito-me acrescentar, entretanto, alguns exemplos que eu mesmo observei no dia-a-dia e que considero de extrema e irritante burrice: 1) "Varrer" calçadas com águas de mangueira ou de lavadoras de pressão; 2) cortar árvores ou desmatar, sob qualquer finalidade que não seja a de proteger um local ameaçado por quedas ou obstrução; 3) fazer queimadas para "economizar" e ganhar tempo; 4) as pequenas várias multidões que lotam as igrejas nos cultos evangélicos, gritando e levantando os braços em preces ao "Senhor", sob a condução de um pastorzinho qualquer que decorou alguns poucos capítulos dos Evangelhos e já se acha "dono da verdade" e representante de Cristo, na Terra; 5) não saber votar e permitir, quase sempre a eleição do político errado; 6) entregar-se aos vícios da bebida e das drogas achando que isso irá tornar a pessoa mais feliz ou ajudá-la a suportar suas vicissitudes; 7) deixar-se influenciar por quaisquer propagandas sabidamente enganosas; 8) exibicionismo e rompantes de valentia, quando em grupos; 9) mutilação do corpo com a colocação de adereços, apenas para parecer "diferente"; 10) acreditar cegamente em tudo o que a mídia diz, principalmente a mídia dos canais de TV que difundem o marketing religioso, com propaganda enganosa, é óbvio.

Poderia citar algumas dezenas de exemplos, mas vamos ficar só nesses dez. Acrescentem à lista os seus e vejam até onde vai a burrice humana que, infelizmente, é uma esmagadora maioria.

Para finalizar, vamos transcrever, abaixo, as "Leis da Burrice", citadas na página 36 da referida reportagem:

 

 

"As leis da burrice:

O historiador e economista italiano Carlo Cippola identificou algumas características da burrice. Confira:

1. Todos nós subavaliamos o número de burros em circulação.

2. A probabilidade de que uma pessoa seja burra independe de qualquer outra característica dela (educação e ambiente, por exemplo).

3. Burro é quem causa um prejuízo aos outros sem tirar qualquer vantagem para si mesmo, ou até sofrendo algum prejuízo.

4. As pessoas não-burras sempre subestimam o potencial nocivo dos burros. Em especial os não burros sempre esquecem que, em qualquer momento ou lugar, trabalhar e/ou associar-se a burros resulta infalivelmente num erro muito caro.

5. O burro é a pessoa mais perigosa que existe"

Enfim, é isso aí. Quantas vezes, pensando nos males que a burrice pode causar, já tive vontade de gritar: "Socorro! Acudam! Eles estão por toda a parte: nas ruas, nas estradas, nas praças, nos bares, nos lares, nos mares, no trabalho, na política, nas escolas, nas universidades, nos clubes, nas igrejas, nas praias, nos comícios, nos shows, na imprensa, na TV, na internet, na indústria, nos governos, na ciência, na literatura, na medicina, nas academias, nos guetos, nas tribos e até, entre amigos…" Diante disso, talvez o único lugar seguro seja o seu próprio carro (se você tiver um, estiver sozinho e tiver certeza de que você mesmo não é um deles).

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NA: 1Os trechos em blocos laranja ou itálico e/ou vermelho, (à exceção das figuras, inseridas pelo autor da matéria no blog) são transcrições fiéis da reportagem da Revista Planeta; 2 – As citações de filósofos, cientistas e personagens célebres, pertencem à coleção pessoal de frases/citações de ivosgreis, no site pensador.info ( http://www.pensador.info/colecao/ivosgreis/).

(*) Apesar de formado em História e Admininistração de Empresas, nas conceituadas universidades de Yale e Harvard, respectivamente, dizem as publicações americanas que Bush teria sido um aluno medíocre e que até mesmo a sua entrada nas universidades deveu-se a um "jetinho", em função do prestígio e poder econômico da família Bush. Um outro fato curioso é que dos presidentes americanos da era moderna, a partir de Roosevel, Bush é o de menor QI (91), abaixo, portanto da média normal 100. Interessante que o único outro desses presidentes que teve um QI abaixo de 100, foi exatamente o seu pai (98), mesmo assim, um pouquinho acima do de Bush, filho. Será que isso serviria para provar a teoria do Dr James Watson, de que burrice é uma doença genética hereditária? Talvez, mas quanto a ter cura para esse tipo de burrice… Sei não, sei não!

Fontes: mencionadas.

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7 Comentários

  • Mr. Spock disse:

    Taí um tema que daria anos de discussão Ivo. Parabéns pela iniciativa de “levantar a bola”.

    Só ficou faltando uma coisa (não sei se tinha na matéria da revista): a definição de burrice! Apesar de listar características, dar exemplos pessoais (Bush, Lula), citar frases de pensadores, etc. ficou faltando uma definição o mais científica possível para “burrice”.

    Seria falta de inteligência? Mas aí fica faltando a definição de inteligência, o que também é assunto para controvérsias científicas, sendo citadas inclusive diversos tipos de inteligência (artística, numérica, linguística, musical…).

    Seria a burrice identificada pelo baixo QI? Hummm…esse quociente já foi questionado por diversos profissionais e cientistas, até por usar parâmetros não universais (foi criado tendo como base o resultado de testes de crianças americanas e só pode ser aferido até os 15 anos de idade). Eu mesmo já fiz vários (desde os 13 anos) e os resultados variaram de 155 a 185 (pouco acurado, não?!).

    Discordo em um ponto de voce: não existem grandes diferenças a nível de comportamento e intelectual entre Bush e Lula. O fato de Bush ter diploma universitário é irrelevante, qualquer jogador de basquete da NBA ou de futebol americano da NFL também têm, portanto, de culto ele não tem nada, de esperto sim!

    O mesmo se aplica a Lula: o fato de não ter diploma universitário é irrelevante, Getúlio Vargas também não tinha e transformou o Brasil. Agora, um presidente que diz, em seu discurso de posse, que se orgulhava de não ter completado o 1º Grau, fazendo assim a apologia ao “não estudo”, não pode ser classificado de inteligente, mas quando arma um dos maiores esquemas de corrupção “como nunca houve na História desse país”, com certeza pode ser considerado esperto. (Aliás, voce já viu alguem perder só o dedo mindinho operando uma prensa??)

    Concordo, porém, que tais pessoas podem ser altamente perigosas para seus países. Para a felicidade dos americanos, seu sistema sócio-político-econômico não abre brechas para que um único Presidente cause demasiado dano no presente e no futuro do país. Por mais idiota que Bush seja, seu legado terá sido essa guerra iniciada por falsos motivos, e só! E se olharmos pelos interesses economicos deles, a guerra até serviu para se apoderarem do 2º maior produtor mundial de petróleo além de empregarem milhares de americanos “burros”, latinos e outros imigrantes em suas Forças Armadas, os quais só engrossariam as já enormes fileiras de desempregados nos EUA.

    Por outro lado, o nosso Presidente molusco se ufana de ter aumentado o índice de empregos com carteira assinada, sem esclarecer que tal se deu em áreas de menores salários (brasileiros “burros” para telemarketing, p.ex., e principalmente POs para o PAC), enquanto faltam Engenheiros Civis pra tocarem o próprio PAC. Afinal, para que estudar? O Presidente da República não estudou!! E sempre se pode conseguir uma vaguinha na Universidade só se dizendo “negro” (mesmo que seja loiro de olhos azuis). Aliás, para que trabalhar?? Basta fazer uns 10 filhos e viver de Bolsa-Família!!!

    Infelizmente, para nós, nosso sistema sócio-político-econômico permite que um único Presidente destrua conceitos tradicionis de uma sociedade tais como “o trabalho dignifica o Homem” ou “um país se faz com livros e homens”. Os efeitos nefastos da (des)administração PT/Lula já se fazem sentir mas serão ainda piores nas próximas gerações.

    No geral Ivo, volto a recomendar a compra ou locação do filme “Idiocracy” (Idiocracia). Nem Nostradamus ou São João conseguiram ser tão proféticos!!

  • Administrator disse:

    Spock:

    Por vezes, temos um ou outro ponto-de-vista diferentes mas, no geral, concordamos. E aqui, parece, vamos discordar mais uma vez; não “in totum”, mas parcialmente. Também não sou fâ do Lula, mas nem por isso posso deixar de atribuir-lhe alguma inteligência, até acima da média.

    O problema do Lula é não ter cultura (não importam as causas: se por dificuldades para estudar ou se por não gostar, etc). O fato é que o Lula não tem mesmo cultura. Mas de burro, ele não tem nada. E mesmo com as trapalhadas do seu governo (porque sua equipe é incompetente, em sua maioria) fez algumas coisas que os dotados de mais cultura, como FHC, por exemplo, não fizeram. E isso contando com uma equipe de assessores de alto nível. Ora, se o Lula com um monte de assessores despreparados, nomeados por favores políticos e por serem “companheiros”, tem conseguido manter o país estável e até mais forte economicamente do que nos governos anteriores, não podemos chamá-lo de burro. Lembre-se: ele tem uma equipe ruim, só de cabeças de bagre – poucos são os que se salvam – e um congresso altamente corrupto, o que não é novidade, porque sempre foi assim. Conseguir governar com esse tipo de gente não é tarefa fácil.

    Já o Bush, é o inverso dele. O Bush possui dois cursos superiores e um doutorado (arranjados, é verdade), concluídos em duas das melhores instituições de ensino superior americano: Yale e Harvard. Filho de ex-presidente americano e membro de uma família endinheirada, donas inclusive da Halliburton, que você bem conhece, não se pode dizer que ele é uma pessoa inculta, pois forçaram-no a estudar. Até o meio em que se criou é outro. Se não evoluiu é porque não quis ou não pôde. O Bush é burro mesmo. E a burrice dele deve ser genética e hereditária, pois o pai, mesmo sendo falhos os critérios de avaliação de QI, teve um QI próximo ao dele (98), mas ainda assim, levemente superior ao do filho (91). Coincidência?

    Quanto aos testes de QI (não confundi-los com simples “psicotécnicos”), a idade ideal para fazê-los é mesmo até os 15 anos, mas são empregados também para os adultos.  Já fiz alguns desses testes, quando na Escola de Oficiais da Marinha, ainda muito jovem, e em outras oportunidades, quando já adulto, em avaliações para cargos gerenciais de empresas. E qualquer pessoa de inteligência apenas mediana, consegue um QI acima dos 125 pontos. A média é 100 e seria o mínimo que se exigiria de um governante, ainda mais se presidente de uma grande nação. Lá, enquanto os demais presidentes tinham QI na faixa 145 – 180, ele ficou apenas num mísero 91, o mais baixo de todos? Não, é burro mesmo; e ainda por cima desonesto e prepotente. Entre ele e o Lula, não fico com nenhum. Mas se fosse obrigado a escolher, escolheria o Lula, por ter uma personalidade mais equilibrada e uma inteligência maior, embora a cultura seja menor. Não é atoa que a mídia americana cai na alma dele. Imagine o estrago que um idiota desses pode fazer como, aliás, já fez!… Sorte que nos EUA a instituição “Estado”, caminha com pernas próprias, com estruturas previamente montadas, cabendo ao presidente um papel mais representativo. Se ele pudesse decidir tudo sozinho, poderia acabar com o mundo.

    —————– A pedido ——————– 

    Definição de “burrice” na matéria publicada:

    A reportagem assim se expressa: “O que significa burrice? O conceito não tem uma definição teórica indiscutível. […] Uma definição convincente (NA: já a publiquei), foi dada pelo historiador e economista italiano Carlo Cipolla: “Uma pessoa burra é aquela que causa algum dano a outra pessoa ou a um grupo de pessoas, sem obter nenhuma vantagem para si mesmo – ou até mesmo se prejudicando.” 

    —————————————————-

    Mudando de assunto, você anda meio esquecido, colega (ou serei eu?). Não me lembro de, em momento algum, você haver me falado sobre o filme “Idiocracy”. Mas, aproveitando o gancho, vou procurá-lo. Obrigado pela dica!

    Abraços!

  • Antidio Teixeira disse:

    Caríssimos amigos:
    Concordo com estas, assim como outras afirmações de que, aproximadamente, 95% da humanidade sejam burra. No entanto, esta situação vista de um observatório virtual “Extra Universal”, pode ser considerado normal porque a vida “como um todo”, é um processo contínuo de transformações seletivas e evolutivas que vem desde a convergência de diferentes formas de energia para se materializarem na forma de hidrogênio, e daí, passando pelos elementos descritos pela Tabela Periódica para depois, combinarem-se entre si e constituírem o mundo dos compostos, seguindo a criação e desenvolvimento da vida vegetativa continuando com a animada na qual, por fim, 95% dos indivíduos contribuem para que os 5% restantes emitam vibrações mais inteligentes que vão suprir algum mecanismo que desconhecemos e que, ainda, não estamos capacitados intelectualmente para entendê-lo. (Sintetizando: o que chamamos de “burrice” é um estágio pré-plenitude intelectual da fase evolutiva material da vida.). Assim, o desenvolvimento de qualquer elemento químico ou de seres, destina-se a apoiar a evolução daquele, ou daqueles, que os sucederão. Estes fenômenos podem ser observados não só entre humanos, mas, também, entre vegetais e animais de forma sutil. Vejam como a Natureza é pródiga na produção de sementes e de semens, sem que haja possibilidade de todos os exemplares germinarem, se desenvolverem e se reproduzirem por falta de espaço ou de outras condições necessárias. No mundo vegetal, assim como no animal, tenho observado a ação da inteligência nos primórdios de sua evolução, criando artifícios com os quais possam sobreviver a acidentes ou intempéries. No caso de sementes, cada planta produz frutos com sementes em maior ou menor quantidade dentro de um mecanismo proporcional às condições ambientais. Se o clima é inóspito, a tendência é ter frutos pequenos e com mais sementes para aumentar as probabilidades de que maior número consiga germinar, crescer e frutificar, assim como, também, se diversificam os meios de disseminação e, mesmo de germinação, buscando melhores condições para garantir a sobrevivência e continuidade de suas espécies. Observei, em certo jardim, o aparecimento e crescimento de uma erva trepadeira desconhecida que, em pouco tempo, cobriu com as suas ramas, as demais plantas, ultrapassou o muro chegando a cobrir algumas árvores de um pomar vizinho, passando a sufocá-las. O dono do jardim resolveu exterminá-la, cortando-a rente ao chão e suprimindo a parte do caule até uma altura de mais de dois metros, jogando-o num monturo de matéria orgânica. Vejam a reposta da inteligência natural da espécie: imediatamente após o corte, toda a folhagem murchou e caiu, preservando assim, a seiva vital em sua estrutura. Enquanto o jardineiro aguardava a secagem das ramas para retirá-las, notamos o crescimento de radículas na parte alta do corte, em direção ao chão. Atingida esta meta, ela infiltrou-se no solo desdobrando-se em novas raízes e agora, bem nutridas pelo solo, a radícula engrossou e passou a substituir o antigo caule dando nova vida a toda a ramagem existente. Enquanto isso, as raízes primitivas rebrotaram, assim como o pedaço do tronco que foi atirado no monturo enraizou e dele brotaram novos pés da erva. Elas só foram extintas na localidade depois de recolhidas as ramas e raízes e incineradas. Minha conclusão é de que a tenacidade desta planta provém de sua região de origem onde dificuldades ambientais durante várias gerações fez evoluir maior número de alternativas defensivas que vieram se manifestar em diferente região, para conquista de novos espaços. Imaginem que, para atingir este gráu de tenacidade, quantas outras gerações ancestrais contribuíram para o aperfeiçoamento desta e de outras componentes dos 5% mais capacitadas? É como a capacidade de adaptação de emigrantes quando se deslocam para outras regiões em busca de melhores meios de sobrevivência para suas famílias. A evolução é como um rio que, contido por barragens sem comportas de emergência, termina passando por cima para chegar ao seu destino, no caso o oceano. Observei pés de buganvília em três diferentes condições ambientais: em planaltos no nordeste de Minas Gerais, (Nanuque) em áreas mais inóspitas, crescidos e florados em ramagens rasteiras sobre o solo como as batateiras; em cidades litorâneas, já com maiores portes, apoiados sobre muros e caramanchões; maior surpresa ainda, foi nas montanhas entre Nova Friburgo e Teresópolis (RJ) onde, em campo aberto, crescem como árvores frondosas. Vocês podem observar que, num pequeno espaço de solo onde cai uma fruta madura com suas sementes, mamão p/ex. , quase todas elas germinam e iniciam o crescimento. Algumas até se retardam a espera de novas oportunidades. No entanto, à medida que o tempo passa, algumas mais fortes vão tomando suas posições entre as 5% mais capazes, absorvendo mais luz e nutrientes, deixando as 95% das irmãs em estado de inanição até a morte e, seus restos mortais irão servir de nutrientes, não só para as 5% das irmãs mais fortes, mas, também, para vegetais de outras espécies. Entre os seres vegetais de ciclos vitais mais curtos estes fenômenos podem ser assistidos e entendidos com mais facilidade. Já entre os animais, incluindo os humanos, o processo é, também, percebido, porém menos entendidos por uma heterogeneidade de indivíduos de uma mesma espécie, em diferentes estágios de evolução intelectual, uns, por falta de conteúdo genético, outros por falta de exercícios intelectuais e de oportunidades ambientais. Mas todos cumprem importantes papéis no “TODO EM EVOLUÇÃO” que poderemos aceitar como “INTELIGÊCIA SUPREMA”. Esta pode ser descrita como fim de uma etapa de uma marcha, de uma forma de vida sem princípio nem fim. Vencendo sucessivas etapas até chegar aos seres humanos e, entre eles, os 5% que transmitem o resultado das experiências de todos os ancestrais, de todas as espécies, para enriquecer o plasma inteligente que rege o Universo. Portanto, no meu entender, os burros, igualmente como os 95% dos mamoeiros recém-nascidos menos aptos para vencerem os obstáculos ambientais, proporcionam meios para que os 5% de irmãos mais capazes, ou inteligentes, coroem de êxito esta jornada cujo fim todos nós, ainda, ignoramos.
    O que acabo de decrever é de difissílima compreensão para os 95% da humanidade; porém quem conseguiu ler até aquí, está entre os 5% restantes. Aquele abraço e meus votou para que tenham um bom domingo.
    Antídio

  • mgomide3 disse:

    Fantásticas as considerações e a coragem do autor em tratar de um assunto tão espinhoso e que costuma melindrar algumas pessoas. Na verdade, ninguém tem que se constranger com palavras tão honestas. Sim, honestas porque vindas da pureza do pensamento livre, totalmente livre. O próprio autor procura justificar a abordagem do tema, indicando que o acalentava há anos no âmago de seu espírito indagador, sem conseguir reunir coragem para focá-lo. Até a gênese dessa coragem é exposta, de uma forma humilde, como que a pedir desculpas. Isso não significa que os conceitos ali emitidos representem a pura verdade. Afinal, verdade absoluta não freqüenta o cérebro humano, capaz apenas de forjar verdades relativas. Entendo que o maior mérito do mini-ensaio reside não só na coragem como na competência de argumentar suas razões, pois o tema é extremamente polêmico. Ademais, entenda-se que, em ensaio, as palavras cristalinas devem ser empregadas sob pena de toldar o pensamento do autor. As citações do artigo ora comentado já demonstram que o assunto não oferece unanimidade em seus diversos aspectos, mesmo sendo elas de fontes abalizadas.
    Compareço a este espaço apenas para oferecer algumas achegas sobre a matéria. Cabe aqui uma confissão. No meu artigo de 23.2.2008, denominado “Cartilha para os de pouca vivência”, no qual o leitor é qualificado de “pouca vivência”, no original era: “Cartilha para os burros”. A alteração no título e no texto foi procedida apenas para não melindrar os prováveis leitores, atento que estava à acabrunhante qualificação. Isso prejudicou um pouco o objetivo do meu trabalho. Experimentei empregar a palavra “camelo”, mas atinei que, apesar de ser sinônima, não tinha a mesma conotação em linguagem vulgar. Além disso, devo reconhecer que “burro” e “burrice” agridem quando empregados num texto como o meu, mas quando colocados num ensaio ou tratado são perfeitamente aceitáveis, tendo em vista que o autor não poderia tratar do assunto sem exprimir as coisas pelo seu exato sentido.
    Entendo que burrice, em sentido absoluto, não existe. Tal conceito é apenas uma referência à capacidade mental de alguém; é uma gradação comparativa, pois a inteligência indica como burra uma pessoa com menos capacidade mental da que é indicada como padrão. Mesmo assim, há exceções. Deve-se considerar que há diversos tipos de inteligência, tais como a espacial, a matemática, a abstrata, a artística, etc. Inteligência é um conjunto de aptidões específicas. Inteligência é a capacidade de resolver problemas (situações) novos. Resolver problemas secundários já passa para a classe de experiência. Quando uma pessoa possui todos os tipos de inteligência, é chamada de gênio. Isso é raríssimo. O Sr. Bush pode ter diplomas. Isso indica que ele tem grande carga de conhecimentos, mas pode perfeitamente ser um burro na medição de um referencial.
    Conhecimento nada tem a ver com inteligência, como bem diz o autor ao se referir a Bush, Lula e Fernando Henrique. Alguém é burro sempre com referência a outro, geralmente um padrão. Dessa forma, há gradações de burrice. Um burro pode ser considerado inteligente ante um mais-burro. Ocorre-nos aquele ditado: “em terra de cegos, quem tem um olho é rei.” Entendo que burrice não é doença; é aptidão limitada por gênese. Como sabemos, a ação genética lida com o acaso, ocasionando mutação, levando o nascituro a ser apto ou não à situação do momento. Modernamente, podemos chamar de doença genética, mas isso faz parte das regras naturais. Como exemplo extremo, pode-se citar a doença mental chamada “síndrome de savant”, conhecida geralmente como savantismo, processo mental genético pelo qual o indivíduo desenvolve excepcionalmente uma parte do cérebro relativa a certa aptidão em detrimento das outras partes. Daí vermos indivíduos considerados fenômenos em algum aspecto, como cálculo, música, memória, etc., mas apenas nessas qualificações, sempre com manifesta inferioridade intelectual nas demais aptidões, inclusive psíquicas. Burrice, portanto, pode ser considerada doença ou não. Não é curável nem contagiosa. O que parece contágio é na realidade, aquilo abordado pelo autor: posição de mando do burro quando colocado em situação privilegiada. O que o burro prega ou indica passa a ser verdade para os que não usam a própria massa encefálica. Aliás, está aí outra faceta do problema. Os considerados burros, simplesmente por preguiça mental, não desenvolvem suas potencialidades mentais, acomodando-se em serem dirigidos. Há exemplos aos montes desse tipo de burrice. Não é necessário cita-los, pois o autor já o fez. Na questão se o burro tem consciência de sua burrice, ocorre-nos a lembrança de um matuto muito burro que, certa vez em nosso ambiente de trabalho, lamentou-se por ter procedido sobre algo de forma errada: “é, quando a cabeça não ajuda, o corpo é que padece”. Pelo menos esse tinha noção de suas limitações mentais. No ramo da ferramentaria, há alguns utensílios criados por engenheiros, nos quais existe algum acessório completamente desnecessário ao fim a que se destina. Mas não é por burrice do engenheiro; é que ele, já prevendo o manuseamento da ferramenta por algum operário burro, acrescentou aquele apêndice para impedir o seu uso inadequado ou perigoso. Sintetizando, entendo que burrice como referencial de inteligência é normal na escala evolutiva, que é feita não linearmente. E não seria burrice. Por isso temos pessoas com diversos limites intelectuais. Eu tenho o meu. Burrice mesmo, em sua qualificação, a que geralmente nos referimos pejorativamente, é apenas a do individuo que nasce com seu instrumental psíquico em perfeita ordem anatômica, mas simplesmente não o usa.

  • Administrator disse:

    Gomide:

    Você conseguiu atingir o âmago da questão. De fato, é muito complicado falar sobre a estupidez humana. Chamar alguém de “burro”, “idiota” ou “estúpido”, é quase sempre tomado como ofensa.

    Como disse, sempre quis discutir esse assunto e ouvir a opinião de outras pessoas. Mas como você bem inferiu, relutei em fazê-lo por ser um tema delicado e poder ser tomado como ofensa a terceiros e desencadear reações negativas à questão. Mas, ora bolas, alguém tem que discutir esse assunto. Burrice é uma coisa muito séria e danosa. Por exemplo: Nós, que nos preocupamos com as questões ambientais, vemos todos os dias as propagandas enganosas que levam o povo ao consumo desenfreado e impensado; vemos queimadas, desmatamentos, poluição dos ares, dos mares e dos rios. Isso, além de criminoso, ou antes disso, é pura burrice. E esse é o tipo de burrice que chamo de CONTAGIOSA. Ora, se tudo mundo faz e nada acontece e ainda “penso” que posso tirar proveito, vou fazer também. Que se exploda o mundo! Eu quero é me dar bem! Pode haver alguma coisa mais burra do que essa?

    Entendo, sim, que a burrice deva ser estudada, a fundo. A humanidade, no geral, é burra. Por isso, se autodestrói. Burrice por preguiça mental e por erros educacionais, essas eu tenho esperança de que tenha cura. Pode dar trabalho e demorar, mas cura-se. Incurável, talvez, seja só a burrice de nascença, a burrice doença.

  • IVANDRO disse:

    Ótimo artigo bem esclarecedor e completo foi uma leitura bem educativa parabéns.

  • Exelente este assunto,desde 1965 que venho estudando e analisando o comportamento dos humanos, hoje tenho uma matéria a ser publicada na internete sobre ‘A matemática da inteligÊNCIA HUMANA’,relacionada com as sete clasificaçôes. Que sÃO: espertos, formados em universidade,
    intelectuais,inteligentes,expertos,super-dotados e sábios. Calculado sobre,
    seis bilhões e seiscentos milhões de habitantes.
    Gostaria de conhecer uma pessoa realmente inteligente para dar prosegui-
    mento a esta matéria.
    Sem mais,Moacir

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