Um Conto Ecológico Preocupante

14/07/2009
by Ivo S. G. Reis

O conto é uma obra literária de curta extensão, dita "de ficção", mas que pode se basear em fatos reais ou fictícios ou em ambos. Melhor explicando: os personagens podem ser reais e os lugares fictícios ou vice-versa. Mas também, o que é mais comum, nada pode ser real, sendo tudo fruto da imaginação do autor. Por último, tudo pode ser verdadeiro (neste caso, o autor apenas relataria, com as suas palavras, como se deram os fatos e como ele os interpretou).

Nosso companheiro Gomide, em seu maravilhoso livro "Agora ou Nunca Mais" usou uma técnca semelhante à que foi utilizada no conto abaixo, só que em outra categoria de gênero literário – o romance. E o resultado foi uma obra que nos deixou uma mensagem de alerta, ao mesmo tempo em que nos prendia à leitura, levando-nos à reflexão em cada linha.

Este é o mesmo objetivo do conto que iremos apresentar abaixo: uma obra não apenas para ler, mas para ler e refletir. Quanto à técnica empregada, usou-se um pouco de cada um dos recursos mencionados, cabendo ao leitor descobrir onde começa um e onde termina o outro, o que é ficção, o que é realidade.

Dito isto, eis o conto (se a leitura ficar difícil devido ao tamanho das letras, clique no ícone "Scribd", no canto superior esquerdo da janela de leitura e uma outra janela, maior, será aberta):

Clique aqui para acessar!

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3 Comentários

  • mgomide3 disse:

    Fictícia é a moldura do quadro tão bem apresentado pelo ilustre ambientalista. O miolo, o foco, a imagem sobrejacente, é o verdadeiro quadro, a realidade que campeia por esse mundo afora. A tragédia enredada não é ocasional; tornou-se quase que uma regra geral em todo este país grande. Sim, país grande. Sabemos de rios que se converteram em riachos, córregos que viraram filetes, veredas que hoje são desertos, nascentes que se transformaram em tumbas. O conto ora comentado não é ficção. É uma fotografia da irracionalidade que acomete até os doutos acadêmicos. A lógica, tão simples e captável por qualquer cérebro pensante, muito bem representada pela menina-neta, deve correr o caminho natural da massa cinzenta de qualquer pessoa que queira ouvir sua consciência.
    Estamos perante uma triste história real, mas instrutiva e util peça literária.

  • Gladstone disse:

    Respondo ao desmatamento plantando. Sou um ecologista praticante. Através da internet, e mesmo pessoalmente, com pessoas que pensam igual, consigo mudas e sementes de arvores nativas, e/ou frutíferas, e as planto em áreas públicas, tais como praças, avenidas; e, em uma área de mata atlantica no municipio de Cubatão. Se todos plantassem arvores, …(é fácil, faz bem a alma de quem planta; e, aos pulmões de todos). Que tal ? Mãos à obra???.. ou,…vai ficar só no blá, blá, blá???

  • Gladstone:

    Você tem aquilo que verdadeiramente se chama de “consciência ecológica”. Naõ fica só nas palavras, pratica! Parabéns! A isto chamo de consciência ecológica. Mas há várias formas de demonstrá-la, além de plantar árvores. Você pode contribuir com ações, engajamento e ciberativismo ambiental (eu, por exemplo, pratico pequenas coisas, sou membro-colaborador do Greenpeace e ativista ecológico). O importante é fazer alguma coisa em prol do meio ambiente, ainda que seja pouca.

    Se todos fizerem um pouco, o pouco vira muito e o planeta agradece.

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