Recebi em meu email, enviado por Daniel Sotto Maior, administrador do Grupo "Secularismo", do qual participo no Yahoo! Grupos, o seguinte artigo, do autor Fabrício Oliveira, que republico, para que outros possíveis interessados façam o mesmo e, assim, ajudem a acabar com a discriminação contra os ateus:
O DIREITO DE SER ATEU (Fabrício Oliveira) "
Em 01/10/07, Daniel Sottomaior escreveu para Ivo S. G. Reis e outros participantes do Grupo Secularismo:
Convoco, perante quantos lerem esse texto, o meu direito de ser ATEU! Não é justo nem normal que nós, libertos e libertários de toda e qualquer forma de religião, consintamos com os ataques, ofensas e preconceitos que vivemos na sociedade por simplesmente termos escolhido não pertencer a redes de terrorismo ou organizações capitalistas, mascaradas pelo manto hipócrita da religião.[...] Não participo e exijo o direito de ser tratado dignamente por aqueles que ainda se prendem a tais preceitos,tão obsoletos no mundo civilizado e informatizado de hoje.
Não quero ludibriar empregadores quando for à busca de um emprego, tendo de omitir minha opção perante as religiões por simples temor de não ser aceito.
Não quero ter de me sentir constrangido quando participar de uma refeição familiar e não desejar dar as mãos numa reza sem acepção.
Exijo o direito de colar adesivos, se assim me apetecer, em meu automóvel ou motocicleta, com temáticas ateístas sem receio de que algum maníaco religioso fanático viole minha propriedade e a destrua.
Não aceito ter de entrar em repartições públicas e ser forçado e ver a imagem de uma figura numa cruz com pregos cravados em seus braços e pernas.
Não concordo com a mensagem “Deus seja louvado”, impressa nos numerários utilizados no país. Exijo a remoção de tal mensagem.
Não quero elucidar toda vez que minha opção referente à religião for posta a conhecimento, que não sou ligado a radicais com cunho em magia negra ou qualquer outro tipo de manifestação religiosa menos popular.
Exijo que a população carente em educação se eduque e se informe antes de questionar aquilo que desconhecem.
Enfim, dentre tantos outros o que espero é respeito.
Texto: Fabricio Oliveira “ ********** *********
Nota: Obtive autorização especial do próprio autor para a republicação deste texto. Comungo com as suas idéias, tanto que as estou divulgando.





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Boa a iniciativa de ter publicado este artigo do Fabrício Oliveira. Concordo plenamente com ele.
Assim como não podemos discriminar pessoas pelas religiões que praticam, pela sua cor e pelas suas preferências sexuais, também não devemos discriminar os que não têm fé nem religião. Afinal, é um direito deles.
Acho que só pode ser discriminado o que é prejudiacial aos outros. Exemplos: os membros da seita ‘Klu-klux-can’, que atacam ou matam negros; os neo-nazistas fanáticos que cometem atrocidades em nome das suas crenças, etc.
Resposta para “Cada Dia Mais Ignorante”:
Nossa, meu amigo, você é um baú cheio de dúvidas! Tantas, que fica até difícil saber por onde começar a responder. Mas vou dizer uma coisa que vai animá-lo: É MUTO BOM QUE VOCÊ SEJA ASSIM. Com o tempo, aprenderá a racionalizar melhor e organizar as suas dúvidas para encontrar a resposta mais rapidamente.
A comunidade que estamos criando aqui é composta de muitas pessoas iguais a você. Pessoas que questionam e querem saber o porquê das coisas.
Fique por aqui, conviva com o nosso grupo e aprenderá muitas coisas. Quase sempre haverá alguém para responder o que você ainda não sabe. Esta comunidade é novíssima e o site, inclusive, ainda está em fase de construção e testes. Mas já temos cerca de 80 pessoas louquinhas para começar a postar. Só ainda não o fizeram porque eu pedi para aguardar. A maioria delas são subrupos de outros grupos de discussão, principalmente do Yahoo! Respostas e do Secularismo.
Seja bem-vindo à comunidade!
Obrigado.
Perdonen mi intromisión en este blog pero esta es mi lucha por respirar como escritor, aunque me autodenomine el peor del mundo por los resultados obstenidos en veitipico años en que me meti en esto de escribir sin más formación que mi afición por la lectura y mis experiencias en la vida. Espero que alguien que lea esto se decida a mi web y le quedaré sumamente agradecido, porque eso es lo que persigo, que me lea alguien de vez en cuando. Gracias por haberme dedicado estos minutos.
http://www.antoniolarrosa.com
Creio que o texto abaixo seja de boa utilidade:
EXPOSIÇÃO DO NOME JESUS
Lactâncio (240-320 A.D.) nasceu no norte da África e foi discípulo de Arnóbio (de acordo com Metódio, Da Castidade 9.2) e ensinou retórica em várias cidades do Império Romano do Oriente, até chegar em Constantinopla. Ele escreveu livros apologéticos explicando o cristianismo em termos que eram compreensíveis para pagãos intelectualizados, enquanto defendia-o contra idéias de filósofos pagãos. O seu Divinae instituitiones “Instituições Divinas” é um exemplo de apresentação sistemática do pensamento cristão.
Lactâncio teve uma bem sucedida carreira pública, de início. A pedido do Imperador Diocleciano, ele se tornou professor oficial de retórica em Nicomédia, para onde ele viajou da África, viagem que foi por ele descrita no seu poema Hodoeporium. Tendo se convertido ao cristianismo, ele teria sido demitido de suas funções depois da publicação do primeiro édito de Diocleciano contra os cristãos (24 de fevereiro de 303) e como retórico de Latim, ele viveu na pobreza,de acordo com Jerônimo, ganhando a vida através da escrita, até que Constantino se torna seu protetor. O novo Imperador nomeia Lactâncio mestre (311-313) e essa amizade com Constantino, além de tirá-lo da pobreza, torna-o preceptor de Latim do filho de Constantino, Crispo, a quem Lactâncio provavelmente seguiu para Trier em 317, quando Crispo se to rna César. Crispo morre em 326,mas sobre Lactâncio não se sabe quand o nem como ele morreu.
O texto acima é uma extração da Enciclopédia Católica, volume VIII de 1910, que por sua vez é uma tradução da seguinte fonte bibliográfica:
Monceaux, Histoire Littéraire de l”Afrique Chrétienne, II (Paris 1902); Brandt, Sitzungsberichte der philos. Hist. Klasse der Akad. Wiss., CXVIII, CXIX, CXX, CXXV, (Vienna, 1889-91). The best edition of the works of Lactantius is that of Brandt and Laubmann, 2 vols. in Corpus Script. Eccl. Lat., XIX, XXVII (Vienna, 1890-97).
São perfeitamente claras as contribuições de Lactâncio para a igreja antiga, sendo considerado hoje como um dos padres do catolicismo da antiguidade.
Este texto é considerado atual se olhar-mos pelo ponto de vista da origem arcaica da Bíblia, sendo assim contem algumas modificações. Porém estas modificações visaram apenas a passagem de uma homenagem idolátrica para outra. Muitos pensarão que estou me referindo a Lactâncio ou outro homem citado no texto, mas na verdade estou falando dos termos CRISTIANISMO e CRISTÃO.
Todo aquele que procurar os papiros bíblicos do tempo de Lactâncio (240-320 A.D.) terá uma surpresa, pois todos os escritos bíblicos anteriores ao século VII só possuem as abreviaturas XP, XPI e XPC (equivalentes a CR, CRI e CRS no português). Isto inclui tudo o que é exibido ao povo pelos líderes do cristianismo atual, sendo que eles nos garantem que estas são as abreviaturas do nome Cristo. O nome mais próximo de Cristo nas abundantes evidências antigas é Crestus e não aparece nos escritos bíblicos.
Em um papiro de conteúdo bíblico do século IV (PMich inv. 593)*, escrito em grego, pode-se ver claramente o nome XAPA (KARA, lê-se CARRÁ) no lugar de XP e não Cristo como é dito atualmente. Muitos cristãos dizem que isto não quer dizer nada, mas este papiro é uma pista que revela uma mudança do nome na maioria das Bíblias. Esta afirmação que faço é fortalecida por evidências mais recentes como na Bíblia traduzida para o idioma MAORI pelos anglicanos, onde temos o nome KARAITI (lê-se KARRAITI) que, como podemos ver, provem da abreviatura XPI (CRI, ou neste caso, KRI). Com isto o nome Cristo perde sua credibilidade ao ficar cercado por evidências, ou seja, por um lado temos o nome KARA (XP) encontrado nos escritos bíblicos 300 anos antes da primeira aparição do nome Cristo nos mesmos textos e do outro lado temos o nome KARAITI (XPI), evidenciado pela sua introdução na Bíblia em idioma MAORI (missionários anglicanos). Em algumas partes da Europa ainda encontramos as formas Karast e Karas que são utilizadas como similares do nome Cristo.
Pelas evidências é sabido que KARA é uma entidade solar egípcia cujo seu nome significa Espírito do Sol (Ka = espírito, Ra = Sol). O que esta entidade andou e anda fazendo na Bíblia?
Voltando ao assunto de Lactâncio, existe um problema ainda mais expositivo quando nos referimos ao nome Jesus. Em sua obra Instituições Divinas, livro 1, capítulo 21, Lactâncio cita a entidade gaulesa Hesus (Esus do culto galo-romano), comprometendo ainda mais o cristianismo atual. Se o leitor ainda não está entendendo, basta saber que não existe o nome Jesus declarado em nenhum escrito bíblico do tempo de Lactâncio, novamente temos apenas abreviaturas coptas ou gregas como IC e IHC (equivalentes a IS e IES) que nos são apresentadas pelos líderes do cristianismo como sendo do nome Jesus. A própria obra de Lactâncio (Instituições Divinas, l.1, c.21) ajuda a entender que o nome não era Jesus em sua época. O mais curioso é que o nome Hesus integra hoje a Bíblia em idioma TAGALOG e foi introduzido nesta Blíblia pelos missionários espanhóis.
Se o nome encontrado nos papiros bíblicos fosse realmente IESUS (Bíblia latina), HESUS (Bíblia tagalog) ou JESUS, Lactâncio nunca teria se referido a HESUS como uma entidade do culto gaulês em suas Instituições Divinas. Se assim fosse esta obra não passaria pelas cruzadas e nem pela inquisição, uma vez que o nome IESUS só aparece oficialmente nas Bíblias por volta de 1470.
É verdade que no tempo de Inocêncio III (1200 A.D.) temos o aparecimento de IESUS em alguns SALTÉRIOS, porém os mesmos não eram considerados oficiais pela maioria do clero. Se o leitor for atencioso verá que a época de Inocência III foi um período marcado por intensas guerras e contradições entre os próprios cristãos.
A abreviatura IHC parece atraente para o nome Jesus, pois seu equivalente em letras latinas é IES, podendo conduzir ao nome IESUS, porém este IHC pertence aos textos que foram escritos de forma corrida e codificada, onde o tempo de confecção das obras tinha que ser mínimo. Daí os nomes principais eram colocados em forma de abreviaturas. É perfeitamente lógico que os textos antigos que possuem os principais nomes de forma inteira sempre existiram, contudo ainda não pude presenciá-los. Esta grande ocultação é um simples reflexo das disputas ocorridas entre os bispos e nobres antigos, pela propriedade dos textos hebraicos originais, para a posterior introdução de impostores nos mesmos escritos. Isso ocorria de forma separada e era motivo de discórdia entre os bispos de diversas ordens. Com isto os grandes líderes do cristianismo esconderam alguns papiros e queimaram outros, deixando para exposição pública apenas aqueles que têm as abreviaturas mais aproximadas dos nomes atuais.
Muitos estudiosos do cristianismo sabem que este IHC evolui no século X para IEHOSHUA (Yehoshua da Bíblia de Aleppo), ou seja, um nome hebraico. Este Iehoshua foi uma homenagem prestada a um rabino que tinha sua família sob proteção e influência dos gregos e se constitui numa pista para aqueles textos em grego e copta do tempo de Lactâncio, que possuíam o nome inteiro e não IHC. Este IHC sempre foi a abreviatura de IHPOC (IEROS, lê-se IERROS) que pode ser escrito hoje em dia como IEHOS.
IEROS era uma extensão de uma antiga divindade grega relacionada com o amor, EROS, sendo que no passado se pronunciava ERROS. No século X as famílias hebraicas influenciadas pelos gregos (hebreus cabalistas) introduziram IEHO-SHUA nas Bíblias hebraicas, que é como vemos, uma concatenação de IEHOS (entidade grega) + SHUA (salvação em hebraico). O nome Yehoshua é muito difundido hoje nas Bíblias em hebraico moderno.
Hoje os teólogos afirmam que IEROS significa SANTO em grego e não um nome próprio. Só que quase todos os textos gregos anteriores ao ano 529 A.D. não possuem a palavra IEROS com o significado de SANTO. Caso o leitor não conheça o caráter dos bispos católicos antigos, é só lembrar que o período em questão foi decisivo na formação dos novos dicionários. Devido às diferentes ordens episcopais estes dicionários eram tendenciosos e controversos, porém isto não era devido aos simples erros, mas sim devido ao motivo de que o clero era, em suma, o dono da gramática. Um exemplo disto foi Lactâncio, retor latino e gramático, com exercício em Nicomédia (Oriente) e Tréveris (Trier, no Ocidente).
Como em sua maioria os bispos não eram guerreiros, eles usavam a gramática como arma e, acreditem se quiser, funcionava perfeitamente. Este fenômeno fica claro quando lembramos que houve uma grande separação entre a igreja latina e a igreja grega. O golpe final se dá depois da queda de Roma, exatamente no ano 529 A.D., quando Flavius Petrus Sabbatius Iustinianus (Justiniano) manda fechar a Escola Filosófica Grega.
Com este evento fica claro que Justiniano ficou do lado da igreja latina e é aí que entra o falso acróstico Ihs introduzido na Vulgata Latina por Eusébio (384 A.D.). Nas moedas imperiais bizantinas do século VIII o Ihs evolui para o nome Ihsus Xristus, ou seja, escrito em alfabeto gótico e que se pronuncia Isus Cristus. Muitos cristãos inexperientes estão usando Ihsus Xristus como evidência para Iesus Cristus, pois acham que o mesmo nome está escrito em grego e não em gótico. Estão se esquecendo que o grego utiliza o grafema P no lugar do R e que nas Bíblias gregas antigas e atuais temos IHESOUS (6 letras) e não IHSUS (5 letras). Além de tudo isto o grafema ‘h’ no alfabeto gótico é mudo e consequentemente não tem o som de ‘e’. Também não devemos esquecer que se trata de um período bizantino onde a escrita gótica entra em ascensão.
Para quem está dormindo no ponto e acha que Isus não é nada demais, é só saber que este mesmo Isus é citado, por exemplo, por volta de 1560 por vários JESUÍTAS que estudavam extensivamente o livro 11 da Ilíada de Homero, onde o mesmo personagem troiano aparece 3 vezes. Este mesmo Isus esteve em muitas Bíblias no começo das cruzadas, mas parece que foi extirpado da história bíblica no tempo do papa Inocêncio III (1200 A.D.). Observando pelo lado da extirpação parece que estou inventando algo para tirar a confiança que o povo tem nas Bíblias, mas queria que alguém me explicasse o que o nome Isus está fazendo atualmente (2007) na Bíblia em idioma romeno. Este Isus foi introduzido por um JESUÍTA na Bíblia romena em 1688, o que é um verdadeiro absurdo se lembrar-mos que a escola jesuíta até hoje ensina a Ilíada de Homero. Para aqueles que se apegam ao nome Jesus devo avisar que Isus apareceu primeiro que este nos escritos bíblicos.
De acordo com as provas, todos os nomes citados acima estão equivocados e não deveriam estar nas Bíblias.
Conforme as evidências acima expostas, foram desobedecidos Atos 4:12 e Mateus 5:18 em quase todas as Bíblias.
* Paul Mirecki, “The Coptic Wizard’’s Hoard,” Harvard Theological Review 87 (1994), pp. 435-460.
Autor: Ultov
Interessante e bastante elucidativa a sua pesquisa, Derick, embora nós, que lutamos para esclarecer o povo, saibamos que poucos terão alcance para entender e interpretar a matéria, o que não impede, é óbvio, de continuarmos tentando.
Por essa e outras incríveis contradições e mentiras bíblicas, foi que surgiram os ateus. E não poderia ser diferente: começaram a estudar a Bíblia e outros textos sagrados de outras religiões e constataram inserções apócrifas e pontos de semelhança (principalmente no que se refere a Cristo) com outros personagens míticos de religiões mais antigas, o que prova que as passagens a tribuídas a Cristo, como ele mesmo, não passam de adaptações e fusões dos outros 16 Cristos citados antes dele, nas antigas religiões, como o mitraísmo, por exemplo, onde a história do Deus “Mithra”, em tudo se assemelha à de Cristo.
Obrigado pela colaboração, Dereck. Iremos aprontar em breve a página sobre “religiões” e esperamos contar, aqui no nosso grupo, com a sua valiosa participação. A previsão é de que tenhamos pelo menos umas 80 pessoas comentando, dentre estas, cerca de uns 15, sendo pesquisadores de excelente nível, profundos conhecedores das controvérsias religiosas. Acompanhe-nos e verá.
Olá, também achei bacana seu blog. Também republicarei este artigo no meu. Um abraço!
AO ADMINISTRADOR
Obrigado pela atenção, é bom saber que ainda existem pessoas atentas. Brevemente estarei postanto para o site um trabalho próprio com a mesma equivalência, pois o trabalho acima é de Ultov Collins. Encontrei este texto no site de uma igreja. Por algum motivo, Ultov envia estas bombas somente para as igrejas, mas já estou de olho nas obras que ele anda consultando, a maioria são obras raras digitalizadas que começam a ganhar espaço na web e muitas delas são expostas pelos próprios cristãos.
O bom é que a quantidade de material é tão grande, que o assunto que será lançado aqui não chegará a comprometer um futuro livro que possua o tema em sua totalidade. Aguardem.
Obrigado, Alex, pela visita. Também gostei do seu site e passo lá de vez em quando. Somos da mesma cidade, quem sabe um dia conversemos pessoalmente e fundamos um Café Filosófico por aqui? Divulgue-nos para quem se interessa por Ecologia, meio ambiente e religião, atéismo, etc. Abraços!
Olá! É com grande prazer que encontro meu singelo texto num blog tão importante para o ateísmo. Agradeço pelos comentários, críticas e espero que esse texto, tão simples e com tantas falhas, sirva para alguma coisa, por mínima que ela seja. Se de cada 10 pessoas que o lerem, 1 escrever algo semelhante ou na mesma linha, o trabalho para divulgação do mesmo já é válido.
Obrigado novamente!
Resposta para Fabrício Oliveira:
É um prazer e uma honra recebê-lo em nosso blog. Mas não fique apenas nos comentários. Você, o autor do 2º artigo mais lido do blog, tem portas abertas para postar aqui o que quiser. Inscreva-se como usuário e use o nosso espaço.
Veja o artigo de hoje, da Alice. ela reclama que estamos com poucos artigos sobre religião e filosofia, priorizando a Ecologia.
Que tal você postar um, para animá-la?
Abração!
Hello
bc
Atenção pessoal. Leiam e reflitam sobre isto que está escrito em seguida.
Quem foi Jesus Cristo? A ciência não pode responder plenamente a essa pergunta, pois ela entra na esfera da fé, uma esfera que ultrapassa os limites da investigação científica, que transcende a ciência da interpretação. A ciência se cala quando a fé se inicia. A fé transcende a lógica, é uma convicção em que há ausência de dúvida. A ciência sobrevive da dúvida. Quanto maior for a dúvida, maior poderá ser a dimensão da resposta. Sem a arte da dúvida, a ciência não tem como sobreviver e expandir a sua produção de conhecimento.
Jesus discorria sobre a fé. Falava da necessidade de crer sem duvidar, de uma crença plena, completa, sem insegurança. Falava da fé como um misterioso processo de interiorização, como uma trajetória de vida clandestina. Discorria sobre a fé como um viver que transcende o mundo material, extrapola o sistema sensorial e cria raízes no âmago do espírito humano.
A ciência não tem como investigar o que é essa fé, pois, como suas raízes se encontram no cerne da experiência pessoal, ela não se torna um objeto de estudo investigável. Todavia, apesar de Jesus Cristo falar da fé como um processo de existência transcendental, ele não anulava a arte de pensar; pelo contrário, era um mestre excepcional nessa arte. Ele não discorria sobre uma fé sem inteligência.
Para ele, primeiro deveria se exercer a capacidade de pensar e refletir antes de crer, depois o crer sem duvidar. Se estudarmos os quatro evangelhos e investigarmos a maneira como Jesus reagia e expressava seus pensamentos, constataremos que pensar com liberdade e consciência era uma obra-prima para ele.
Um dos maiores problemas enfrentados por Cristo era o cárcere intelectual em que as pessoas viviam, ou seja, a rigidez intelectual com que elas pensavam e compreendiam a si mesmas e o mundo que as envolvia. Por isso, apesar de falar da fé como ausência da dúvida, ele também era um mestre sofisticado na arte da dúvida. Ele a usava para abrir as janelas da inteligência das pessoas que o circundavam (Lucas 5.23; 6.9; 7;42).
Como Jesus usava a arte da dúvida? Se observarmos os textos dos quatros evangelhos, veremos que ele era um excelente indagador, um ousado questionador. Usava a arte da pergunta para conduzir as pessoas a se interiorizarem e a se questionarem. Também era um exímio contador de parábolas que perturbava os pensamentos de todos os seus ouvintes.
Quem é Jesus Cristo? Ele é o filho de Deus? Ele tem natureza divina? Ele é o autor da existência? Como ele se antecipava ao tempo e previa fatos ainda não acontecidos, tais como a traição de Judas e a negação de Pedro? Como realizava os atos sobrenaturais que deixavam as pessoas extasiadas? Como multiplicou alguns pães e peixes e saciou a fome de milhares de pessoas? Ele multiplicou a matéria, as moléculas, ou usou qualquer outro fenômeno? A ciência não pode dar essas respostas sobre Cristo nem outras tantas, pois essas perguntas entram na esfera da fé.
Como disse, quando começa a fé, que é íntima e pessoal de cada ser humano e que, portanto, deve ser respeitada, a ciência se cala. Jesus continuará sendo, em muitas áreas, um grande enigma para a ciência.
Ao investigarmos a sua inteligência, talvez possamos responder a algumas destas importantes perguntas: Cristo sempre expressava com elegância e coerência a sua inteligência nas várias situações tensas e angustiantes que vivia? Teria ele dividido a história da humanidade se não tivesse realizado nenhum ato sobrenatural? Por que suas palavras permanecem vivas até hoje, mexendo com centenas de milhões de pessoas de todas as línguas e de todos os níveis sociais, econômicos e culturais? Por que homens que nunca o viram ou nunca o tocaram – entre eles pensadores, filósofos e cientistas – disseram espantosamente, ao longo da história, que não apenas creram nele, mas também o amaram?
Um abraço.
Que Deus continue abençoando vocês e suas família.
Kleber Ramírez
Oi, Kleber.
Realmente, onde a ciência se cala inicia-se a fé. E nisto você tem toda a razão e, até aí, estamos de acordo. Nesse ponto porém, surgem as diferentes correntes humanas: uns param por ali, são os céticos; outros passam a crer numa Natureza Criadora, os criacionistas; há ainda, os que crêem num ou em vários deuses; e, finalmente, os que crêem no Deus de Abraão, Isaac e Jacó. Daí, pode-se concluir que a fé não é um atributo exclusivamente cristão; e, como você mesmo afirma, devendo ser respeitada. Eu, por exemplo, me enquadro na corrente criacionista.
Quanto ao Jesus-histórico, com profundo respeito a sua crença, mas por serem infrutíferas todas as buscas de sua antenticidade ao longo desses dois mil anos, na minha opinião o homem é “invisível” aos estudiosos; o que seria no mínimo uma grande injustiça, você não acha?
O Jesus-Deus baseia-se num dogma cristológico ou seja, numa “fé” imposta. Quando houve então, uma profunda modificação de horizonte e de linguagem: a perda de sensibilidade histórica, relacionada com o processo de helenização do cristianismo e influenciada pelo “status quo” produzido pela paz constantiniana que se faz sentir nas formulações da fé cristã. O interesse se desloca: da história do crucificado-ressuscitado para a sua condição de homem-deus; da “identidade na contradição”, nele reconhecida na páscoa pelos cristãos até então, para a “unidade na dualidade” da consideração metafísica do seu ser; da “identidade na contradição” experimentada pela Igreja, ora perseguida, para a “unidade na dualidade”, que vai se estabelecendo entre o “poder político” e o “poder eclesiástico”, vistos mutuamente como expressão de uma mesma autoridade, que funda a sua recíproca harmonização. Assim “surge” o homem-deus, Kleber.
A partir daí, os homens que impuseram esse dogma e outros, Trindade por exemplo, passaram a ter um comportamento autoritário e contraditório: tanto ao jesus-histórico, quanto mais ainda ao homem-deus, afastando assim as gerações vindouras até o presente, de sua própria religiosidade. Conheço muitas pessoas que criam e deixaram de crer, outras que continuam crendo; mas que se afastaram de qualquer atividade eclesiástica por discordarem daqueles comportamentos. Isso depois de frequentarem e participarem ativamente de inúmeras denominações religiosas e, concluírem por si mesmas que elas mais afastavam do que aproximavam, daquele Deus que julgam ser o Verdadeiro.
Por acaso, Kleber, você conhece algum padre, pastor… etc, que dê a sua própria vida por você? Segundo a bíblia, Jesus deu. Portanto, nenhum deles tem o comportamento daquele que eles próprios pregam.
Um abraço.
Oi. IVAN CARLOS.
Você acha que a fé é só acreditar em qualquer coisa.
Na verdade, Eu tenho provas do poder do Deus vivo, que não se deixa enganar.
Eu jamais daria minha vida por ninguém, e nem deveria. A diferença de Cristo é que ele deu porque ele tem respaldo para isso. O justo pelo injusto. Não sei se você entederá isto.
Um abraço.
Kleber Ramírez
AO KLEBER:
Eu entendo sim, Kleber, tudo o que você escreve. Claro que discordo em grande parte, isto também é verdade.
E sabe por que eu não acredito em discurso de nenhum crente? Porque essa pergunta que eu fiz a você, eu a fiz para muitos outros… e as respostas foram idênticas a sua. Contrariando portanto, um princípio fundamental do cristianismo que destaquei abaixo, onde grifei algumas palavras para facilitar o entendimento. Já que tenho observado que a grande maioria dos cristãos, lêem mas não compreendem a sua própria “cartilha”.
Jo 15, 12-14 e 17: Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, “como eu” vos amei. Ninguém tem amor maior do que “aquele que dá a sua vida por seus amigos. Vós sois meus amigos, se fazeis o que vos mando”. O que vos mando é que vos ameis uns aos outros.
Veja que aquela citação não deixa margem para interpretações outras, como é de praxe das comunidades que se dizem cristãs, adequar aquilo que está escrito na bíblia aos seus próprios interesses. Alem de Jesus, os apóstolos também previam que isso iria acontecer pelo que se constata nas suas diversas advertências, das quais destaquei só algumas:
II Pe 2, 1-3 : Assim como houve entre o povo falsos profetas, assim também haverá entre vós “falsos doutores, que introduzirão disfarçadamente seitas perniciosas”. Eles, renegando assim o Senhor que os resgatou, atrairão sobre si um ruína repentina. “Muitos os seguirão nas suas desordens e serão deste modo a causa de o caminho da verdade ser caluniado. Movidos pela cobiça, eles vos hão de explorar” por palavras cheias de astúcia.
E, nesse mesmo capítulo, segue-se as conseqüências bíblicas para tais comportamentos.
II Cor 12, 14: …Não vos serei oneroso, porque “não busco a vossos bens, mas sim a vós mesmos”. Com efeito, não são os filhos que devem entesourar para os pais, mas os pais para os filhos. De mui boa vontade “darei o que é meu, e me darei a mim mesmo pelas vossas almas”, ainda que, amando-vos mais, seja menos amado por vós.
Observe que Paulo deixa bem claro o seu interesse pelos seus seguidores: “vós mesmos… vossas almas” , e não os seus bens. E vai mais além, dará o que é dele inclusive “sua própria vida”.
I Cor 16, 2-3: No primeiro dia da semana, “cada um de vós ponha de parte o que tiver podido poupar”… Quando chegar, enviarei, com uma carta, os que tiverdes escolhido para levar a Jerusalém a “vossa oferta”.
Veja que o Apóstolo se refere a “oferta” e não a dízimo.
É certo também, que Jesus não desclassificou o dízimo; mas o condicionou à aceitação e à vivência da “justiça e do amor de Deus” (Lc 11, 42). No entanto, é bom que se entenda, que o conceito bíblico de dízimo está sempre relacionado com o “lucro” obtido pelos proprietários de terras e, não com os míseros salários auferidos pelos operários; destes, simplesmente aceitar-se-ia, “ofertas expontâneas”.
É isso, Kleber. Em resposta a alguns tópicos de seu questionário, eu deixei bem claro que eu tenho a minha fé. Mas Deus também, doutou-nos de inteligência para não cairmos nessas “armadilhas” do homem, especialmente aqueles muito bem definidos por Paulo:
“Cuidado com esses cães! Cuidado com esses charlatães! Cuidado com esses mutilados.” (Flp 3, 2).
Um abraço.
Cuidado eu tenho. Mas a sua interpretação está errada.
Já que você considerou os versículos de Paulo, então me responda uma coisa:
Porque você não seguiu o mandamento de Jesus?
No aguardo.
Kleber Ramírez
Visto que, vocês dizem que a bíblia foi uma armação dos judeus para fundamentar uma religião.
Porque você agora está considerando a bíblia para argumentar ou criticar as práticas das coisas que viriam acontecer?
No aguardo.
Kleber Ramírez
Me responda também:
Na sua opinião ou entendimento, quem seria os falsos profetas?
No aguardo.
Kleber Kamírez
Respostas ao KLEBER RAMIREZ:
Comentário 2008-10-21/8.58 pm: PORQUE EU NÃO SOU CRENTE-RELIGIOSO.
Comentário 2008-10-21/9.02 pm: PORQUE É A LINGUAGEM QUE VC ENTENDE E ACEITA, OUTRAS FONTES SERIAM EM VÃO, COMO TÊM SIDO ATÉ AGORA.
Comentário 2008-10-21/9.09 pm: TODOS OS LÍDERES RELIGIOSOS QUE VIVEM ÀS CUSTAS DOS FIÉIS.
AQUELES RELIGIOSOS, CUJO SUSTENTO PROVÉM DE SUAS PROFISSÕES, E NÃO DA EXPLORAÇÃO ALHEIA, ESTÃO EXCLUÍDOS DO GRUPO ACIMA.
Boa noite, Kleber.
Respostas ao KLEBER RAMIREZ:
Comentário 2008-10-21/8.58 pm: Porque eu não sou crente-religioso.
Comentário 2008-10-21/9.02 pm: Porque é a linguagem que vc entende e aceita, outras fontes seriam em vão, como têm sido até agora.
Comentário 2008-10-21/9.09 pm: Todos os líderes religiosos que vivem às custas dos fiéis.
Aqueles religiosos, cujo sustento provém de suas profissões, e não da exploração alheia, estão excluídos do grupo acima.
Boa noite, Kleber.
Ao Ivan Carlos.
Eu sou CRENTE.
Creio nas escrituras sagradas.
Quanto aos falsos profetas e falsos mestres, é possível existir sim e concordo com você em parte. Agora vou te mostrar como discernir o Falso Profeta e falso mestre:
1) Discernir o caráter da pessoa.
a) Ela tem uma vida de oração perseverante e manifesta uma devoção sincera e pura a Deus?
b) Manifesta o fruto do Espírito (Gálatas 5.22 – Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. )?
c) Ama os pecadores (João 3.16 – Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna)?
d) Detesta o mal e ama a justiça (Hebreus 1.9 – Amaste a justiça e odiaste a iniqüidade; por isso Deus, o teu Deus, te ungiu Com óleo de alegria mais do que a teus companheiros)?
e) Fala contra o pecado (Lucas 3.18-20 – E assim, admoestando-os, muitas outras coisas também anunciava ao povo. Sendo, porém, o tetrarca Herodes repreendido por ele por causa de Herodias, mulher de seu irmão Filipe, e por todas as maldades que Herodes tinha feito, Acrescentou a todas as outras ainda esta, a de encerrar João num cárcere)?
2 – Discernir os motivos da pessoa. O líder cristão verdadeiro procurará fazer quatro coisas:
a) Honrar a Cristo (2 de Coríntios 8.23 – Quanto a Tito, é meu companheiro, e cooperador para convosco; quanto a nossos irmãos, são embaixadores das igrejas e glória de Cristo; Filipenses 1.20 – Segundo a minha intensa expectação e esperança, de que em nada serei confundido; antes, com toda a confiança, Cristo será, tanto agora como sempre, engrandecido no meu corpo, seja pela vida, seja pela morte);
b) Conduzir a igreja à santificação (Atos 26.18 – Para lhes abrires os olhos, e das trevas os converteres à luz, e do poder de Satanás a Deus; a fim de que recebam a remissão de pecados, e herança entre os que são santificados pela fé em mim; I de Coríntios 6.18 – Fugi da prostituição. Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo; 2 de Coríntios 6.16-18 – E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Por isso saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; E não toqueis nada imundo, E eu vos receberei; E eu serei para vós Pai, E vós sereis para mim filhos e filhas, Diz o Senhor Todo-Poderoso);
c) Salvar os perdidos (1 de Coríntios 9.19-22 – Porque, sendo livre para com todos, fiz-me servo de todos para ganhar ainda mais. E fiz-me como judeu para os judeus, para ganhar os judeus; para os que estão debaixo da lei, como se estivesse debaixo da lei, para ganhar os que estão debaixo da lei. Para os que estão sem lei, como se estivesse sem lei (não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo), para ganhar os que estão sem lei. Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns.
d) Proclamar e defender o evangelho de Cristo e dos apóstolos (Filipenses 1.16 – Uns, na verdade, anunciam a Cristo por contenção, não puramente, julgando acrescentar aflição às minhas prisões; Judas 3 – Amados, procurando eu escrever-vos com toda a diligência acerca da salvação comum, tive por necessidade escrever-vos, e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos).
3 – Observar os frutos da vida e da mensagem da pessoa.
4 – Discernir até que ponto a pessoa se baseia nas Escrituras. Este é o ponto fundamental. Ela crê e ensina que os escritos originais do AT e do NT são plenamente inspirados por Deus, e que devemos observar todos os seus ensinos?
5 – Finalmente, verifique a integridade da pessoa quanto ao dinheiro do Senhor. Ele recusa grande soma para si mesma, administra todos os assuntos financeiros com integridade e responsabilidade, e procura realizar a obra de Deus conforme os padrões do NT para obreiro Cristão. (1 de Timóteo 3.1-10 – ESTA é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja. Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar; Não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento; Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia (Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?); Não neófito, para que, ensoberbecendo-se, não caia na condenação do diabo. Convém também que tenha bom testemunho dos que estão de fora, para que não caia em afronta, e no laço do diabo. Da mesma sorte os diáconos sejam honestos, não de língua dobre, não dados a muito vinho, não cobiçosos de torpe ganância; Guardando o mistério da fé numa consciência pura. E também estes sejam primeiro provados, depois sirvam, se forem irrepreensíveis).
Apesar de tudo que o crente fiel venha a fazer para avaliar a vida e o trabalho de tais pessoas, não deixará de haver falsos mestres e falsos profetas nas igrejas, os quais, com a ajuda de Satanás, ocultam-se até que Deus os desmascare e revele aquilo que realmente são.
Sobre o viver da profissão e não dos dízimos e ofertas, creio desta forma: Vejamos o que a bíblia fala sobre isto:
I Coríntios 9: 13-14 – Não sabeis vós que os que administram o que é sagrado comem do que é do templo? E que os que de contínuo estão junto ao altar, participam do altar? Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho.
Mateus 10:10 – Nem alforjes para o caminho, nem duas túnicas, nem alparcas, nem bordão; porque digno é o operário do seu alimento.
Lucas 10:7 – E ficai na mesma casa, comendo e bebendo do que eles tiverem, pois digno é o obreiro de seu salário. Não andeis de casa em casa.
Gálatas 6:6 – E o que é instruído na palavra reparta de todos os seus bens com aquele que o instrui.
I de Timóteo 5:17-18 – Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina; Porque diz a Escritura: Não ligarás a boca ao boi que debulha. E: Digno é o obreiro do seu salário.
Vejamos: a CBO – Classificação Brasileira de Ocupações do Ministério do Trabalho legaliza esta ocupação com o seguinte código abaixo, tornando-se legal esta profissão.
2631-05 – Pastor Evangélico
Boa Noite.
Que Deus continue abençoado você e sua família.
Kleber Ramírez
Kleber Ramirez
Em relação a bíblia e os valores lá contidos não vou mais contra argumentar com você.
No entanto vamos entrar no campo do evangelismo atual, mesmo porque não podemos separar uma coisa da outra.
Você deve conher o pastor Benny Hinn, diga-me o que você pensa de suas atitudes em público quando de suas pregações? Pergunta essa que vem ao encontra do tema do post.
ao KLEBER RAMIREZ:
Muito bem, Kleber. Grande parte da sua exposição, estamos de acordo. Já no final…
Inicialmente, gostaria de ressaltar e, nunca é demais, que quando me refiro a líderes religiosos inclui padres, líderes espíritas e outros, além de pastores evangélicos. Portanto, não se trata de crítica direcionada. Inclusive vou deixar aqui um testemunho.
A minha cunhada pertence à CCB, onde a seu convite, até assisti alguns cultos. E observei que lá os pastores são chamados de “cooperadores” ou “anciãos”, designações bem menos imponentes, vc não acha? Eles provêm seu próprio sustento, através dos seus trabalhos “extra-igreja”.
Aquela congregação sobrevive de doações espontâneas e causais: quando da viagem de algum membro, alguma reforma necessária ou mesmo para a construção de um novo templo, onde os “irmãos” que não podem colaborar financeiramente, doam (tambem espontaneamente) seu trabalho. E tudo isso discutido de uma forma bastante democrática com a respectiva comunidade. Também discordam da exigência do dízimo, praticada por outras denominações que segundo eles, com o advento do NT, isso deixou de ser uma exigência e passou a ser uma espontainedade.
Pois bem: nem por isso, deixaram de construir um grande patrimônio. Prova de que não há necessidade de ganância para levar a palavra de Deus.
Kleber, eu nem vou entrar em discussão contigo nesse particular do dízimo, afinal de contas o dinheiro é seu, e vc tem o direito de fazer dele o que bem entender. Apenas sugiro que leia mais uma vez (acredito que vc já tenha lido), com bastante atenção e desprendimento, o livro de Hebreus. Depois disso, voltamos a debater.
Um abraço.
E.T.: Em complemento a minha resposta anterior: o fato de não ser crente, não significa que eu não tenha conhecimento bíblico.
Ao Ivan Carlos e outras pessoas.
Eu sou CRENTE.
Creio nas escrituras sagradas.
Quanto aos falsos profetas e falsos mestres, é possível existir sim e concordo com você em parte. Agora vou te mostrar como discernir o Falso Profeta e falso mestre:
1) Discernir o caráter da pessoa.
a) Ela tem uma vida de oração perseverante e manifesta uma devoção sincera e pura a Deus?
b) Manifesta o fruto do Espírito (Gálatas 5.22 – Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. )?
c) Ama os pecadores (João 3.16 – Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna)?
d) Detesta o mal e ama a justiça (Hebreus 1.9 – Amaste a justiça e odiaste a iniqüidade; por isso Deus, o teu Deus, te ungiu Com óleo de alegria mais do que a teus companheiros)?
e) Fala contra o pecado (Lucas 3.18-20 – E assim, admoestando-os, muitas outras coisas também anunciava ao povo. Sendo, porém, o tetrarca Herodes repreendido por ele por causa de Herodias, mulher de seu irmão Filipe, e por todas as maldades que Herodes tinha feito, Acrescentou a todas as outras ainda esta, a de encerrar João num cárcere)?
2 – Discernir os motivos da pessoa. O líder cristão verdadeiro procurará fazer quatro coisas:
a) Honrar a Cristo (2 de Coríntios 8.23 – Quanto a Tito, é meu companheiro, e cooperador para convosco; quanto a nossos irmãos, são embaixadores das igrejas e glória de Cristo; Filipenses 1.20 – Segundo a minha intensa expectação e esperança, de que em nada serei confundido; antes, com toda a confiança, Cristo será, tanto agora como sempre, engrandecido no meu corpo, seja pela vida, seja pela morte);
b) Conduzir a igreja à santificação (Atos 26.18 – Para lhes abrires os olhos, e das trevas os converteres à luz, e do poder de Satanás a Deus; a fim de que recebam a remissão de pecados, e herança entre os que são santificados pela fé em mim; I de Coríntios 6.18 – Fugi da prostituição. Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo; 2 de Coríntios 6.16-18 – E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Por isso saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; E não toqueis nada imundo, E eu vos receberei; E eu serei para vós Pai, E vós sereis para mim filhos e filhas, Diz o Senhor Todo-Poderoso);
c) Salvar os perdidos (1 de Coríntios 9.19-22 – Porque, sendo livre para com todos, fiz-me servo de todos para ganhar ainda mais. E fiz-me como judeu para os judeus, para ganhar os judeus; para os que estão debaixo da lei, como se estivesse debaixo da lei, para ganhar os que estão debaixo da lei. Para os que estão sem lei, como se estivesse sem lei (não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo), para ganhar os que estão sem lei. Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns.
d) Proclamar e defender o evangelho de Cristo e dos apóstolos (Filipenses 1.16 – Uns, na verdade, anunciam a Cristo por contenção, não puramente, julgando acrescentar aflição às minhas prisões; Judas 3 – Amados, procurando eu escrever-vos com toda a diligência acerca da salvação comum, tive por necessidade escrever-vos, e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos).
3 – Observar os frutos da vida e da mensagem da pessoa.
4 – Discernir até que ponto a pessoa se baseia nas Escrituras. Este é o ponto fundamental. Ela crê e ensina que os escritos originais do AT e do NT são plenamente inspirados por Deus, e que devemos observar todos os seus ensinos?
5 – Finalmente, verifique a integridade da pessoa quanto ao dinheiro do Senhor. Ele recusa grande soma para si mesma, administra todos os assuntos financeiros com integridade e responsabilidade, e procura realizar a obra de Deus conforme os padrões do NT para obreiro Cristão. (1 de Timóteo 3.1-10 – ESTA é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja. Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar; Não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento; Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia (Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?); Não neófito, para que, ensoberbecendo-se, não caia na condenação do diabo. Convém também que tenha bom testemunho dos que estão de fora, para que não caia em afronta, e no laço do diabo. Da mesma sorte os diáconos sejam honestos, não de língua dobre, não dados a muito vinho, não cobiçosos de torpe ganância; Guardando o mistério da fé numa consciência pura. E também estes sejam primeiro provados, depois sirvam, se forem irrepreensíveis).
Apesar de tudo que o crente fiel venha a fazer para avaliar a vida e o trabalho de tais pessoas, não deixará de haver falsos mestres e falsos profetas nas igrejas, os quais, com a ajuda de Satanás, ocultam-se até que Deus os desmascare e revele aquilo que realmente são.
Sobre o viver da profissão e não dos dízimos e ofertas, creio desta forma: Vejamos o que a bíblia fala sobre isto:
I Coríntios 9: 13-14 – Não sabeis vós que os que administram o que é sagrado comem do que é do templo? E que os que de contínuo estão junto ao altar, participam do altar? Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho.
Mateus 10:10 – Nem alforjes para o caminho, nem duas túnicas, nem alparcas, nem bordão; porque digno é o operário do seu alimento.
Lucas 10:7 – E ficai na mesma casa, comendo e bebendo do que eles tiverem, pois digno é o obreiro de seu salário. Não andeis de casa em casa.
Gálatas 6:6 – E o que é instruído na palavra reparta de todos os seus bens com aquele que o instrui.
I de Timóteo 5:17-18 – Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina; Porque diz a Escritura: Não ligarás a boca ao boi que debulha. E: Digno é o obreiro do seu salário.
Vejamos: a CBO – Classificação Brasileira de Ocupações do Ministério do Trabalho legaliza esta ocupação com o seguinte código abaixo, tornando-se legal esta profissão.
2631-05 – Pastor Evangélico
Boa Noite.
Que Deus continue abençoado você e sua família.
Kleber Ramírez
Desculpem pessoal. Enviei de novo o mesmo tema, porque não estava a vista os temas acima. Quando enviei novamente a uns 02 minutos, apareceu o argumento de KIBOM33 e do Ivan Carlos.
Favor desconsiderar o último.
Vamos agora aos comentários de Ivan e KIBOM33 e retornarei logo mais com a resposta.
Um abraço.
Que Deus continue abençoando vocês.
Kleber Ramírez
Pessoal, eu retorno para o blog “vida de Jesus…” ou permaneço neste?
Mandem a resposta.
No aguardo.
Kleber Ramírez
Ivo
Sugiro que todos os debates sobre religião façamos na pagina “vida de Jesus”, confesso que nos dispersamos um pouco, a não ser quando o assunto for específico.
Concordo quando citado pelo Mr. Spock que você é um dos poucos que produz algo de valor na web, motivo esse que nos atrevemos a dar “palpites”.
Aproveito para informar que estamos em novo endereço, procurando aprender um pouco mais.
http://pensamentologicosempre.wordpress.com
Grato!
Ok. SE PERMITEM, DIRECIONAREI OS MEUS COMENTÁRIOS PARA A PÁGINA “VIDA DE JESUS…”.
UM ABRAÇO.
QUE DEUS CONTINUE ABENÇOANDO VOCÊS.
KLEBER RAMÍREZ
HÁ, ESQUECI DE PERGUNTAR:
POR QUE AS PESSOAS ACIMA NÃO RESPEONDEM AOS NOSSOS COMENTÁRIOS? NÃO ESTOU FALANDO DOS SRS. IVO, KIBOM33 E IVAN CARLOS.
Parabens pelo seu site, colega! Nao gosto muito de fazer comentarios, mas o seu site esta muito bom mesmo! Continue com esse bom trabalho!
Vejo que o texto gerou muita discussão e espero que tenha servido de algo para ambos os lados. Só ressalto que, num mundo onde ser religioso é ser normal e ter idéias alternativas é visto como doença numa sociedade que padece dos males da hipocrisia, ignorância e são facilmente sugestionáveis, discutir sobre quem tá certo ou errado é inútil. Que tal abrirem os olhos ambos os lados e entender o outro? Eu entendo os teístas e seus argumentos falhos sem bases por isso não me apego em discussões desnecessárias.
Abraços !
O direito de ser ateu inexiste, porquanto todos nascem ateus, e, sem escolha pessoal tanto para sê-lo, ou não. Todo ser é igual em seu nascimento. Fé não é uma força latente do ser, antes é um dom do Criador. Todos nascem mortos, e envoltos em uma futura mortalha que os amedronta desde o berço. Só há uma saída, a saber: a Fé de Nosso Senhor Jesus Cristo, fora isso, tudo é loquacidade irrefletida. Vivi ateu até quando pude, todavia, algo maior que meu ateísmo logrou êxito sobre mim.
Qdo, eu era criança pequena, filho de uma tradicional e consevadora família
católica, recebia sempre conselhos de meus velhos pais, nunca faça amizad
com comunistas, pois eles além de serem ateus, são comedores de criançi
nha, cresci e compreendi que os verdadeiros comedores de criançinha na realidade não eram os ateus comunistas, e sim pessoas preparadas para
zelar para a moral, educação, hábitos e bons costumes, depois de tantas e
outras, ilusões, deixei de acreditar em ficção e utopia, tornei-me ateu. e me
sinto feliz.
Voo AF.447 Rio-Paris, 228 passageiros, inúmeros católicos, evangélicos, judeus, muçulmanos,hindus,no momento que sentiram que o avião AirBus
estavam caindo, começaram a rezar, orar, clamar, chamar, gritar pelo nome
de Deus,pedindo para não morrerem, suas súplicas, pedidos não foram ouvidas, pelo Todo Poderoso, onde estás que ñ, escutou minhas súplicas.
Olá pessoal. Dei um tempo neste blog para verificar alguns comentários. E confesso que as pessoas estão batante interessada em resolver os problemas da humanidade. Apartir de hoje, começarei a fazer os meus comentários acerca dos post. a começar por este. Vejamos:
Em resposta ao comentário acima do Sr. Carlitos Soares, está escrito o seguinte na Bíblia:
“E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.” (Atos 2 : 21)
“Porque todo aquele que invocar o nome do SENHOR será salvo.” (Romanos 10 : 13)
“Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado, e salva os contritos de espírito.” (Salmos 34 : 18)
“Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus.” (Salmos 51 : 17)
“Porque assim diz o Alto e o Sublime, que habita na eternidade, e cujo nome é Santo: Num alto e santo lugar habito; como também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos, e para vivificar o coração dos contritos.” (Isaías 57 : 15)
(Lucas 23:39-43) 39 E um dos malfeitores que estavam pendurados blasfemava dele, dizendo: Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo, e a nós.
40 Respondendo, porém, o outro, repreendia-o, dizendo: Tu nem ainda temes a Deus, estando na mesma condenação?
41 E nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o que os nossos feitos mereciam; mas este nenhum mal fez.
42 E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino.
43 E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso.
Eles estão melhor do que nós, segundo as escrituras, NO PARAÍSO.
Percebo que Deus é tão bom, que dá inteligência ao homem para quebrar a lei da gravidade, fazendo com que várias toneladas de aço voe. É poder demais. É por isso que amo o Senhor.
Um abraço.
Que Deus continue abençoando vocês e suas família.
P.S.: Amanhã continuaremos nossos comentários aqui e nos demais post. De preferência a noite.
seque um artigo pra turma inteligente do forum
leiam com atenção. o autor faz uma reflexão interessante
Deus existe?
Há 100 anos, a ciência tinha certeza de que descobriria sozinha os mistérios do universo. Hoje, ela busca na religião respostas para grandes questões.
Existe uma luz no fim do túnel? Eu sinceramente espero que sim. Afinal, faz várias semanas – meses talvez – que estou perdido nesse labirinto escuro.
Eu não sei o que fiz para merecer tamanho castigo. De todos os trabalhos que poderiam me dar nesta vida de jornalista, não deve ter abacaxi mais cascudo que esse: uma reportagem sobre Deus… e justo numa revista científica!
Mecânica quântica e matemática do caos a gente até entende – com a ajuda de um bom professor, claro. Deus é outra história. É o infinito imponderável: aquilo que não dá para se pensar nem imaginar. É o infinito inefável: aquilo que não dá para se falar. Ou pelo menos essa é a maneira mais segura de abordar – e encerrar – o assunto sem cair no ridículo nem ofender ninguém.
Mas são os próprios cientistas que não param de falar em Deus. Os últimos dez anos em especial viram nascer um novo filão literário dedicado a discutir o Divino – aquele mesmo, um Criador Onipotente e Onisciente! – à luz da física e da matemática, da química e da biologia.
O culpado, ao que tudo indica, é o físico inglês Stephen Hawking, ocupante da cadeira que foi de Isaac Newton na ultra-prestigiosa Universidade de Cambridge e um dos principais teóricos dos buracos negros. Hawking, todo mundo sabe, realizou um milagre digno do Grande Arquiteto Celestial ao vender mais de dez milhões de cópias de um tratado de cosmologia e astrofísica, denso o suficiente para fritar o cérebro do público leigo. Publicado em 1988, Uma Breve História do Tempo tornou-se o mais inesperado best seller da história e até filme virou – não sem antes deixar no ar, bem no parágrafo final, uma sedutora insinuação de casamento entre ciência e religião:
“Se chegarmos a uma teoria completa, com o tempo esta deveria ser compreensível para todos e não só para um pequeno grupo de cientistas. Então, todo mundo poderia tomar parte na discussão sobre por que nós e o Universo existimos… Nesse momento, conheceríamos a mente de Deus.”
Aviso importante: Hawking nunca se declarou religioso e usa essa idéia mais como uma frase de efeito, uma metáfora do conhecimento total do Universo. Mas não demorou para outro cientista inglês do alto escalão, o físico Paul Davies, extrair todo um livro – e mais um sucesso comercial de arromba! – levando ao pé da letra as palavras do colega. Acolhido com uma chuva de prêmios destinados à divulgação científica, A Mente de Deus (1992) passa em revista a história da ciência e da filosofia para afirmar, com convicção, que tudo no cosmo revela intenção e consciência. Como o próprio Davies resumiu em uma entrevista: “Acredito que as leis da natureza são engenhosas e criativas, facilitando o desenvolvimento da riqueza e da diversidade na natureza. A vida é apenas um aspecto disso. A consciência é outro. Um ateu pode aceitar essas leis como um fato bruto, mas para mim elas sugerem algo mais profundo e intencional.”
Estava dada a deixa para uma verdadeira enxurrada de físicos-teólogos atacar o assunto em dezenas de publicações semelhantes, como Ian Barbour, Arthur Peacocke, Hugh Ross, Frank Tipler e Gerald Schroeder. Dessa turma, o mais ativo é o também inglês John Polkinghorne, colega de Hawking no departamento de Física de Cambridge, que – depois de 25 anos de carreira acadêmica brilhante – largou tudo para se ordenar pastor anglicano e escrever seus livros de “cristianismo quântico”.
“Eu não abandonei a física porque estava desiludido com ela, muito pelo contrário: continuo acompanhando o assunto com o máximo interesse. Só não faço mais pesquisa científica. Mas boa parte dos meus livros consiste em ensinar física quântica aos leigos”, disse ele à SUPER. “Acredito que precisamos de ambas as perspectivas, a científica e a religiosa, para compreender esse mundo admirável em que vivemos.”
Alguma transformação radical deve ter ocorrido para que a crença em Deus, assunto que havia se tornado tabu em laboratórios e universidades, renascesse com tanta força. Cem anos atrás, a ciência se projetava como a própria imagem do progresso e da civilização: decifrar todos os mistérios da natureza era só uma questão de tempo. Era como se estivéssemos em um trem, atravessando planícies ensolaradas, com uma visão cada vez mais ampla de tudo que nos cercava. Nós mesmos havíamos nos tornado os senhores do universo. Ninguém necessitava mais de fantasias como “providência divina”. Conceitos desse tipo – e entidades sobrenaturais em geral – passaram a ser considerado ou uma infantilização neurótica (Freud) ou um meio das classes dominantes subjugarem os pobres e oprimidos (Nietzche e Marx).
De repente, sumiram de vista as planícies, a luz do sol e os próprios trilhos do trem. Um terremoto, depois outro, haviam nos atirado dentro de um túnel escuro, onde as velhas certezas voltavam a se converter em mistérios. Esses dois cataclismas eram justamente a física quântica e a matemática do caos.
“Ambas teorias mostravam que existe uma imprevisibilidade inevitável espalhada por toda a natureza. Não acho que isso deva ser interpretado como uma infeliz ignorância de nossa parte e sim como sinal de que os processos físicos são muito mais abertos do que a mecânica de Newton sugeria. Quando falo ‘abertos’, estou querendo dizer que existem outros princípios causais em ação, acima e além das trocas de energia que a física descreve”, afirma Polkinghorne.
O físico brasileiro Ricardo Galvão, da Universidade de São Paulo – que se diz “bastante religioso” – completa o quadro: “A partir das equações da mecânica de Newton e da teoria do eletromagnetismo de Maxwell, a ciência clássica dava a impressão de que, conhecendo essas leis matemáticas, conseguiríamos descrever todo o Universo. É o que se chama de conceito determinístico, segundo o qual se acreditava que, conhecendo as condições iniciais de um evento ou sistema, poderíamos prever toda sua evolução futura. Mas já no final do século passado, o matemático e físico francês Henri Poincaré (1854-1912) tocou no problema de que essas condições iniciais nunca são bem conhecidas. Ele mostrou que mesmo a mecânica de Newton não era determinística no sentido que se pensava. Aí, veio a mecânica quântica e introduziu o conceito de que é impossível se conhecer simultaneamente a posição e o movimento de uma partícula. Esse é o Princípio da Incerteza de Heisenberg, que realmente derrubou aquela atitude científica do tipo ‘conhecemos tudo e podemos prever o futuro’ “.
Foi justamente o Princípio da Incerteza que fez Einstein soltar, em protesto, sua frase mais famosa: “Deus não joga dados!”. A imprevisibilidade quântica era demais para ele aceitar. Einstein, como se sabe, falava o tempo todo em Deus – até o dia em que o encostaram na parede e perguntaram se ele acreditava mesmo no Dito Cujo. “Acredito no Deus de Spinoza, que se revela na harmonia e na ordem da natureza, não em um Deus que se preocupa com os destinos e as ações dos seres humanos”, respondeu o criador da teoria da relatividade, citando o filósofo holandês do século XVII para quem Deus e o Universo seriam a mesma “substância”. Tal entidade, para Spinoza, só poderia ser acessível à mente humana em dois de seus infinitos atributos: o pensamento consciente e o mundo das coisas materiais.
A definição de Einstein decepcionou muita gente – John Polkinghorne, inclusive – por excluir o que costuma se chamar de “Deus pessoal”. Assim, até um ateu convicto como Carl Sagan aceita a divindade. “A idéia de Deus como um gigante barbudo de pele branca, sentado no Céu, é ridícula. Mas se, com esse conceito, você se referir a um conjunto de leis físicas que rege o Universo, então claramente existe um Deus. Só que é emocionalmente frustrante: afinal, não faz muito sentido rezar para a lei da gravidade!”, disse o famoso astrônomo americano.
Sagan foi um dos raros cientistas a se declarar ateu. A grande maioria prefere o termo “agnóstico”, criado em 1869 pelo biólogo inglês Thomas Huxley – apelidado “buldogue de Darwin” pela sua incansável defesa da teoria da evolução em um dos maiores conflitos da história entre ciência e religião. Há uma grande diferença entre as duas posições: dizer-se ateu é recusar a existência de um Deus, enquanto o agnóstico (“sem conhecimento”, em grego) admite que nada sabe sobre dimensões sobrenaturais no Universo – e que o mais provável é que seja impossível superar tal ignorância. É essa combinação exemplar de humildade e a diplomacia – nada a ver com o cão-de-guarda que usaram para batizar Huxley! – que define até hoje a postura de quase todos os cientistas não-religiosos.
Mesmo assim, o americano Allan Sandage – um dos astrônomos mais respeitados mundialmente, hoje com 74 anos – considerava-se ateu com todas as letras, até os 50 anos. Sua conversão ao cristianismo veio de repente, provocada pelo “simples desespero de não conseguir responder só com a razão perguntas como ‘por que existe algo ao invés de nada?’.”
“Foi o meu trabalho que me levou à conclusão de que o mundo é muito mais complicado do que pode ser explicado pela ciência. Só através do sobrenatural consigo entender o mistério da existência”, afirma ele. “A ciência torna explícita a incrível ordem natural, as interconexões em vários níveis entre as leis da física e as reações químicas encontradas nos processos biológicos da vida. Por que será que os elétrons têm todos a mesma carga e a mesma massa? A ciência só pode responder questões bem específicas, do tipo ‘o que?’, ‘quando?’ e ‘como?’. O seu método de investigação, por mais poderoso que seja, não pode responder ao ‘por que?’.”
Enxergar Deus na inteligência com que a natureza se organiza – manifesta através de leis matemáticas – não é só a porta de entrada da religião para contemporâneos como Sandage e John Polkinghorne, como uma tradição que vem desde a própria a raiz do conhecimento científico. Nem o ateísmo confesso de Bertrand Russell – lógico, matemático e filósofo reconhecido como um dos pensadores mais brilhantes do século XX – o impediu de valorizar essa linha peculiar de devoção: “A combinação de matemática e teologia, que começou com Pitágoras, caracterizou a a filosofia religiosa na Grécia Antiga, na Idade Média e chegou à modernidade com Kant. Tanto em Platão como em Santo Agostinho, São Tomás de Aquino, Descartes, Spinoza e Leibniz há essa ligação íntima entre religião e razão, entre aspiração moral e admiração lógica do que é atemporal.”
Para quem compartilha desse espírito pitágorico, o melhor retrato de Deus já não está nas pinturas de Miguelângelo e sim nas fractais – aquelas imagens geradas por equações matemáticas que estão entre as mais incríveis descobertas relacionadas à teoria do caos. Essa nova geometria, até então oculta na natureza, apareceu – entre as décadas de 60 e 70 – tanto nos estudos de variações climáticas realizadas pelo metereologista Edward Lorenz, quanto nas estatísticas visualizadas em computador pelo matemático Benoit Mandelbrot. O que as fractais tanto mostram que, para alguns, adquire um caráter de revelação divina? Que processos aparentemente irregulares como a ramificação de uma árvore, ou o recorte de uma costa marinha, seguem um desenho-padrão que, por sua vez, obedece uma fórmula matemática.
Mais ou menos na mesma época – começo dos anos 70 – um jovem físico chamado Fritjof Capra estava sentado na praia quando teve uma espécie de êxtase místico, provocado pela visão das ondas em sincronia com sua respiração. O resultado dessa sua experiência está em O Tao da Física, best seller que, apesar de desprezado pela comunidade científica, ajudou a lançar o movimento new age, explorando paralelos entre a física quântica e as principais religiões orientais: hinduísmo, budismo e taoísmo. Não faltam no livro citações dos próprios Werner Heisenberg e Niels Bohr – dois dos pais da mecânica quântica – sobre as afinidades entre suas descobertas e a visão de mundo contida nestas tradições religiosas.
O conceito chinês do tao, destacado no título do livro – algo como fluxo ou ritmo universal – não espelha apenas a “dança cósmica” que Capra vê na física quântica. Pode igualmente ser associado aos padrões da natureza revelados nas fractais. Mas sua inspiração inicial mostra uma das principais limitações da ciência nesse tipo de comparação: ela não pode depender de experiências pessoais e instranferíveis, como o transe de Capra à beira-mar. O físico Guimarães Ferreira, da Unicamp – outro cientista brasileiro religioso – acredita que esse é um bom motivo para não se misturar as duas coisas: “Deus é um Ser que gosta de ser pessoal”, diz ele. “É muito mais fácil encontrá-lo em nossas experiências de vida do que no laboratório. O maior pensador do mundo ocidental, Santo Agostinho, já dizia que é mais fácil achar Deus dentro de si do que no mundo exterior.”
No outro extremo está o físico Frank Tipler, crente de que a ciência pode – e deve – ser utilizada para provar a existência de Deus, como princípio criador, organizador, onisciente, onipotente etc, como rezam as escrituras. Tipler escreveu todo um livro, The Physics of Immortality (1994), apresentando a versão mais radical de uma visão compartilhada com mais cautela por John Polkinghorne, Paul Davies e os cientistas que apóiam o chamado princípio antrópico – a mais surpreendente teoria dos últimos tempos. Para eles, o modo como o caos espontaneamente gera ordem e todo o cosmo parece conspirar a favor da existência de vida revela atributos divinos como consciência e intenção. A vida, assim, deve ser vista como nada menos que um milagre; e a vida consciente, um milagre maior ainda. O princípio antrópico postula que o Universo foi criado da maneira que nós o percebemos justamente para ser observado por criaturas inteligentes (nós mesmos!) e que é nossa conciência que seleciona uma realidade entre todas as probabilidades quânticas. Não custa lembrar que Brandon Carter, que apresentou pela primeira vez o princípio antrópico em 1973, não é nenhum guru aloprado e sim um cientista respeitadíssimo entre seus pares por suas pesquisas na linha-de-frente da nova física.
Tem mais: a teoria mais aceita para explicar a origem do Universo – a explosão de uma bola de energia – também vale para esses estudiosos como sinal de uma criação intencional e inteligente. Como diz o próprio astrônomo que batizou essa teoria de Big Bang, o inglês Fred Hoyle: “Uma explosão num depósito de ferro velho não faz com que pedaços de metal se juntem numa máquina útil e funcional!”
E o que teria existido, então, antes do Big Bang? Os físicos são unânimes em dizer que é impossível saber. Enquanto houver mistérios intransponíveis para a mente humana, idéias de divindade não só sobrevivem, como proliferam – e até são atualizadas cientificamente. Quando Stephen Hawking fala de uma “teoria completa” que nos permitiria conhecer a “mente de Deus”, está se referindo à busca principal da física no século XX: um modelo que unifique a teoria da relatividade, que explica o movimento dos corpos celestes, e a mecânica quântica, que descreve o outro extremo: energia e matéria no nível subatômico. Aqui reside um dos mais chocantes enigmas quânticos: ondas de energia podem se comportar como partículas de matéria e vice-versa.
A própria mente humana – acreditam psiquiatras, neurologistas e companhia – guarda talvez mais mistérios que o Universo lá fora. Como afirma o físico brasileiro Newton Bernardes, da Unicamp, sem nenhuma crença religiosa: “A ciência depende da linguagem. A religião, não. Ela está no campo do indizível e aí temos que abandonar a razão: só resta a fé. Mas pode existir, sim, conhecimento sem linguagem. Essa é uma limitação da ciência.”
Enquanto isso, no Instituto de Física Aplicada da USP, Ricardo Galvão pondera a localização exata de um conhecimento sem linguagem: a criatividade, presente tanto nas artes como na ciência mais exata. “A própria teoria da relatividade, é difícil imaginar como o Einstein chegou a ela – não foi por dedução. Idéias científicas precisam ser formuladas matematicamente, mas na hora surgem muitas vezes de um estalo.” E de onde, então, vêm essas magias chamadas intuição e inspiração? Existem hipóteses, é claro, como o inconsciente de Freud. Mas, por enquanto, só Deus sabe!
Nao a duvida que se alguem decidir a (desconsiderar)desacreditar de tudo que esta ai e reformular toda maneira de pensar, descubri se a que: nece momento ele sera livre para conceber ideias que jamais foram penssadas antes .E nao conceguira se manter no passado nem no futuro sera sempre do presnte que vivera,tendo com isso coquistado uma paz interna buscada milenarmente sem sacrificio sem religiao sem deuses fora de todo tipo de manipulacoa externa ou interna.so assim sera realmete livre.
se nao houver nen verdade nem mentira e sim ponto de vista difernte que sever a cada um o seu proposito.
Nao a duvida que se alguem decidir a (desconsiderar)desacreditar de tudo que esta ai e reformular toda maneira de pensar, descubri se a que: nece momento ele sera livre para conceber ideias que jamais foram penssadas antes .E nao conceguira se manter no passado nem no futuro sera sempre do presnte que vivera,tendo com isso coquistado uma paz interna buscada milenarmente sem sacrificio sem religiao sem deuses fora de todo tipo de manipulacoa externa ou interna.so assim sera realmete livre.
Leonardo, você acertou no alvo. Mas, na verdade só Deus sabe!
Ah! “Agora entendi, chegamos ao denominador comum “O direito de ser torto” ou” O torto dever de ser direito? Será!
Pensei q os comentarios seriam qanto “ao direito se ser ateu” e ñ sobre se Deus ou outro Ser Superior, seja lah o q for, deixa ou ñ de existir…
Não eh justo q alguem por ter opiniao avessa a crença(s) da maioria da populaçao e q na maior parte “estah na sua”, seja discriminado e constrangida por não conceber Seres Fantasticos ou de cunho parecido.
Bom, não sou ateu, mas aceito que, quem quiser ser ateu, que seja.
É um direito não só constitucional, mas humano.
Sei que Jesus não agrada a muitos ateus, mas nunca se soube dele ter dito que alguém deveria acreditar nele por obrigação, ao contrario, não se pode seguir a cristo contra a vontade, que sentido faria deixar alguém seguindo uma coisa que não gosta ? Eu também odiaria fingir ser ateu sendo que gosto de seguir a cristo.
Se algum cristão pensa o contrario disso, é um cristão sem a verdadeira fé, e pior, sem o mínimo de amor no coração e que pouco liga para Cristo.
Ainda espero que Deus dê a todos os ateus as provas que eles nescessitam para crer nele, o meu papel só é o de divulgar que Deus é uma possibilidade concreta.
De resto, cada um deve ter a liberdade de acreditar como quiser, assim como eu quero ter a minha.
Afinal de contas quem aqui sabe d’onde surgiu o termo ateu?
Babi:
Os que adotam a filosofia ateísta, não se preocupam muito em saber quando o termo “ateu” foi empregado pela primeira vez e em que circunstâncias. Preocupam-se sim, em conhecer os princípios da filosfia ateísta. Mas se isso é importante para você, aqui vai um dos muitos conceitos a esse respeito, colhido na Wikipédia:
“O termo ateísmo foi originado do grego ἄθεος (atheos), e era aplicado a qualquer pessoa que não acreditava em deuses, ou que participava de doutrinas em conflito com as religiões estabelecidas. Com a disseminação de conceitos como a liberdade de pensamento, do ceticismo científico e do subsequente aumento das críticas contra as religiões, a aplicação do termo passou a ter outros significados. Os primeiros indivíduos a se auto-identificarem como “ateus” apareceram no século XVIII. Hoje, cerca de 2,3 % da população mundial descreve-se como ateu, enquanto 11,9 % descreve-se como não-teístas.”
Caso não concorde com esse conceito, poderá perguntar ao “São Google” e ele certamente responderá melhor, podendo até ser escolhida a definição que mais lhe aprouver.
Abraços a todos!
PAZ.DERICK HEDLER ,FAVOR,SE VC CONSEGUIR CONTATO OU MAIS INFORMAÇOES SOBRE ULTOV COLLINS,PASSE PRA MIM,POIS A MUITOS ANOS ESTUDO A BIBLIA AFIM DE CONHECER MELHOR O SER SUPREMO Q É ANUNCIADO POR ELA,E É TAO DIFICIL ENCONTRAR PESSOAS SERIAS Q REALMENTE SE ENTERECEM EM CONHECER A VERDADE,E ESSE MATERIAL Q ESTA EM NOME DE ULTOV ,O QUAL VC MOSTROU AQUI ,ME PARECEU INTERESSANTE.EU GOSTO DE ESTUDAR A BIBLIA DE MANERA SINCERA,NUNCA VI NADA PARECIDO COM A BIBLIA E COM O SER SUPREMO ANUNCIADO NELA,. OBRIGADO.
Nasci em uma familia católica, deveria seguir esta ou outra qualquer, mas o que aconteceu é que tenho um cerebro que funciona perfeitamente, sendo assim vi logo que religião é apenas um comercio deslavado a qual nem deveria existir. abaixo algo para refretir.
QUAL É O SEU GRUPO.
Há dois grupos de seres humanos. Os membros do primeiro grupo são aqueles que usam o potencial maravilhoso do seu cérebro, potencial este que é inerente a todos os humanos. Estes usam este potencial com criatividade, persistência e Perspicácia, conseguindo com isso, um invejável progresso e uma vida perfeitamente equilibrada. Os membros do segundo grupo são mais tranqüilos, desprezam preguiçosamente o potencial maravilhoso do seu cérebro, são essencialmente acomodados. Estes quando se encontram em dificuldades tanto financeira como com problema de saúde, se dirigem fervorosamente cheios de fé, as entidades supremas em busca de um milagre. Eles não descobriram ainda que milagres são como prêmios de loteria, somente alguns poucos são privilegiados. Também não descobriram ainda que o principal milagre, Deus já o fez, que é ter dado a nós uma privilegiada inteligência.
Paulo Luiz Mendonça. Autor do livro Crônicas, indagações e teorias. Editora Scortecci.
http://pauloluizmendonca.judblog.com
QUAL A NOSSA POSIÇÃO.
Os seres humanos que usam sua inteligência e criatividade sabem perfeitamente delinear seu próprio destino, baseando no bom senso e na razão. Os demais seguem fanaticamente os ditames da multidão.
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Paulo Luiz Mendonça, Autor do livro, Crônicas, indagações e teorias. Editora Scortecci.
O poder do livro.
Pensamentos bons e construtivos, quando não proferidos são inúteis eventos. Pensamentos bons e construtivos transformados em palavras são úteis alentos. Pensamentos bons e construtivos transformados em escrita são benefícios gloriosos que as paginas de um livro nos dita.
Paulo Luiz Mendonça.
Não cai uma folha da árvore se Deus não permitir.
O que esta passagem da bíblia diz, é que Deus tem o controle total da natureza, conseqüentemente tudo que acontece tem o aval dele.
Penso eu que todos que acreditam em Deus tem a convicção que realmente Deus tem o controle de tudo.
Minha humilde pergunta é, porque houve a permissão divina para que um terremoto de grandes proporções atingisse o Haiti, um pais de um povo miserável, pobre e desvalido, um povo os quais em sua maioria vivem abaixa da linha da pobreza quantas crianças, jovens e velhos morreram esmagadas nos escombros, quantas pessoas pobres e miseráveis estão desabrigadas, e expostas a diversos tipos de doenças. Eu pergunto novamente será que Deus tem mesmo poder sobre todas as coisas.
Diz na bíblia que Sodoma e Gomorra foram destruídas pela ira de Deus, porque seu povo estava pervertido, pergunto novamente onde tinha perversão no Haiti, se por acaso tinha algumas, era de uns poucos, e os inocentes tiveram que pagar pelos pecadores como se explica isso. Sei que há sempre respostas dos religiosos para a defesa de todos os fatos. Mas a lógica e o bom senso nos leva a pensar um pouco mais sobre o assunto. Não devemos acreditar, somente porque aprendemos a acreditar, temos que ter coerência e analisar tudo de uma maneira lógica.
Paulo Luiz Mendonça. Autor do livro, Crônicas Indagações e Teorias. Editora Scortecci.
Como reconhecer um falso profeta.
Reconhecer um falso profeta é muito fácil, pergunte ao gerente do banco se a conta gorda do referido, é conta conjunta com Deus, se for conta conjunta é profeta verdadeiro, mas se a conta gorda esta só no nome dele é falso profeta. Para melhor confirmação, se os bens patrimoniais dele têm como sócio Deus é um profeta verdadeiro, se tiver só no nome dele ou dos seus familiares é falso profeta.
Nota Cristo morreu pobre e desvalido.
Quem esta usando seu nome, se enriquece com toda facilidade, será que cristo veio ao mundo para salvar a humanidade ou veio para enriquecer alguns privilegiados.
Paulo Luiz Mendonça. Autor do livro Crônicas, Indagações e Teorias. Editora Scortecci.
Livros Sagrados.
Quanto mais vivo neste planeta, mais bobagens ouço falar. Os partidários da Bíblia Sagrada, falam com uma convicção tão entusiasmada sobre a veracidade do seu livro, como se eles estivessem participado efetivamente da elaboração do mesmo. Ora este livro foi escrito a tanto tempo, nem se sabe verdadeiramente se foi escrito por profetas ou por pessoas comuns. Outra coisa muito importante, todo estes anos A Bíblia teve varias traduções, em todas Houve varias modificações, às vezes por dificuldades de interpretar certas palavras, e na maioria das vezes por interesse de quem a esta traduzindo. A Bíblia Sagrada, não é a única, existem muitos outros livro sagrados. Temos o alcorão, livro islâmico, temos os Vedas livro da religião da Índia, e muitos outros livros sagrados espalhados pelo nosso planeta. Para mim, ignorar os livros sagrados das outras religiões, e dar crédito somente a nossa Bíblia não passa de interesses particulares e mesquinhos. Deus não é monopólio somente de quem acredita na bíblia Sagrada, Deus se existir realmente ele está a disposição de todos os religiosos da terra e não apenas de um ou de outro grupo. Temos que dar um basta neste jogo de interesses que há no comportamento humano. Temos que praticar mais o amor ao próximo, eliminar de nós o egoísmo, a maledicência, o orgulho, a hipocrisia, o individualismo e muitos outros defeitos que são heranças malditas de todos nós seres humanos. Temos que ter bom senso, refletir com seriedade, todos nós estamos no mesmo barco da incerteza, por isso temos que ser coerentes e remar todos na mesma direção, assim chegaremos mais rápido ao destino desejado, se continuarmos sendo individualistas querendo levar vantagens em tudo não chegaremos a lugar nenhum. Se somos filhos de um mesmo Deus, para que a discórdia, afinal somos todos irmãos, por isso temos que nos irmanarmos para um só propósito, buscar e encontrar a paz e a felicidade tão almejada por todos..
Paulo Luiz Mendonça. Autor do livro, Crônica, Indagações e Teorias. Editora Scortecci.
Manifestação religiosa.
A manifestação religiosa, ou seja, a busca de um Deus exercida pelos seres humanos, dizem os entendidos que esta manifestação se dá porque existe dentro de nós uma chama flamejante e divina a qual nos impulsiona a crer em um ser superior e criador do universo como um todo.
Eu particularmente não acredito em nenhuma chama flamejante interna nos levando para esta manifestação.
Em primeiro lugar se o ser humano fosse eterno não houvesse a morte, ou seja, o fim da vida, esta manifestação, esta chama flamejante nem faria parte do nosso vocabulário, também não faria parte do nosso intimo. O que acontece na verdade é que o ser humano morre de medo só de pensar na morte, e como será alem dela. Todos nós sabemos que ela é impossível de ser evitada. Diante desta preocupação com o alem tumulo e que leva os seres humanos a buscarem alguma coisa na sua imaginação, ou ainda nos ensinamentos vindo de pessoas que professam religiões, mesmo que estes ensinamentos não sejam verdadeiramente provados, eles acreditam para aliviar um pouco as suas preocupações com o futuro incerto. Sendo assim eles se contentam com uma fantasia qualquer para aliviar suas duvidas e amenizar o medo mórbido da morte.
A maioria das pessoas irão se arrepiar com esta crônica, irão dizer que é uma escabrosa heresia, mas estou tranqüilo porque, ela está baseada em raciocínio lógico e coerente, é só analisá-lo friamente sem a interferência de dogmas religiosos.
O que leva a maioria dos seres humanos a buscarem as religiões não é nada mais do que buscar ajuda para problemas de saúde, de dificuldades financeiras, ou por problemas de foro intimo. Observem buscar ajuda: Ninguém se preocupa em levar ajuda para ninguém, pensam somente em angariar vantagens, isso é próprio do nosso egoísmo
Pessoas, sem os problemas relacionados acima, dificilmente são freqüentadoras assíduas de templos religiosos. Elas freqüentam bem moderadamente sem muito fanatismo, muitas vezes, somente para fazerem se passar por pessoas cheias de moral, para mostrarem que são tementes a Deus, mas o egoísmo, maledicência, orgulho, arrogância e o individualismo continuam intactos na consciência sem nenhum progresso.
O progresso tecnológico executada pela mente humana caminha rapidamente para um futuro promissor, continua avançando a passos largos, mas infelizmente a moral humana continua caminhando para traz, sempre retrocedendo. Continuando assim a moral humana que dizem ser a essência de Deus estará voltando lá para a idade da pedra.
Paulo Luiz Mendonça, autor do livro Crônicas Indagações e Teorias. Editora Scortecci.