Destruição de espécies animais e vegetais, desmatamentos, queimadas, poluição, alterações da biodiversidade e dos ecossistemas, desertificação, qualidade de vida… tudo isso tem sido estudado e debatido pela ciência, pelos políticos, pelas ONGs e pelas comunidades internacionais, buscando através de compromissos firmados por tratados, conferências, convenções e protocolos internacionais, minimizar as conseqüências e evitar que elas se repitam no futuro.

Tivemos recentemente, para citar só alguns exemplos, a ECO 92, o Protocolo de Kioto e a Conferência do IPCC para Assuntos Climáticos. Em todas essas oportunidades, foram firmados documentos de compromisso pelos países presentes (geralmente com os Estados Unidos pulando fora), e de válido, só o equacionamentos das questões ambientais e a conscientização de que o problema é global, de toda a humanidade, exigindo uma ação conjunta de todos para, só assim, poder-se reverter a situação caótica do planeta. Isto não é alarmismo – é a realidade.

Acabamos de discutir aqui mesmo, na matéria “A Grande Tribulação”, o que pode vir a acontecer no futuro, se medidas corretivas não forem tomadas já, aliás, com um grande atraso. Percorremos alternativas, fomos ao passado, examinamos o presente e projetamos para o futuro; alertamos sobre erros cometidos e sugerimos soluções, com maior ou menor grau de dificuldade, mas todas, perfeitamente possíveis. Serão elas adotadas?

Este é o nosso principal receio: que tudo fique apenas no discurso. Para justificar nossa preocupação, vamos ao evento mais antigo dentre os citados, a ECO 92, a “Segunda Conferência Mundial para o Meio Ambiente e Desenvolvimento“, em que participaram, de 3 a 14/06/92, no Rio de Janeiro, 139 países, que assinaram a chamada “Agenda 21″, contendo, as conclusões daquela conferência. Observem que, na ocasião, um emocionante discurso foi promovido por Serven Suzuki, uma criança canadense de 12 anos, que representava, com outras duas, as “novas gerações”. O seu discurso contém exatamente tudo o que estamos discutindo até hoje, passados 16 anos. Assistam ao vídeo, comentem-no e digam o que mudou de lá para cá:

DISCURSO DE SERVEN SUZUKI, NA ECO 92

[youtube xWTua8eNQRk]

Infelizmente, este dicurso ainda continua atualizadíssimo, até hoje.

 


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17 Comentários

  • mgomide3 disse:

    O discurso da menina Serven foi feito em 1992; há 16 anos portanto. Ela disse tudo o que poderia ter dito. Foi dirigido aos representantes de 139 países. Os governos desses países não tomaram qualquer providência. Nem poderiam. Por quê? Porque o problema é de âmbito mundial e, pensem bem, se um deles tomasse alguma medida efetiva, isso ficaria contido em suas fronteiras. Seria o mesmo que isolar-se do resto do mundo. Seria uma providência inócua. Comparemos: em um corpo humano, a recusa de um dedo do pé (país pequeno) ou mesmo de um braço inteiro (um país grande) em movimentar-se, não afetaria a ação do corpo de derrubar um árvore, por exemplo. Além disso, seria preciso considerar-se que tal país teria governo soberano, o que na realidade não ocorre, porque todos os governos, em tese, são representantes das forças econômicas. Esse raciocínio é gerado pela análise das considerações quase lamentosas do brilhante articulista, incluidas ai as acusações da menina. Tudo o que ela disse é verdade, realidade, evidência. E daí? Como não valeu de nada para quem tem autoridade governamental, a nossa conclusão só pode a descrita. Além disso, a situação indica perfeitamente que só há um caminho para iniciar a etapa de solução: a instituição de um governo mundial. Figurativamente, a solução é colocar uma cabeça no corpo para que ela possa comandar os interesses de todo o corpo. Todos os seres vivos têm uma cabeça ou um centro de comando. O planeta vivo (a Terra) não tem. Os fatos de 16 anos estão aí nos indicando esse caminho. Não vejo outro. Se há, me apontem racionalmente outro. Já conhecíamos o arrazoado dessa menina e de outros discursos incisivos, mas…
    Por ocasião da ECO 92 já meditavamos sobre a degradação ambiental. Nossa posição é amadurecida e com base na vivência. Não precisamos discutir mais nada, como disse o estimado intelectual Ivo Reis, ao se manifestar: “receio que tudo fique apenas nos discursos”. Precisamos é de ação. Infelizmente ações não estão em nossa possibilidade, pois nem ministro de governo nós somos. E nem seríamos, pois as forças econômicas não deixariam. Temos mesmo é que gritar nossos argumentos, juntando nossas vozes para que sejamos ouvidos. Ambientalistas, unam-se.

  • Arivelto Luna disse:

    Conscientização com atitudes é para uma minoria absoluta.
    Se já é difícil buscar a conscientização de uma minoria, imaginem buscar dessa mesma minoria atitudes práticas para mudar o mundo.
    É preciso conhecer melhor as deficiências humanas para apararmos nossas expectativas. Por exemplo: a maioria dos fumantes são conscientes de que fumar faz mal, mas continuam fumando enquanto a saúde vai bem e só tomam uma atitude quando conscientes de que estão morrendo. Vocês poderão até conquistar o feito da conscientização de uma boa parcela, mas será impossível obter qualquer resultado prático significativo antes do período de agonia da maioria, momento em que será tarde demais.. Infelizmente iremos enfrentar uma dolorosa transição para restabelecer a nossa sustentabilidade.

  • Antidio Teixeira disse:

    Caríssimos Amigos:
    Não há como se desmanchar “os caroços deste angu ambiental” sem derreter os “castelos de neve” construídos pelo sistema financeiro (dito econômico), que monopolizou o poder no mundo. O capitalismo é uma excrescência da revolução industrial, e esta começou a existir a partir do momento em que os países detentores de jazidas de hulha passaram a utilizá-la como fonte de calor para fundir metais e, daí, para impulsionar o “progresso” do mundo, excluindo trabalhadores, deixando-os sem alternativas legais de subsistência e ignorando as futuras conseqüências do acúmulo de poluentes não renováveis na atmosfera e nem a origem das cotas de oxigênio utilizadas para queimar os fósseis. Os resultados desastrosos desta saturação ambiental já não podem mais serem escondidos; e o “poder econômico”, através de seus agentes, governamentais ou não, criam estas encenações como forma de distrair os inocentes habitantes do planeta Terra enquanto alimentam a esperança de, um dia, encontrarem uma solução milagrosa para produzir energia sem poluir, e assim manter sua poderosa hegemonia.

    SOLUÇÃO = CONSCIENTIZAÇÃO
    Sentenciavam os velhos professores do interior no século passado: “pau que cresce torto, não endireita”. Assim, somos a maioria de nós que teve uma educação subserviente às conveniências ditadas pelo sistema econômico ditatorial que prega liberdade ampla e irrestrita para todo mundo, desde que não contrariem seus interesses, o que terá que ser feito agora em nome da vida. Renovar conceitos culturais empedernidos em nossas mentes para introduzir novas diretrizes comportamentais é dificílimo e quase impossível na maioria dos casos; porém, formar as novas mentes infantis e, até, adolescentes para estabelecer novos conceitos culturais mais realistas, compatíveis com as condições ambientais, será o caminho mais indicado. Crianças orientadas por educadores em escolas e clubes infantis, poderão ser os instrumentos que necessitaremos para burilar nos adultos a idéia da necessidade de modificar seus próprios hábitos. Não será um trabalho de resultados imediatos porque, como diz Arivelto, o fumante inveterado só abandonará o vício depois da morte. Portanto, o importante é evitar que seus descendentes fumem. Conscientizar o mundo desta necessidade de mudança será fácil por contarmos com a noção que a mídia vem implantando ao divulgar os desastres ambientais que vêm ocorrendo em várias partes do mundo; o difícil será driblar as ações dos defensores dos poderes constituídos que estabeleceram suas bases de comando sobre um sistema sócio-econômico que ignorou as limitações ambientais. Algum deles, deprimidos pela falta de alternativas, poderá levar o mundo à “Grande Tribulação” prevista por Lélis. Nosso companheiro Gomide sugere um governo mundial o que concordamos desde quando se defina suas atribuições. Entendemos que, numa comunidade futura em que o nível de formação intelectual seja elevado e uniformizado, onde todos os participantes tenham consciência de direitos e deveres individuais e coletivos dentro das limitações ambientais, um governo global não seria mais do que um colegiado destinado a estudos sócio-ambientais e estabelecimento de normas de conduta. No entanto, é muito prematuro abordar este assunto sem que, antes, se tenha definido qual o caminho a seguir. Como estabelecer o movimento.
    Cordiais cumprimentos e abraços de
    Antídio

  • Antídio e Gomide:

    Fica cada vez mais clara a idéia que esposamos aqui, de que somente com a conscientização de todos os governantes mundiais em torno de problemas ambientais comuns à humanidade, poderá ser possível estabelecer as políticas públicas necessárias a gerir tais problemas.

    Órgãos colegiados, sempre foram, desde a Antigüiidade, a forma mais democrática e justa de debater questões públicas. Um Conselho, por exemplo, com representantes de vários segmentos da sociedade (ou, no caso, de várias autoridades e especialistas de vários países), tende a ser mais justo e imparcial quando avalia questões a ela pertinentes.

    Explicar como isso funcionaria, exigiria muitas páginas de texto, mas não só eu, como todos daqui que encampamos a idéia, temos a certeza de que é completamente viável: ter-se um órgão colegiado mundial para gerir as questões ambientais, em qualquer ponto do planeta, sem que isso interferisse com os governos e a autonomia política dos países, NO QUE SE REFERISSE A QUESTÕES NÃO ECOLÓGICAS E AMBIENTAIS.

    Só isso. O resto, ou seja, as normas de funcionamento, os estudos de impactos ambientais, a aprovação de licenças e projetos, o disciplinamento das atividades industriais, o monitoamento das ações, o controle da poluição por país, etc. seria feito por departamentos desse órgão colegiado que, aos poucos, iria se ajustando, até chegar próximo à perfeição. Sonho? Utopia? Não creio. No que creio é na capacidade do homem para tanto. Quanto à “vontade de fazer” e colocar os interesses coletivos acima dos individuais… aí já é outra história, aquilo a que chamo o”x” da questão.

  • Antidio Teixeira disse:

    Grand-ivão:
    Quando falo em conscientizar, refiro-me ao povão que, inocentemente, é usado pelos governantes que são conscientes, mas que dependem da economia global para se manterem no poder. “Tratados, Conferências, Protocolos” não são colegiados representativos de governos? E os governos representados, por sua vez, não representam os povos governados por eles? que poder tiveram até agora qualquer dos colegiados que debateram questões ambientais desde a década de 980 para fazer os países participantes reduzirem suas emissões de carbono? O maior poluidor do mundo disse que não reduziria porque tal medida comprometeria sua economia, e ficou por isso mesmo; o segundo maior disse que não poderia comprometer o desenvolvimento econômico de seu povo, e assim por diante. A verdade é que, todo cidadão cuja renda é maior do que o necessário para suprir as suas necessidades básicas, consolidou dentro de si, como essenciais, as necessidades supérfluas às quais foram habituados. Portanto, não podem abrir mão delas, assim como os fumantes do Arivelto que só o fazem depois de mortos. E os representantes de governos e de outros seguimentos sociais que participam de tais colegiados, pertencem a esta casta. Os congressos que se realizaram até hoje para debater a questão ambiental, tiveram importante papel foi na conscientização de grande massa popular da existência de um grave problema ambiental que ameaça a nossa existência na Terra. Porém, ela ignora a causa fundamental do problema, a forma com que se desenvolveu e quais, e como ocorrem os fenômenos destrutivos que estão acontecendo no mundo. Sem esta compreensão, ninguém sente confiança para seguir os caminhos indicados por um mundo científico que patina, até hoje, em declarações descabidas. Nosso abraço,
    Antídio

  • Arivelto disse:

    Volto a repetir, se já é difícil buscar a conscientização de uma minoria, imaginem buscar dessa mesma minoria atitudes práticas para mudar o mundo, ainda mais buscar a conscientização e atitudes da maioria para que comecem a mudar o mundo amanhã!!! Claro que não sou contra a conscientização, a educação, elas são fundamentais para formar bons alicerces sociais, mas o efeito prático disso leva gerações. E aí vai a pergunta, quanto tempo vcs pensam que temos para agir politicamente, convencer a sociedade do mundo todo e reverter todas as questões de risco levantadas?
    A falta de interesse em visualizar outros pontos de vista que não os nossos próprios, fez surgir um ditado popular que diz o seguinte: cada cabeça é uma sentença, sendo a principal causa da insensatez humana, fato responsável pelas injustiças, inimizades, discórdias, desgraças e guerras existentes no mundo. Temos que homogeneizar mais.. se todas as “”idéias fundamentadas”” nesse blog forem levadas em consideração, teremos uma perspectiva mais realista do que nos espera num futuro próximo. Disse idéias fundamentadas, não conjecturas..
    Abraços aos diferenciados pensadores…

  • Arivelto luna disse:

    Volto a repetir, se já é difícil buscar a conscientização de uma minoria, imaginem buscar dessa mesma minoria atitudes práticas para mudar o mundo, ainda mais buscar a conscientização e atitudes da maioria para que comecem a mudar o mundo amanhã!!! Claro que não sou contra a conscientização, a educação, elas são fundamentais para formar bons alicerces sociais, mas o efeito prático disso leva gerações. E aí vai a pergunta, quanto tempo vcs pensam que temos para agir politicamente, convencer a sociedade do mundo todo e reverter todas as questões de risco levantadas?
    A falta de interesse em visualizar outros pontos de vista que não os nossos próprios, fez surgir um ditado popular que diz o seguinte: cada cabeça faz uma sentença, sendo a principal causa da insensatez humana, fato responsável pelas injustiças, inimizades, discórdias, desgraças e guerras existentes no mundo. Temos que homogeneizar mais.. se todas as “”idéias fundamentadas”” nesse blog forem levadas em consideração, teremos uma perspectiva mais realista do que nos espera num futuro próximo. Disse idéias fundamentadas, não conjecturas..
    Abraços aos diferenciados pensadores…

  • mgomide3 disse:

    Amigos ambientalistas,
    O comentário do Arivelto é inteiramente procedente. No aspecto prático, a realidade é a apontada. O exemplo do fumante é tremendamente emblemático e pode perfeitamente servir como guia para entender a ilógica do comportamento humano. Tudo bem. É isso aí. Agora, uma explicação para os gritos nossos pelos meios ao alcance, a internete, palestras, livros e outros possíveis.
    Caro Arivelto, estamos gritando contra a atual civilização, equivocadamente estruturada na economia, apenas como descargo de consciência. Esta nos impele para essa arena. Contra a consciência não podemos lutar, sob pena de recusarmos a viver a vida. Sob pena de renunciarmos a ser pensante para nos tornar um vegetal. Tal procedimento obedece a ditames fora de nosso controle emocional e mental. Não aceitamos a derrota, apesar de sabermos que 80% da população brasileira não lê. Só isso é suficiente para ratificar os argumentos do colega Arivelto. Mas entendemos que temos que gritar, gritar. O suino morre sob a faca do seu dono, mas não deixa de protestar com gritos. Até o fim…
    Já que não temos poder para mover a montanha (maioria), pelo menos deixamos registrado para a Historia que uma minoria de malucos tinha razão ao gritar para a humanidade que sua existência estava em perigo.

  • Administrator disse:

    Sei que cobrar as providências é difícil sim, e disto todos estamos conscientes. Talvez, nós que estamos aqui hoje debatendo, sejamos idealistas e sonhadores que morrerão sem ver o problema resolvido. Mas então vamos morrer gritando e com a consciência tranqüila de que alertamos e pelo menos tentamos.

    Mas, sendo um pouco menos pessimista, ainda existe um fio de esperança de que esta nova força que não existia no passado – os blogueiros – ainda possa ser ouvida e promover mudanças. Por que não? Blogueiros existem no mundo inteiro e a maioria está vendo o que acontece com o planeta e protestando. De repente, no futuro, poderão dizer as manchetes: PROTESTOS DE INTERNAUTAS PROVOCAM MUDANÇAS POLÍTICAS E PROVIDÊNCIAS EM RELAÇÃO AO MEIO AMBIENTE.

    Queiram ou não, para o bem ou para o mal, os blogueiros hoje também são formadores de opinião e não só a imprensa, o rádio e a televisão. Portanto, nada impede que governos inteligentes resolvam, um dia, colher opiniões e informações junto aos blogs especializados. A única coisa necessária é um pouco mais de UNIÃO e ORGANIZAÇÃO. É aqui que estamos pecando.

    Pensem nisso.

  • Antidio Teixeira disse:

    Caríssimos amigos:
    Concordo com o Administrador: os “Blogueiros” tendem a se constituir numa poderosa força sobre a opinião popular e esta poderá se impor sobre os poderes constituídos em todo o mundo. Quanto a UNIÃO, ela já existe, pelo menos entre nós, que trocamos idéias sobre a questão ambiental; o que nos falta, ainda é a unidade de pensamentos sobre a (s) causa (s) e efeitos das degradações ambientais para, então se estabelecer a ORGANIZAÇÃO das ações visando à meta. Com relação às minhas declarações acima, em atenção aos comentários que os seguem, acrescento que, a conscientização que proponho, apesar de dever ser iniciada o mais rápido possível, será um trabalho lento para ocupar duas o três gerações, porém, os resultados começarão a ser sentidos a curto prazo e crescerão paulatinamente. Indispensável, no entanto, que todos nós e os futuros militantes, tenhamos uma visão retroativa para entender como foi que a humanidade entrou nesta fria e como ela deverá lutar para reencontrar o caminho do desenvolvimento natural.
    Aquele abraço,
    Antídio

  • karen disse:

    O de total importancia nos preucuparmos com o meio em que vivemos.Nosso meio ambiente pede socorro, grita para que nós humanos tenhamos piedade do que é nosso e nao estamos sabendo preservar. Quantos sao os que morrem de fenomenos naturais e infelizmente nao podemos fazer nada, porque é a propria natureza revoltada com nossas atitudes. Existem tantos tratados para buscar o metodo de diminuir os problemas do nosso planeta.
    Hoje, vai da cabeça de todos os seres humanos, voce salva aterra o morre junto com ele.
    ou entao busca novas alternativas de mantermos nosso planeta satisfeito, reciclando materias, transformando em adulbo materia orgânica, plantando arvores e buscando um futuro melhor.
    Porque oque fazemos hoje pelo planeta ele agradece amanha..

  • Administrator disse:

    Obrigado pela visita, Karen. Divulgue nossas mensagens ecológicas e traga mais gente para debater aqui. Pessoas como você, que se preocupam e querem ajudar e protestar.

    Abraços!

  • neyde de martino disse:

    Caros Ambientalistas, concordo com todos os comentários, creio inclusive que seria necessário, criar-se um grupo de professores-ambientalistas nas Universidades, para formarem pedagogos-ambientalistas, para ensinarem seus alunos de diversas faixas etárias a se conscientizarem do momento mundial do Planeta. Ou seja: “martelar” na base educacional, ou iremos sempre, apenas discursar.

  • Que bom que você compareceu, Neide!…

    Eu, o Antídio e o Gomide, que sempre recebemos seus interessantes emails, estávamos sentindo faslta da sua presença aqui. Você que se interessa por assuntos ambientais e tem sempre boas sugestões a dar, seria muito útil ao blog, fortalecendo as nossas fileiras. A prova disso é a boa sugestão que deu.

    Volte sempre!

  • Agradeço sua delicada apreciação e os anteriores comentários de boas vindas do Gomide e do Antidio . não faço mais do que a minha obrigação em divulgar (para os meus conhecidos) o sentimento que me impulsiona a ação. mas essa luta se prolonga a tanto tempo que o sentimento de impotência é inevitável. Resignação, como diz o Antidio, nunca foi o meu forte.

  • Olá, gostei muito do blog de vocês e das discussões aqui travadas. Acho que é a partir dessa interação que se pode construir algo diferente.

    Gostaria de convidar vocês para conhecerem nosso trabalho e interagir conosco. Somos uma revista eletrônica sem fins lucrativos com a proposta de expandir a divulgação de conteúdos relacionados a temática sócio-ambiental.

    Fica o convite para quem quiser conhecer e também enviar material!

    http://www.inteiroambiente.com

    Abraços!

  • Jane Burgos disse:

    Prezado Antídio, meu pai Édio Souza ficou bastante satisfeito com o envio do livro 1822, ele está na incerteza de haver ou não lhe enviado o seu livro “Com os pés no massapê”, a fim de que possa lhe enviar um número autografado caso não haja feito, entendeu? notifique-me sobre o assunto. Ele lhe manda um grande abraço. Estou no aguardo para notifica-lo em Santo Amaro.
    Jane

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